Publicado 14/05/2026 14:16
Cabo Frio - O ex-deputado Marcelo Freixo lançou, nesta quarta-feira (13), em Cabo Frio, o livro "Viver é Perigoso – Minha Travessia no Rio", autobiografia escrita em parceria com Bruno Paes Manso que revisita sua trajetória política e os bastidores do enfrentamento ao crime organizado no estado do Rio de Janeiro. O evento lotou o auditório do IFF e reuniu mais de 200 estudantes, apoiadores e lideranças locais.
Com prefácio de Wagner Moura, a obra traça um panorama das últimas décadas da política fluminense, abordando o avanço das milícias, a relação entre crime, política e poder, além dos desafios da segurança pública no estado. O livro mistura relato pessoal e análise política para refletir sobre o futuro do Rio e do Brasil.
Freixo relembra sua atuação como professor, ativista de direitos humanos e parlamentar, com destaque para a presidência da CPI das Milícias na Alerj, considerada um marco no combate aos grupos paramilitares. A narrativa também recupera episódios de ameaças sofridas ao longo da vida pública e a memória de Marielle Franco, assassinada em 2018.
"Esse livro não é apenas sobre a minha trajetória, mas sobre o que o Rio de Janeiro se tornou nas últimas décadas e os riscos que a democracia enfrenta quando o crime organizado se infiltra nas estruturas do Estado. É também um relato sobre resistência, coragem e a necessidade de não naturalizar a violência", afirmou Freixo durante o lançamento.
PublicidadeCom prefácio de Wagner Moura, a obra traça um panorama das últimas décadas da política fluminense, abordando o avanço das milícias, a relação entre crime, política e poder, além dos desafios da segurança pública no estado. O livro mistura relato pessoal e análise política para refletir sobre o futuro do Rio e do Brasil.
Freixo relembra sua atuação como professor, ativista de direitos humanos e parlamentar, com destaque para a presidência da CPI das Milícias na Alerj, considerada um marco no combate aos grupos paramilitares. A narrativa também recupera episódios de ameaças sofridas ao longo da vida pública e a memória de Marielle Franco, assassinada em 2018.
"Esse livro não é apenas sobre a minha trajetória, mas sobre o que o Rio de Janeiro se tornou nas últimas décadas e os riscos que a democracia enfrenta quando o crime organizado se infiltra nas estruturas do Estado. É também um relato sobre resistência, coragem e a necessidade de não naturalizar a violência", afirmou Freixo durante o lançamento.
Leia mais

Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.