Publicado 14/04/2026 00:00
Passei a ser constantemente exposto pelo meu gestor diante da equipe, com cobranças excessivas, críticas em tom agressivo e mensagens fora do horário de expediente exigindo respostas imediatas. Com o tempo, a situação evoluiu para comentários que colocavam em dúvida minha capacidade profissional, gerando constrangimento e insegurança. Fiquei sem saber se isso faz parte da rotina ou se já é algo mais grave, enquanto comecei a sentir ansiedade, queda no desempenho e medo constante de errar. O que devo fazer?
PublicidadeAnônimo, Méier.
Segundo o advogado Matheus Martins, ser cobrado no trabalho não é ilegal. “Toda empresa pode fiscalizar atividades, exigir resultados e corrigir falhas, mas existe um limite entre cobrança legítima e violência psicológica. Quando o gestor transforma a pressão em humilhação recorrente, expõe o empregado diante da equipe, adota tom agressivo, desqualifica sua capacidade profissional e invade seu tempo de descanso com mensagens que exigem resposta imediata, a situação deixa de ser mero desgaste da rotina e pode configurar assédio moral”, explica.
Ele reforça que o assédio moral não é um episódio isolado, mas a repetição de condutas abusivas que atingem a dignidade do trabalhador e tornam o ambiente hostil e emocionalmente desgastante. “Quando o profissional passa a trabalhar com medo, ansiedade e sensação permanente de inadequação, há um forte indicativo de que o limite foi ultrapassado”, pontua.
Tratar esse tipo de prática como normal é um erro. Cobrança por desempenho não autoriza constrangimento, intimidação ou exposição vexatória. Quando o gestor desestabiliza em vez de liderar, a questão deixa de ser apenas profissional e passa a ser jurídica.
Se você se identifica com essa situação, registrar os episódios e buscar orientação especializada pode ser um passo importante para se proteger, salienta o advogado Átila Nunes do serviço www.reclamar adianta com br. O atendimento é gratuito pelo e-mail jurídico@reclamaradianta.com.br ou pelo WhatsApp (21) 993289328.
Segundo o advogado Matheus Martins, ser cobrado no trabalho não é ilegal. “Toda empresa pode fiscalizar atividades, exigir resultados e corrigir falhas, mas existe um limite entre cobrança legítima e violência psicológica. Quando o gestor transforma a pressão em humilhação recorrente, expõe o empregado diante da equipe, adota tom agressivo, desqualifica sua capacidade profissional e invade seu tempo de descanso com mensagens que exigem resposta imediata, a situação deixa de ser mero desgaste da rotina e pode configurar assédio moral”, explica.
Ele reforça que o assédio moral não é um episódio isolado, mas a repetição de condutas abusivas que atingem a dignidade do trabalhador e tornam o ambiente hostil e emocionalmente desgastante. “Quando o profissional passa a trabalhar com medo, ansiedade e sensação permanente de inadequação, há um forte indicativo de que o limite foi ultrapassado”, pontua.
Tratar esse tipo de prática como normal é um erro. Cobrança por desempenho não autoriza constrangimento, intimidação ou exposição vexatória. Quando o gestor desestabiliza em vez de liderar, a questão deixa de ser apenas profissional e passa a ser jurídica.
Se você se identifica com essa situação, registrar os episódios e buscar orientação especializada pode ser um passo importante para se proteger, salienta o advogado Átila Nunes do serviço www.reclamar adianta com br. O atendimento é gratuito pelo e-mail jurídico@reclamaradianta.com.br ou pelo WhatsApp (21) 993289328.
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