Publicado 22/06/2026 11:22
Rio - Maíra Cardi, de 42 anos, usou o TikTok para falar sobre as complicações que enfrenta após a aplicação de PMMA (polimetilmetacrilato) no rosto. Em um vídeo publicado nesta semana, a influenciadora mostrou áreas elevadas na face e explicou que o material continua provocando reações anos depois do procedimento.
Publicidade"Isso é o produto tentando rasgar a minha cara", afirmou Maíra ao exibir as marcas. Apesar do desconforto estético, ela disse encarar a situação com tranquilidade. "Eu sou muito desapegada, porque qualquer outra mulher estaria chorando", comentou.
A empresária contou que procurou orientação médica para avaliar possíveis formas de tratamento. Segundo ela, uma das alternativas apresentadas envolveria uma cirurgia extensa para remover parte do produto, mas o procedimento também traria riscos.
A empresária contou que procurou orientação médica para avaliar possíveis formas de tratamento. Segundo ela, uma das alternativas apresentadas envolveria uma cirurgia extensa para remover parte do produto, mas o procedimento também traria riscos.
De acordo com Maíra, o especialista explicou que seria possível retirar parte do material por meio de uma intervenção cirúrgica, mas que regiões como a maçã do rosto não poderiam ser manipuladas devido à proximidade com estruturas nervosas. Por esse motivo, ela decidiu adiar qualquer procedimento mais invasivo. "Eu vou esperar mais um pouco", disse.
Ao compartilhar a experiência, a influenciadora afirmou que seu objetivo é alertar outras pessoas sobre os riscos associados ao PMMA. Ela criticou a utilização da substância em procedimentos estéticos e afirmou que muitos pacientes ainda recebem informações equivocadas sobre o produto.
O PMMA foi amplamente utilizado como preenchedor em procedimentos estéticos durante anos, mas passou a ser alvo de preocupação devido aos relatos de complicações, rejeições e deformidades. Em maio deste ano, o Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu o uso da substância para preenchimentos com finalidade estética ou reparadora. A única exceção prevista é para casos específicos de lipodistrofia em pacientes com HIV, em unidades credenciadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Ao compartilhar a experiência, a influenciadora afirmou que seu objetivo é alertar outras pessoas sobre os riscos associados ao PMMA. Ela criticou a utilização da substância em procedimentos estéticos e afirmou que muitos pacientes ainda recebem informações equivocadas sobre o produto.
O PMMA foi amplamente utilizado como preenchedor em procedimentos estéticos durante anos, mas passou a ser alvo de preocupação devido aos relatos de complicações, rejeições e deformidades. Em maio deste ano, o Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu o uso da substância para preenchimentos com finalidade estética ou reparadora. A única exceção prevista é para casos específicos de lipodistrofia em pacientes com HIV, em unidades credenciadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
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