Publicado 26/06/2026 18:27
A sexta-feira (26) teve clima de pré-campanha estadual em Cabo Frio. Em entrevista exclusiva à Rádio RCFM, o pré-candidato ao Governo do Estado, Eduardo Paes (PSD), deu uma espécie de aperitivo do discurso que pretende levar pelo Rio nos próximos meses: menos briga política, mais conversa com os prefeitos e um olhar especial para a Região dos Lagos. E fez isso do jeito que costuma fazer: entre uma brincadeira e outra, sem fugir das perguntas.
Paes contou que está percorrendo o estado numa agenda de escuta e deixou claro que pretende tratar o interior como protagonista, não como coadjuvante. Citou a Laguna de Araruama como um patrimônio subaproveitado, defendeu investimentos na cadeia do pescado, voltou a falar da implantação de uma hidrovia — que, segundo ele, "já deveria existir" — e disse que o turismo precisa ser tratado como política de Estado.
No roteiro de elogios, um destaque especial para Iguaba Grande. O pré-candidato classificou o projeto da Ilha dos Dinossauros como um exemplo de geração de riqueza aliada à preservação ambiental. Também falou sobre a necessidade de fortalecer a gastronomia local, agregar valor aos atrativos turísticos e resolver um velho gargalo regional: a falta de voos regulares no Aeroporto de Cabo Frio.
Ao comentar o cenário político, Paes fez questão de evitar qualquer clima de confronto. Elogiou o prefeito de Cabo Frio, Dr. Serginho (PL), afirmando que ele é "um cara de bom nível" e que espera trabalhar em parceria caso seja eleito.
"Não quero saber de briga local. Não esperem de mim hostilidade. O Rio está muito ferrado para a gente ficar brigando", afirmou. Na mesma linha, disse que pretende acabar com a cultura de prefeitos dependerem de deputados para intermediar demandas junto ao governo estadual. "Quem conhece a região é o prefeito e os vereadores. Minha ideologia é o Estado", resumiu.
Na segurança pública, endureceu o discurso contra a influência do crime organizado na política e defendeu uma gestão profissionalizada, integrada e menos concentrada na capital. Já na pauta ambiental, voltou a defender o desenvolvimento sustentável e afirmou que o Rio precisa aprender a crescer sem depender apenas dos royalties do petróleo.
No tradicional bate-pronto da entrevista, deixou um "like" para o povo fluminense, que, segundo ele, "apesar de tanto governo delinquente, consegue produzir", e reservou o "deslike" para "essa corja, essa máfia que tomou conta do Rio de Janeiro, se associou ao crime organizado e roubou muito". Finalizou dizendo que acredita que "eles não prosperarão". A pré-campanha está só começando, mas o tom do discurso, ao menos por enquanto, já está dado.
PublicidadePaes contou que está percorrendo o estado numa agenda de escuta e deixou claro que pretende tratar o interior como protagonista, não como coadjuvante. Citou a Laguna de Araruama como um patrimônio subaproveitado, defendeu investimentos na cadeia do pescado, voltou a falar da implantação de uma hidrovia — que, segundo ele, "já deveria existir" — e disse que o turismo precisa ser tratado como política de Estado.
No roteiro de elogios, um destaque especial para Iguaba Grande. O pré-candidato classificou o projeto da Ilha dos Dinossauros como um exemplo de geração de riqueza aliada à preservação ambiental. Também falou sobre a necessidade de fortalecer a gastronomia local, agregar valor aos atrativos turísticos e resolver um velho gargalo regional: a falta de voos regulares no Aeroporto de Cabo Frio.
Ao comentar o cenário político, Paes fez questão de evitar qualquer clima de confronto. Elogiou o prefeito de Cabo Frio, Dr. Serginho (PL), afirmando que ele é "um cara de bom nível" e que espera trabalhar em parceria caso seja eleito.
"Não quero saber de briga local. Não esperem de mim hostilidade. O Rio está muito ferrado para a gente ficar brigando", afirmou. Na mesma linha, disse que pretende acabar com a cultura de prefeitos dependerem de deputados para intermediar demandas junto ao governo estadual. "Quem conhece a região é o prefeito e os vereadores. Minha ideologia é o Estado", resumiu.
Na segurança pública, endureceu o discurso contra a influência do crime organizado na política e defendeu uma gestão profissionalizada, integrada e menos concentrada na capital. Já na pauta ambiental, voltou a defender o desenvolvimento sustentável e afirmou que o Rio precisa aprender a crescer sem depender apenas dos royalties do petróleo.
No tradicional bate-pronto da entrevista, deixou um "like" para o povo fluminense, que, segundo ele, "apesar de tanto governo delinquente, consegue produzir", e reservou o "deslike" para "essa corja, essa máfia que tomou conta do Rio de Janeiro, se associou ao crime organizado e roubou muito". Finalizou dizendo que acredita que "eles não prosperarão". A pré-campanha está só começando, mas o tom do discurso, ao menos por enquanto, já está dado.
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