Publicado 31/05/2023 18:36
Rio - O "Linha Direta" desta quinta-feira (01) na TV Globo, conta a história de um assassino em série, que causou espanto no Sul do Brasil durante o pico da pandemia. Através de reconstituição, o programa vai abordar o caso do "serial-killer de Curitiba", trazendo três crimes ocorridos em um curto espaço de tempo, por José Tiago Correia Soroka.
As ações truculentas foram registradas entre os meses de abril e maio de 2021, reunindo características em comum, que chamaram a atenção da polícia. As vítimas eram escolhidas através de aplicativos de encontro e sites de relacionamento, com encontros combinados em suas casas, onde o criminoso surpreendia os alvos com golpes, mata-leão e sufocamento. O autor das mortes agia sempre às terças-feiras e chegou a ter um alvo por semana, incluindo um professor, um enfermeiro e um estudante de medicina, todos homens gays e jovens.
O programa vai trazer depoimentos de familiares das vítimas, de testemunhas que conseguiram escapar do assassino, e do psicólogo e perito criminal, Guilherme Bertassoni da Silva, que traça um perfil sobre o psicopata. Soroka foi localizado, preso e condenado em primeira instância a mais de 130 anos de prisão, com o agravante da homofobia, que desde 2019, é crime imprescritível e inafiançável no Brasil. No ano passado, 273 pessoas LGBTQIAP+ sofreram mortes violentas no país, o que nos classifica como um dos mais violentos do mundo contra essa comunidade.
O segundo caso da noite é sobre o assassinato de Renata Ferraz, uma jovem trans, de 16 anos, da cidade de Patos, no sertão da Paraíba. O executor do crime, Giovani de Lima Galdino Silva, segue foragido da justiça desde o ano passado.
O programa vai trazer depoimentos de familiares das vítimas, de testemunhas que conseguiram escapar do assassino, e do psicólogo e perito criminal, Guilherme Bertassoni da Silva, que traça um perfil sobre o psicopata. Soroka foi localizado, preso e condenado em primeira instância a mais de 130 anos de prisão, com o agravante da homofobia, que desde 2019, é crime imprescritível e inafiançável no Brasil. No ano passado, 273 pessoas LGBTQIAP+ sofreram mortes violentas no país, o que nos classifica como um dos mais violentos do mundo contra essa comunidade.
O segundo caso da noite é sobre o assassinato de Renata Ferraz, uma jovem trans, de 16 anos, da cidade de Patos, no sertão da Paraíba. O executor do crime, Giovani de Lima Galdino Silva, segue foragido da justiça desde o ano passado.
Leia mais

Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.