Publicado 21/01/2026 00:00
Fevereiro começa com mudanças importantes para quem depende do Instituto Nacional do Seguro Social para manter o orçamento em dia. A partir do dia 2, aposentados e pensionistas passam a receber os benefícios já com o reajuste anual aplicado, correção que leva em conta a inflação do ano anterior e que impacta diretamente milhões de famílias em todo o país. Em um cenário de preços ainda elevados, qualquer atualização no valor da aposentadoria ganha peso no planejamento financeiro de quem vive com renda fixa.
PublicidadeO reajuste atinge principalmente os segurados que recebem acima do salário mínimo, grupo que passa a ter seus benefícios corrigidos conforme o índice oficial de inflação. Com isso, o teto do INSS — valor máximo pago pela Previdência Social — sobe para R$ 8.475,55. A mudança vale para aposentadorias, pensões e auxílios previdenciários e passa a constar nos depósitos realizados ao longo do mês, conforme o calendário oficial de pagamentos.
Já para quem recebe o piso previdenciário, o impacto do reajuste ocorrerá ainda no fim de janeiro, quando começaram os pagamentos com o novo valor do salário mínimo nacional. Os depósitos seguem o número final do benefício, sem considerar o dígito verificador, mantendo o cronograma tradicional adotado pelo instituto.
Além dos valores pagos aos segurados, o reajuste anual também atualiza as faixas de contribuição para trabalhadores que ainda estão na ativa. As alíquotas permanecem progressivas, variando conforme a faixa salarial, o que garante a manutenção do equilíbrio financeiro do sistema previdenciário.
Apesar da correção, especialistas alertam que o reajuste apenas recompõe perdas inflacionárias. Na prática, aposentados que recebem acima do mínimo não têm aumento real de renda, o que reforça a importância de planejamento financeiro, especialmente diante do aumento contínuo do custo de vida.
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