Publicado 09/06/2026 12:20 | Atualizado 09/06/2026 13:24
Rio - Nicole Bahls comentou o receio de seguir carreira na política durante participação no "ErikaPod", podcast, apresentado pela deputada federal Erika Hilton, que foi ao ar nesta segunda-feira (8). A ex-BBB, ainda, mencionou o caso de Marielle Franco, assassinada a tiros em 2018.
PublicidadeAo falar sobre posicionamentos políticos, Nicole afirmou que costuma se identificar com pautas voltadas à população mais vulnerável. "A única coisa que eu sei é que eu sou sempre a favor do povo. Precisa de saúde, melhorar a saúde, precisa de colégio. O trabalhador precisa de descanso, então meu lado vai ser sempre para os que mais precisam", declarou.
Durante a conversa, Nicole reforçou que ainda não sente que tem conhecimento suficiente sobre o assunto. "Quando eu aprender com a Erika Hilton, amor, aí meu discurso vai chegar mais...", disse. Em seguida, Erika imaginou uma candidatura futura da ex-BBB. "Aí a gente vai ter Nicole candidata a deputada, candidata ao Senado...", afirmou.
Foi então que Nicole mencionou um dos motivos pelos quais não se vê ocupando cargos políticos. "Eu tenho medo de morrer matada!". Questionada por Erika, a influenciadora citou o assassinato da vereadora Marielle Franco. "Não, eu tenho medo depois de Marielle, amiga", revelou.
Erika concordou com a preocupação da convidada, mas destacou a importância da resistência. "Essa é a visão da política brasileira, né? Eu te entendo. Mas não vai não, amiga, que a gente é resistência".
Nicole ainda comentou sobre os desafios enfrentados por quem atua na vida pública. "Aí você tem que andar com segurança o tempo todo, e ainda para ajudar a gente, as pessoas querem fazer maldade com gente que está lutando para ajudar a gente", disse. Ao final da conversa, Erika reforçou: "A gente vai vencendo, a gente vai abrindo caminho", declarou.
Caso Marielle Franco
Marielle Franco foi assassinada a tiros em 14 de março de 2018, no centro do Rio de Janeiro, quando voltava de um evento voltado ao fortalecimento de mulheres negras. O motorista Anderson Gomes, que conduzia o veículo, também morreu no ataque. O caso teve grande repercussão no Brasil e no exterior.
Eleita vereadora do Rio de Janeiro em 2016, Marielle era socióloga, ativista dos direitos humanos e uma das principais vozes na defesa de mulheres, pessoas negras, moradores de favelas e da população LGBTQIA+. Sua atuação política era marcada pela denúncia de violações de direitos e pela cobrança de políticas públicas voltadas a grupos historicamente marginalizados.
Após anos de investigação, os executores do crime foram condenados pela Justiça. Em 2024, a Polícia Federal concluiu o inquérito sobre os mandantes do assassinato, apontando motivação relacionada à atuação política da vereadora. O caso segue sendo uma das referências mais citadas quando se discutem violência política e riscos enfrentados por agentes públicos no Brasil.
Marielle Franco foi assassinada a tiros em 14 de março de 2018, no centro do Rio de Janeiro, quando voltava de um evento voltado ao fortalecimento de mulheres negras. O motorista Anderson Gomes, que conduzia o veículo, também morreu no ataque. O caso teve grande repercussão no Brasil e no exterior.
Eleita vereadora do Rio de Janeiro em 2016, Marielle era socióloga, ativista dos direitos humanos e uma das principais vozes na defesa de mulheres, pessoas negras, moradores de favelas e da população LGBTQIA+. Sua atuação política era marcada pela denúncia de violações de direitos e pela cobrança de políticas públicas voltadas a grupos historicamente marginalizados.
Após anos de investigação, os executores do crime foram condenados pela Justiça. Em 2024, a Polícia Federal concluiu o inquérito sobre os mandantes do assassinato, apontando motivação relacionada à atuação política da vereadora. O caso segue sendo uma das referências mais citadas quando se discutem violência política e riscos enfrentados por agentes públicos no Brasil.
Confira o episódio do "ErikaPod" com Nicole Bahls na íntegra:
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