Publicado 21/05/2026 05:00
Os políticos mais experientes sabem o quanto é importante manter equidistância de celebridades do esporte em época de competição internacional. No caso brasileiro, a Copa do Mundo, que acontece de quatro em quatro anos, é o melhor exemplo. A convocação do atacante Neymar Jr, do Santos, levou bolsonaristas - e a maior parte da direita - à euforia. Já circula nas redes sociais a "estratégia" que não só Neymar será a estrela da seleção de Ancelotti, como, trazendo a taça, poderá se recusar a cumprimentar o presidente Lula no Planalto. E isto acontecendo, será um ativo eleitoral para o presidenciável Flávio Bolsonaro. Petistas, por sua vez, optaram por apoiar a seleção com discrição, justamente para blindar Lula na hipótese de deslize e/ou insucesso. Misturar eleição e futebol é tão impróprio quanto religião e política. O resultado é sempre desastroso.
PublicidadeMovimento contra espigões avança no Rio
O movimento "Rio sem espigões", criado por moradores da cidade contra o projeto "Reviver Centro 2", já alcançou mais de mil assinaturas no abaixo-assinado virtual. O projeto, estimado em R$ 1,75 bilhão, prevê o Parque do Porto, a Biblioteca dos Saberes, integração do entorno do Sambódromo e a demolição do Elevado 31 de Março. Os organizadores do protesto, entre outros argumentos, alegam perda de identidade dos bairros e colapso dos serviços públicos.
Guia ajuda escolas na alfabetização e inclusão
A ONG Motriz lançou a 3ª edição do manual "Gestos que Alfabetizam". Distribuído em mais de mil escolas da rede municipal do Rio, o guia ajuda no ensino da leitura e da escrita, além de incorporar debate racial e inclusão de alunos com deficiência. O material está disponível no site da organização.
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