Publicado 09/04/2026 16:31 | Atualizado 09/04/2026 16:35
A intenção de compra e de aluguel de imóveis registrou alta no início deste ano na cidade do Rio, com avanços de 25% e 7%, respectivamente, segundo o Índice de Confiança Loft, feito em parceria com a Offerwise. No caso da aquisição, o estudo afirma que foi o maior patamar desde o início da série, em novembro de 2024, que ficou em 18%.
Já com relação à locação, o crescimento na capital passou de 6% para 7% no mesmo período, também considerado o mais alto da série. A pesquisa identificou ainda que o percentual do grupo que declarou não pretender comprar, alugar ou vender imóvel caiu de 65% para 56%.
Fábio Takahashi, gerente de Dados da Loft, explica que essa decisão depende muito da expectativa de renda futura. "Quando cresce o grupo que acredita em melhora financeira e diminui o grupo pessimista, a tendência é que mais pessoas se sintam confortáveis para tomar decisões de maior porte", afirma Takahashi.
Já com relação à locação, o crescimento na capital passou de 6% para 7% no mesmo período, também considerado o mais alto da série. A pesquisa identificou ainda que o percentual do grupo que declarou não pretender comprar, alugar ou vender imóvel caiu de 65% para 56%.
Fábio Takahashi, gerente de Dados da Loft, explica que essa decisão depende muito da expectativa de renda futura. "Quando cresce o grupo que acredita em melhora financeira e diminui o grupo pessimista, a tendência é que mais pessoas se sintam confortáveis para tomar decisões de maior porte", afirma Takahashi.
Mais de 31 mil vagas na construção
PublicidadeA indústria da construção gerou 31.099 novos empregos em fevereiro no país, variação de 1,04% em relação a janeiro. No primeiro bimestre deste ano, o setor abriu 81.637 vagas com carteira assinada, alta de 2,77%. Os dados são do Cadeg (Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). De acordo com Yorki Estefan, presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), as contratações no primeiro bimestre repuseram cerca de 61% das vagas fechadas na construção no último trimestre de 2025. "O dado reflete a dificuldade em contratar mão de obra especializada, mas também mostra alguma diminuição na construção de novas obras para o segmento de renda média, devido à persistência dos juros elevados", analisa Estefan.
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