Publicado 05/05/2026 07:45 | Atualizado 05/05/2026 07:47
Rio - Paolla Oliveira marcou presença na plateia para prestigiar o novo trabalho de Taís Araujo nos palcos cariocas. A atriz compartilhou registros do encontro nesta segunda-feira (4) e fez questão de destacar a potência do espetáculo e a atuação da amiga no primeiro monólogo dela, “Mudando de Pele”, que chegou aos palcos no dia 23 de abril de 2026, no Teatro Sesc Ginástico, no Rio, e marca o retorno da atriz ao teatro depois de cinco anos.
Publicidade“Que obra preciosa, com tantas camadas e tanta simplicidade. Taís e a alegria ver você brilhando no palco. Parabéns a toda essa equipe sensível. E sorte a nossa por conseguir viver essa experiência com vocês. Vida longa a ‘Mudando de Pele’”, escreveu. O reencontro das artistas acontece após a parceria recente no remake de "Vale Tudo", projeto que aproximou ainda mais as duas.
Na montagem, Taís interpreta Mayah, uma mulher prestes a completar 40 anos que enfrenta um momento de ruptura pessoal. Insatisfeita com o trabalho e com um relacionamento desgastado, a personagem passa a revisitar suas escolhas e a buscar novos caminhos.
A narrativa ganha novos contornos a partir do encontro com outras mulheres negras que ampliam sua visão de mundo. Entre elas estão Mildred, uma ativista jamaicana de 90 anos, e Kemi, jovem de espírito livre, que ajudam a conduzir a protagonista por um processo de transformação.
O espetáculo também incorpora música e poesia com a participação da multiartista Dani Nega e da musicista Layla. A proposta mistura linguagens e propõe uma reflexão sobre liberdade, pertencimento e reinvenção, em uma montagem que aposta no encontro de gerações e experiências.
A narrativa ganha novos contornos a partir do encontro com outras mulheres negras que ampliam sua visão de mundo. Entre elas estão Mildred, uma ativista jamaicana de 90 anos, e Kemi, jovem de espírito livre, que ajudam a conduzir a protagonista por um processo de transformação.
O espetáculo também incorpora música e poesia com a participação da multiartista Dani Nega e da musicista Layla. A proposta mistura linguagens e propõe uma reflexão sobre liberdade, pertencimento e reinvenção, em uma montagem que aposta no encontro de gerações e experiências.
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