Publicado 07/05/2026 18:57
Cabo Frio - Em meio ao impasse jurídico envolvendo a linha sucessória do Governo do Rio de Janeiro, o presidente da Alerj e pré-candidato ao Palácio Guanabara, Douglas Ruas (PL), esteve nesta quinta-feira (7) na Região dos Lagos para uma série de agendas políticas com prefeitos e lideranças locais. A passagem por cidades como Cabo Frio, Armação dos Búzios, Iguaba Grande e Saquarema teve foco em obras, infraestrutura e segurança pública, mas os bastidores políticos acabaram dominando parte das conversas.
Douglas comentou a disputa judicial relacionada à sucessão estadual e criticou a transferência do debate político para o Judiciário. Segundo ele, o cenário atual gera instabilidade institucional no estado.
“Lamentavelmente, o partido político leva aquilo que deveria ser a discussão da arena política para as vias judiciais. Isso acaba criando uma instabilidade institucional no estado do Rio de Janeiro. Mas estamos buscando o equilíbrio entre as instituições e temos confiança de que o Supremo fará valer a Constituição”, afirmou.
Sem fugir do tema, o presidente da Alerj reforçou o entendimento de que a linha sucessória deve seguir o que determina a Constituição, declaração que aumentou ainda mais a temperatura política nos bastidores do estado.
Apesar do debate sobre uma possível ascensão ao comando do Executivo estadual, Douglas tentou adotar um discurso de estabilidade e transição institucional. “Mais importante do que a linha sucessória é que o Rio possa ter eleições para escolher um governador efetivo até o fim do mandato”, declarou.
PublicidadeDouglas comentou a disputa judicial relacionada à sucessão estadual e criticou a transferência do debate político para o Judiciário. Segundo ele, o cenário atual gera instabilidade institucional no estado.
“Lamentavelmente, o partido político leva aquilo que deveria ser a discussão da arena política para as vias judiciais. Isso acaba criando uma instabilidade institucional no estado do Rio de Janeiro. Mas estamos buscando o equilíbrio entre as instituições e temos confiança de que o Supremo fará valer a Constituição”, afirmou.
Sem fugir do tema, o presidente da Alerj reforçou o entendimento de que a linha sucessória deve seguir o que determina a Constituição, declaração que aumentou ainda mais a temperatura política nos bastidores do estado.
Apesar do debate sobre uma possível ascensão ao comando do Executivo estadual, Douglas tentou adotar um discurso de estabilidade e transição institucional. “Mais importante do que a linha sucessória é que o Rio possa ter eleições para escolher um governador efetivo até o fim do mandato”, declarou.
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