Publicado 20/04/2026 18:26 | Atualizado 20/04/2026 18:52
Rio - A atriz Isabelle Drummond participou do programa "Encontro com Patrícia Poeta" nesta segunda-feira (20). Discreta nas redes sociais e afastada das novelas desde "Verão 90", de 2019, ela falou sobre seu estilo e como faz para manter contato com os fãs mesmo sem estar nas telinhas.
Publicidade"Eu não penso tanto, é mais um estilo de vida, algo mais natural. Eu tento me comunicar com os fãs, principalmente um fã clube mais antigo. Sempre que estou numa cidade que tem uma pessoa líder de fã clube eu encontro. Eu tento acompanhar porque essas pessoas são importantíssimas no nosso trabalho, fortalecem e foram super incentivadoras para eu voltar a fazer novela", destacou a atriz, que vinha se dedicando mais a papéis por trás das câmeras e em produzir projetos pessoais que queria desenvolver.
Ainda sobre seu afastamento das telinhas, Isabelle refletiu sobre a importância de dar uma pausa entre trabalhos.
"Eu acho que tem hora que é importante você se entender um pouco, eu acho sempre saudável pro ator ter um espaço entre um trabalho e outro, ter uma construção pessoal e se entender no meio disso. Como eu vim desde muito cedo trabalhando eu tive poucos intervalos, mesmo na adolescência, e aí depois dos 18 emendei umas oito novelas, então tem uma hora que você precisa falar assim: o que é real?", falou à Patrícia Poeta. Ela frisou que aprende muito com os personagens, mas que ainda assim é preciso respirar individualmente. "Elas ensinam muito pra gente, mas às vezes é importante você fortalecer a sua identidade também no meio disso", disse.
A atriz, que teve seu primeiro papel de destaque na série "Sítio do Picapau Amarelo" aos 7 anos, falou também sobre a importância que trabalhar desde cedo teve em sua vida. "Eu me orgulho ter conseguido entender o ofício e equilibrado isso, porque eu passei a minha infância e adolescência trabalhando, então eu acho que eu consegui entender como é trabalhar muito cedo, entendi o ambiente de trabalho e adquiri uma responsabilidade com aquilo, então não era uma brincadeira pra mim".
Apesar da disciplina, relembrou que teve uma infância agitada e divertida. "Eu era uma criança extremamente espoleta, aproveitava tudo nos bastidores, subia nas árvores, fugia da produção, mas ali gravando eu sabia o texto, então eu administrava várias coisas ao mesmo tempo, eu tinha uma memória muito ágil e depois eu fui entendendo essa organização".
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