Colin Farell fala sobre encontro com Maradona em 2005Reprodução/Instagram
Publicado 02/07/2026 13:46 | Atualizado 02/07/2026 14:01
Rio – O ator Colin Farell, de 50 anos, relembrou o beijo no jogador de futebol argentino Diego Maradona. Ele contou detalhes sobre o momento em entrevista ao programa norte-americano "After Hours" com o apresentador James Corden, 21 anos após o ocorrido.

Conhecido por filmes como "Os Banshees de Inisherin" (2022) e "Batman" (2022), e pela série "Pinguim" (2024), o irlandês revelou que o encontro aconteceu na pausa das gravações de um filme no Uruguai em 2005. Na ocasião, ele decidiu visitar o país vizinho com o pai. 
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"Estávamos filmando no Uruguai e houve um problema que fez com que as filmagens fossem adiadas por uma semana. Meu pai estava comigo, era a primeira vez que ele me visitava em um set de filmagem e decidimos ir a Buenos Aires para comer carne, tomar uns drinques e ver como as pessoas dançam tango na rua, como dizem que fazem lá, e fomos", falou.

No hotel, recomendaram uma boate para Farell e o pai. Nela, eles viram o jogador. "Conseguimos uma mesa em um canto, pedimos nossas primeiras bebidas e então ouvi uma comoção na porta da frente, que ficava a uns 12 ou 15 metros de distância. Eu olhei… Nunca vou me esquecer. Havia lanternas e flashes, e cerca de 15 ou 20 pessoas em semicírculo se afastando de nós. As luzes se apagaram. Não estou brincando. Uma brecha se abriu e lá estava ele. Um gênio da poesia, com 1,65 metro de altura."

Naquela noite, ocorreu o beijo. Fotos do momento ganharam notoriedade internacionalmente, entre elas, Maradona e o ator aparecem conversando próximos, e, enfim, se beijando. 

O artista disse, ainda, que se encontrou novamente com o argentino. "Quando você encontra seu ídolo, alguém que você idolatra como eu o idolatrava, o gênero não importa. Ele foi magnífico! Na noite seguinte, nos encontramos novamente. A filha dele e meu pai estavam lá naquela noite. Ele tinha dado aquela camisa para mim, autografou, e quando voltei para o quarto do hotel vi que ele não a tinha assinado para 'Colin', mas sim para o meu pai, Ayrman. Imagine, meu pai ficou radiante e, a princípio, eu me senti frustrado, mas depois entendi a importância daquele gesto, que foi uma atitude de classe."
*Reportagem da estagiária Isabela Bitencourt, sob supervisão de Isabelle Rosa
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