Ramon GidalteFoto: Reprodução redes sociais
Publicado 15/07/2026 16:25
Tem gente tentando vender a versão de que o problema é exclusivamente da empresa terceirizada. Mas, nos bastidores de Casimiro de Abreu, a história contada por empresários e trabalhadores é bem diferente.
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Os profissionais que atuam na Educação continuam sem receber salários, enquanto a discussão pública tenta desviar o foco para a prestadora de serviço. Só que a pergunta feita por quem está esperando o dinheiro cair na conta é simples: se a Prefeitura não efetua os repasses previstos em contrato, como a empresa mantém a folha de pagamento?
A situação já virou motivo de revolta contra o prefeito Ramon Gidalte (PL). Trabalhadores relatam dificuldades para honrar compromissos básicos, enquanto empresários afirmam estar sustentando a operação por meses, sem receber os valores devidos pelo Município.
E, segundo relatos de pessoas que atuam com contratos públicos na cidade, esse não seria um episódio isolado. Nos bastidores, há quem diga que atrasos semelhantes já ocorreram em outras áreas da administração, obrigando fornecedores a assumir custos enquanto aguardam pagamentos da Prefeitura.
Se essas informações estiverem corretas, o problema deixa de ser apenas da empresa contratada e passa a ser uma questão de gestão.
No fim das contas, vale o velho ditado: entre o mar e o rochedo, quem sofre é o marisco. Enquanto Prefeitura e empresa trocam responsabilidades, quem trabalhou continua esperando pelo salário. A prefeitura de Casimiro de Abreu cheia de dinheiro, não quer pagar. Estranho, hein? Há quem diga, inclusive, que tem esquema nisso.
Agora, resta ao governo do prefeito Ramon Gidalte esclarecer uma pergunta que interessa muito mais do que qualquer disputa de narrativas: quando os profissionais da Educação vão receber pelo trabalho que já prestaram?
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