Publicado 25/07/2026 05:00
Rio - Celebrar 20 anos de carreira no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro já seria especial por si só. Mas, para Roberta Sá, o show "Tudo Que Cantei Sou", que acontece nesta segunda-feira (27), ganha um significado ainda maior ao ser apresentado ao lado da Nova Orquestra em uma formação composta exclusivamente por mulheres. A apresentação abre a Série Encontros, que propõe o diálogo entre a MPB e a música de concerto.
PublicidadeSegundo a cantora, a presença da orquestra transforma completamente a experiência do espetáculo. "A orquestra traz um brilho, uma cama harmônica, uma riqueza muito maior. As músicas ganham um colorido diferente", afirma.
O repertório também ganha novos contornos por causa da formação feminina. O espetáculo já traz um bloco dedicado às compositoras que marcaram sua trajetória, com canções de nomes como Rosa Passos, Teresa Cristina e Dora Morelenbaum. Para Roberta, reunir esse repertório em uma orquestra formada apenas por mulheres amplia o simbolismo da apresentação.
"Esse momento de homenagem às minhas referências femininas já existia no show. Coroar essa celebração com uma orquestra inteira de mulheres é muito emocionante. Eu sou mãe de uma menina e fico pensando que eu nunca assisti a uma orquestra formada só por mulheres. Ver meninas, jovens e senhoras se sentindo representadas naquele palco é de uma beleza ímpar."
Entre todas as canções do repertório, a cantora destaca uma que ganhou um significado especial após receber os novos arranjos. "'Água Doce', que abre o espetáculo, ficou realmente grandiosa com a orquestra."
'Nem sabia que isso era possível'
O show que chega ao Theatro Municipal começou com um convite da Nova Orquestra para uma apresentação conjunta. Mas a ideia foi ganhando novos contornos durante as conversas. Como estava em turnê com "Tudo Que Cantei Sou", espetáculo que celebra seus 20 anos de carreira, Roberta propôs que justamente esse repertório fosse transformado em um concerto inédito. "Eu achei que seria bonito encerrar essa turnê com essa novidade, com esse acontecimento."
Foi nesse processo que surgiu outro elemento que mudaria completamente a apresentação. Ao descobrir que o concerto seria regido por uma maestra, a cantora fez um pedido. "Eles perguntaram se eu gostaria que fosse uma orquestra inteira de mulheres. Eu nem sabia que isso era possível. Claro que quis viver essa experiência."
Além das instrumentistas, parte dos arranjos também foi escrita por mulheres. Para Roberta, esse encontro representa muito mais do que uma homenagem à própria trajetória. "Acho que existe uma força feminina muito grande nesse projeto. Embora seja uma celebração dos meus 20 anos de carreira, também sinto que ele marca um novo tempo. Todo disco, todo show é um recomeço."
'Venho tentando conquistar essa cidade'
Natural do Rio Grande do Norte e morando no Rio desde os 9 anos, Roberta afirma que cantar no palco do Theatro Municipal representa uma realização construída ao longo de décadas. "Sinto que, desde que cheguei ao Rio, venho tentando conquistar essa cidade. Então, chegar ao palco do Municipal com um show baseado no meu repertório é uma realização muito grande."
A cantora também faz questão de dividir esse momento com o público que a acompanha desde o início da carreira. "Tenho um público muito fiel, muito leal, que não larga a minha mão por nada. Poder celebrar esse amor pela música brasileira junto com eles torna esse momento único."
O show que chega ao Theatro Municipal começou com um convite da Nova Orquestra para uma apresentação conjunta. Mas a ideia foi ganhando novos contornos durante as conversas. Como estava em turnê com "Tudo Que Cantei Sou", espetáculo que celebra seus 20 anos de carreira, Roberta propôs que justamente esse repertório fosse transformado em um concerto inédito. "Eu achei que seria bonito encerrar essa turnê com essa novidade, com esse acontecimento."
Foi nesse processo que surgiu outro elemento que mudaria completamente a apresentação. Ao descobrir que o concerto seria regido por uma maestra, a cantora fez um pedido. "Eles perguntaram se eu gostaria que fosse uma orquestra inteira de mulheres. Eu nem sabia que isso era possível. Claro que quis viver essa experiência."
Além das instrumentistas, parte dos arranjos também foi escrita por mulheres. Para Roberta, esse encontro representa muito mais do que uma homenagem à própria trajetória. "Acho que existe uma força feminina muito grande nesse projeto. Embora seja uma celebração dos meus 20 anos de carreira, também sinto que ele marca um novo tempo. Todo disco, todo show é um recomeço."
'Venho tentando conquistar essa cidade'
Natural do Rio Grande do Norte e morando no Rio desde os 9 anos, Roberta afirma que cantar no palco do Theatro Municipal representa uma realização construída ao longo de décadas. "Sinto que, desde que cheguei ao Rio, venho tentando conquistar essa cidade. Então, chegar ao palco do Municipal com um show baseado no meu repertório é uma realização muito grande."
A cantora também faz questão de dividir esse momento com o público que a acompanha desde o início da carreira. "Tenho um público muito fiel, muito leal, que não larga a minha mão por nada. Poder celebrar esse amor pela música brasileira junto com eles torna esse momento único."
Ao olhar para a jovem que lançou o primeiro disco e compará-la à artista que sobe ao palco nesta segunda-feira, Roberta acredita que a principal transformação aconteceu dentro de si. "Hoje sou uma mulher muito mais segura. Eu era uma jovem muito insegura e preocupada. Com o tempo, aprendi a aproveitar mais o que está acontecendo, a relaxar um pouco e viver cada segundo."
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