Publicado 16/02/2026 03:20
Rio - Aos 93 anos, Madalena Sacaca, viúva de Mestre Sacaca, grande homenageado da noite pela Estação Primeira de Mangueira, viajou de Macapá até o Rio de Janeiro para presenciar o desfile que conta a história do marido.
PublicidadePara ela, a viagem não foi um problema, já que estava acostumada a viajar de avião com o marido para conhecer outros estados do Brasil.
"Estou me sentindo muito bem aqui. É muito bom poder presenciar essa homenagem. Não é porque ele morreu, mas ele foi uma pessoa muito boa”, disse.
Segundo a viúva, o marido, que foi Rei Momo no Amapá, já recebia diversas homenagens em sua terra natal, ainda em vida.
Mestre Sacaca foi um homem que fez a diferença, especialmente entre as pessoas de menor condição financeira, e que sempre enxergou a natureza como um meio de integração entre o ser humano e o ambiente natural.
Para contar a sua história, o enredo foi dividido em cinco setores, cada um representando um tipo de encanto tucuju e destacando o envolvimento de Mestre Sacaca com a cultura afro-indígena.
No último carro alegórico desfilam os familiares do homenageado. São mais de 30 parentes, entre sobrinhos, filhos, netos e até bisnetos.
A Verde e Rosa é a quarta e última escola a desfilar na madrugada desta segunda-feira (16), encerrando a primeira noite de apresentações do Grupo Especial.
Mestre Sacaca foi um homem que fez a diferença, especialmente entre as pessoas de menor condição financeira, e que sempre enxergou a natureza como um meio de integração entre o ser humano e o ambiente natural.
Para contar a sua história, o enredo foi dividido em cinco setores, cada um representando um tipo de encanto tucuju e destacando o envolvimento de Mestre Sacaca com a cultura afro-indígena.
No último carro alegórico desfilam os familiares do homenageado. São mais de 30 parentes, entre sobrinhos, filhos, netos e até bisnetos.
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