Carla Diaz assume papel de vilã em nova novela vertical da GloboGloboplay/Divulgação
Publicado 21/06/2026 05:00
Rio – Conhecida por seus papéis em "A Força do Querer" (2017), "O Clone" (2001), e "Chiquititas" (1997), Carla Diaz assume o papel de vilã em "Então é Amor?", nova novela vertical, formato desenvolvido para o consumo em celulares, com episódios curtos, do Globoplay. Na história criada por Gustavo Reiz e com direção de Marcelo Zambelli, a atriz interpreta Liz, que por trás de um jeito doce e delicado, se mostra bem manipuladora e disposta a tudo para manter o noivo, Vicente (Micael Borges), ao seu lado. 
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"Essa é minha primeira vilã de novela mais tradicional, até então eu tinha feito personagens que, de fato, eram vilãs, mas em outros segmentos, por exemplo, tendo base em casos reais. A Carine da 'Força do Querer' (2017), eu não a vi como uma vilã porque ela ia total para o lado da comédia, mas enfim, dessa vez eu estou encarando como uma primeira vilãzona mesmo", analisa.
Carla comenta que o papel da antagonista lhe dá mais liberdade, ao contrário de uma mocinha. "Interpretar uma vilã é muito prazeroso, porque tem camadas, contradições, fala o que pensa sem pedir desculpas e tem aquele humor ácido. O público pode odiar a personagem, mas pode amar vê-la em cena, esse é o grande desafio do meu trabalho", comenta a artista.
Em uma das sequências da produção, a personagem Liz faz referência a icônica Carminha, vivida por Adriana Esteves, em "Avenida Brasil" (2012). "Uma sacada brilhante do Gustavo Reiz", elogia Carla. A atriz também diz que entre suas referências para dar vida à vilã, que não poupará esforços para afastar Vicente e Rosa (Arianne Botelho) na novela vertical, está Nazaré Tedesco (Renata Sorrah), de "Senhora do Destino" (2004-2005), e Branca (Susana Vieira), de "Por Amor" (1997-1998). 
Carla descreve a experiência de gravar a novela vertical como "incrível" e opina sobre os microdramas. "Com o avanço da internet é tanta coisa rápida, tanta informação rápida que a dramaturgia tem que acompanhar essa evolução. Acredito muito que o convencional, que é cultural, ainda tem o seu espaço, mas tenho certeza de que o brasileiro também vai mergulhar nessas histórias (microdramas), porque são rápidas de assistir e você também vai poder prestigiar atores que já estão na estrada há muitos anos e atores novos. É uma ótima janela para o nosso presente e futuro", acredita. 
*Reportagem da estagiária Isabela Bitencourt, sob supervisão de Isabelle Rosa
 

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