Publicado 27/02/2026 13:41 | Atualizado 27/02/2026 13:41
São Pedro da Aldeia - CONCURSO, CARGOS E FAÍSCAS
Destaque político da Região dos Lagos desta quinta-feira (26) vem de São Pedro da Aldeia, onde o que era para ser apenas a confirmação do concurso público de 2026 virou combustível para mais um embate na Câmara Municipal. Após ter a indicação acatada pela Mesa Diretora, o vereador Pedro Abreu (REP) subiu à tribuna para agradecer — mas também para mirar direto no presidente da Casa, Jean Pierre (PP). Um dia antes da aprovação da Indicação apresentada por Pedro, Jean divulgou nas redes sociais que havia assinado contrato com a banca organizadora do certame, gesto que foi interpretado nos bastidores como tentativa de capitalizar politicamente o anúncio. Afinal, queria ser o pai do filho bonito também. Da tribuna, Pedro agradeceu pela viabilização do processo, mas não deixou passar o detalhe à coluna. "Ele é o presidente, né? Então quer sempre levantar os louros da entrega. De fato, ele sempre participou disso, mas ele não fez indicação", afirmou ele. Em seguida, ponderou que a cobrança pela realização do concurso é antiga e reconheceu que o presidente também vinha defendendo o tema desde o ano passado.
PublicidadeDestaque político da Região dos Lagos desta quinta-feira (26) vem de São Pedro da Aldeia, onde o que era para ser apenas a confirmação do concurso público de 2026 virou combustível para mais um embate na Câmara Municipal. Após ter a indicação acatada pela Mesa Diretora, o vereador Pedro Abreu (REP) subiu à tribuna para agradecer — mas também para mirar direto no presidente da Casa, Jean Pierre (PP). Um dia antes da aprovação da Indicação apresentada por Pedro, Jean divulgou nas redes sociais que havia assinado contrato com a banca organizadora do certame, gesto que foi interpretado nos bastidores como tentativa de capitalizar politicamente o anúncio. Afinal, queria ser o pai do filho bonito também. Da tribuna, Pedro agradeceu pela viabilização do processo, mas não deixou passar o detalhe à coluna. "Ele é o presidente, né? Então quer sempre levantar os louros da entrega. De fato, ele sempre participou disso, mas ele não fez indicação", afirmou ele. Em seguida, ponderou que a cobrança pela realização do concurso é antiga e reconheceu que o presidente também vinha defendendo o tema desde o ano passado.
ALÉM DO CONCURSO
A sessão, porém, foi além. Em discurso, Pedro anunciou que vai protocolar pedido formal para detalhar a distribuição dos mais de 200 cargos comissionados da Casa, questionando quantos estão lotados na presidência, além de carros oficiais e demais benefícios vinculados ao comando do Legislativo. Disse ainda que seu gabinete opera hoje com cinco servidores — o limite mínimo — e acusou o presidente de agir com "destempero" ao rebater críticas. O republicano afirmou que seu gabinete opera com cinco servidores — o limite mínimo — e rebateu qualquer insinuação de que teria sido beneficiado ou prejudicado no processo. "A matemática não fecha", disparou. O concurso pode até ter unido discurso, mas a disputa por narrativa e transparência administrativa está só começando. Confira o vídeo.
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