Publicado 15/01/2026 16:02 | Atualizado 15/01/2026 16:08
Rio - Aline Daflor, mãe da rainha de bateria da Beija-Flor de Nilópolis, Lorena Raíssa, recebeu convite da diretoria para integrar o time de destaques de chão.
Filha do compositor Jorge Damu, Aline cresceu dentro da agremiação. Passou pela ala de passistas e foi diretora de ala. Em paralelo, criou seus cinco filhos e, hoje, acompanha o crescimento dos netos, mantendo viva a tradição da família com a escola.
“Quando a Lorena nasceu, eu tinha acabado de voltar da Marquês de Sapucaí e o meu ônibus foi direto pro hospital. Outros três ônibus vieram atrás em comboio, e ela chegou cercada pela nossa comunidade. A Beija-Flor é tudo na nossa vida. Vivo mais aqui do que em casa. Foi aqui que criei meus filhos e hoje crio meus netos, ensinando o amor ao nosso pavilhão”, relembra Aline, que viralizou nas redes sociais após participar de um ensaio de rua.
PublicidadeFilha do compositor Jorge Damu, Aline cresceu dentro da agremiação. Passou pela ala de passistas e foi diretora de ala. Em paralelo, criou seus cinco filhos e, hoje, acompanha o crescimento dos netos, mantendo viva a tradição da família com a escola.
“Quando a Lorena nasceu, eu tinha acabado de voltar da Marquês de Sapucaí e o meu ônibus foi direto pro hospital. Outros três ônibus vieram atrás em comboio, e ela chegou cercada pela nossa comunidade. A Beija-Flor é tudo na nossa vida. Vivo mais aqui do que em casa. Foi aqui que criei meus filhos e hoje crio meus netos, ensinando o amor ao nosso pavilhão”, relembra Aline, que viralizou nas redes sociais após participar de um ensaio de rua.
Para o presidente Almir Reis, a escolha simboliza a essência da escola. “Valorizar as pérolas da casa é um princípio da Beija-Flor. Aline é uma dessas joias que sustentam a nossa história no chão da quadra, no barracão e na vida da comunidade. Colocá-la em lugar de destaque é reconhecer quem construiu essa escola com amor, trabalho e pertencimento.”
A atual campeã levará à Sapucaí o enredo "Bembé", desenvolvido pelo carnavalesco João Vitor Araújo, que homenageia uma das mais importantes celebrações de matriz africana do recôncavo baiano, reconhecida como patrimônio cultural brasileiro.
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