Publicado 23/07/2026 13:43
Casimiro de Abreu - A Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e bens de pessoas físicas e empresas investigadas por suspeita de envolvimento em um esquema de fraudes em contratos públicos com a Prefeitura de Casimiro de Abreu. A decisão, cumprida nesta quinta-feira (23), prevê o sequestro de bens e valores de até R$ 270 milhões.
A medida foi solicitada pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), e autorizada pelo Juízo da 3ª Vara Criminal Especializada da Comarca da Capital.
De acordo com o MPRJ, a investigação apura a suposta prática de lavagem de dinheiro ligada a contratos firmados entre três empresas e o Município de Casimiro de Abreu.
Durante as apurações, os investigadores identificaram indícios de irregularidades em processos licitatórios, concentração de contratos nas empresas investigadas e movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a capacidade econômica dos envolvidos.
A coluna também recebeu a informação de que alguns secretários municipais estariam vinculados às empresas investigadas, atuando como funcionários dessas companhias.
O bloqueio de bens tem como objetivo garantir eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que poderão ser utilizados caso as suspeitas sejam confirmadas ao longo do processo.
Até o momento, o Ministério Público não divulgou os nomes dos investigados nem das empresas envolvidas. As investigações seguem em andamento.
PublicidadeA medida foi solicitada pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), e autorizada pelo Juízo da 3ª Vara Criminal Especializada da Comarca da Capital.
De acordo com o MPRJ, a investigação apura a suposta prática de lavagem de dinheiro ligada a contratos firmados entre três empresas e o Município de Casimiro de Abreu.
Durante as apurações, os investigadores identificaram indícios de irregularidades em processos licitatórios, concentração de contratos nas empresas investigadas e movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a capacidade econômica dos envolvidos.
A coluna também recebeu a informação de que alguns secretários municipais estariam vinculados às empresas investigadas, atuando como funcionários dessas companhias.
O bloqueio de bens tem como objetivo garantir eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que poderão ser utilizados caso as suspeitas sejam confirmadas ao longo do processo.
Até o momento, o Ministério Público não divulgou os nomes dos investigados nem das empresas envolvidas. As investigações seguem em andamento.
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