Publicado 03/03/2025 04:30 | Atualizado 03/03/2025 07:45

Mangueira foi a quarta escola a passar pela SapucaíReginaldo Pimenta / Agência O Dia
Sidney França fez estreia pela Mangueira como carnavalescoReginaldo Pimenta / Agência O Dia
Comissão de frente foi destaque na MangueiraReginaldo Pimenta / Agência O Dia
Sidney França fez estreia pela Mangueira como carnavalescoReginaldo Pimenta / Agência O Dia
Comissão de frente foi destaque na MangueiraReginaldo Pimenta / Agência O Dia
Mangueira trouxe enredo sobre povo bantuReginaldo Pimenta / Agência O Dia
Mangueira fechou o primeiro dia de desfiles do EspecialReginaldo Pimenta / Agência O Dia
Mangueira fechou o primeiro dia de desfiles do EspecialPedro Teixeira/ Agência O Dia
Mangueira busca título que não vem desde 2019Pedro Teixeira/ Agência O Dia
Mangueira teve problemas alegóricosPedro Teixeira/ Agência O Dia
Mangueira trouxe enredo sobre povo bantuPedro Teixeira/ Agência O Dia
Mangueira foi a quarta escola a passar pela SapucaíPedro Teixeira/ Agência O Dia
Sidney França fez estreia pela Mangueira como carnavalescoPedro Teixeira/ Agência O Dia
Comissão de frente foi destaque na MangueiraPedro Teixeira/ Agência O Dia
Rio - Uma das escolas mais tradicionais do Carnaval do Rio, a Mangueira trouxe para a Sapucaí um enredo sobre o povo bantu, principal grupo étnico oriundo da África, que foi escravizado no Brasil. A Comissão de Frente foi o principal destaque da agremiação que teve alguns problemas nas alegorias.
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