Publicado 27/07/2026 17:46 | Atualizado 27/07/2026 17:46
O terreno que sediou o icônico prédio do Banco do Brasil, no Andaraí (Zona Norte do Rio), dará lugar a um residencial da Riva Incorporadora. O projeto será desenvolvido em área de 35 mil metros quadrados (m²) e terá quatro condomínios, lazer completo, segurança e conveniências. O VGV (Valor Geral de Vendas) pode chegar a R$ 1,2 bilhão.
Com lançamento para agosto, o primeiro empreendimento do Cittá Riva Gran Tijuca será composto por 376 apartamentos de dois e três quartos com varanda. As unidades têm preços a partir de R$ 350 mil e estão enquadradas nas faixas 3 e 4 do programa Minha Casa, Minha Vida. Já a área de lazer terá itens como piscina com raia de 25 metros e deck molhado, spa com área de repouso e sauna, quadra poliesportiva, academia e bicicletário. Além disso, contará com minimarket e central delivery. “A Grande Tijuca tem tudo o que o carioca busca: tradição, infraestrutura, mobilidade e qualidade de vida. É uma região que conecta o morador a tudo que o Rio de Janeiro tem de melhor”, afirma Marcelo Pezzino, superintendente de Incorporação da Riva.
Com lançamento para agosto, o primeiro empreendimento do Cittá Riva Gran Tijuca será composto por 376 apartamentos de dois e três quartos com varanda. As unidades têm preços a partir de R$ 350 mil e estão enquadradas nas faixas 3 e 4 do programa Minha Casa, Minha Vida. Já a área de lazer terá itens como piscina com raia de 25 metros e deck molhado, spa com área de repouso e sauna, quadra poliesportiva, academia e bicicletário. Além disso, contará com minimarket e central delivery. “A Grande Tijuca tem tudo o que o carioca busca: tradição, infraestrutura, mobilidade e qualidade de vida. É uma região que conecta o morador a tudo que o Rio de Janeiro tem de melhor”, afirma Marcelo Pezzino, superintendente de Incorporação da Riva.
Mercado de luxo movimenta mais de R$ 98 bilhões
PublicidadeMesmo representando apenas 3,9% das unidades lançadas, o mercado de luxo movimentou R$ 98,05 bilhões em lançamentos no ano passado, ou seja, 28% do VGV nacional. O crescimento também foi observado nas vendas: em 2025, o segmento alcançou R$ 89,02 bilhões em VGV, o que corresponde a 26,8% do total comercializado no país, com 3,5% das unidades vendidas. As informações são do estudo "Mercado de Luxo: Análise de Dinâmicas de Oferta e Demanda", da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), com dados da GeoBrain.
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