Juju Salimeni e Diogo Basaglia revelam previsão para o casamento e falam sobre divisão de contasReprodução
Publicado 04/03/2026 20:56 | Atualizado 04/03/2026 22:31
Juju Salimeni e Diogo Basaglia abriram a intimidade do relacionamento ao responder perguntas de seguidores em uma edição especial que celebra o 100º episódio do Podshape, atração comandada pelo casal. 
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Durante a conversa, os dois foram questionados sobre quando pretendem oficializar a união. Juju explicou que o casamento deve acontecer depois do Mr. Olympia, tradicional campeonato mundial de fisiculturismo realizado em outubro.

“Depois de outubro”, disse a apresentadora. Diogo então sugeriu um período mais específico: “Dezembro”. Juju brincou que o mês coincide com as festas de Natal, e o atleta comentou que poderia ser um pouco antes. “Antes”, afirmou. “Tá marcado, gente? Meu Deus, consegui marcar”, reagiu ela, em tom bem-humorado.

Os dois também chegaram a comentar sobre um possível dia. Basaglia disse gostar do número sete. Juju, por sua vez, afirmou que ainda pretende consultar a numerologia antes de bater o martelo. “Eu vou ver a numerologia. Calma, porque eu acredito”, destacou, deixando claro que a data ainda pode sofrer alterações.

Outro assunto levantado pelos seguidores foi a forma como o casal lida com dinheiro. Juju contou que, quando eles saem para jantar ou viajar, geralmente é Diogo quem paga.

“Quando a gente sai, é ele que paga a conta sempre, claro. E viagens também”, afirmou.

O atleta explicou que, apesar disso, as despesas da casa são divididas entre os dois. Já os gastos fora de casa ficam por conta dele. Basaglia disse que essa postura tem relação com a educação que recebeu.

“Pela minha criação, mesmo a Juliana sendo uma mulher totalmente independente e bem-sucedida, eu não conseguiria deixar ela pagar”, comentou.

Juju ponderou que também não concorda com a ideia de que o homem precisa arcar com tudo no relacionamento. “Eu não tenho essa de que o homem tem que bancar a casa. Só faria sentido se a mulher não tivesse condições ou não trabalhasse. Eu me sentiria mal sendo completamente sustentada”, concluiu.
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