Publicado 19/04/2025 13:19 | Atualizado 19/04/2025 13:26
Rio - Durante uma edição especial do programa "Sem Censura", exibido nesta sexta-feira (18) pela TV Brasil, Cissa Guimarães, de 68 anos, abriu o coração ao falar sobre a morte do filho caçula, Rafael Mascarenhas, que faleceu aos 18 anos após ser atropelado no Túnel Acústico, no Rio de Janeiro, em 2010. Em um desabafo emocionante, a atriz e apresentadora foi às lágrimas ao contar como lida até hoje com a dor da perda.
"É a pior dor do mundo, é a coisa mais difícil do mundo. Tem dias que estou um pano de chão velho. Não é uma coisa que 'aprendi, tá tudo feito'. Não, eu não superei nada. Aliás, essa palavra, superação, me dá um pouquinho de irritação. Eu não superei, não vou superar, não pretendo, não tenho veleidade de superar a amputação que foi a passagem do meu filho", declarou.
Ela ainda afirmou que lida diariamente com a ausência de Rafael e se descreveu como uma mulher "aleijada". "Eu sou uma mulher aleijada. E tenho a certeza também de que eu nunca mais vou ser 100% feliz. Mas eu acho que posso ser 70%. E eu vou correr atrás dos 70%. Porque essa é a minha missão aqui também", afirmou, arrancando lágrimas dos atores Bárbara Paz e Ernesto Piccolo, que participaram do programa como entrevistadores, ao lado de André Marques, ex-colega de Cissa no "Vídeo show", da TV Globo.
Ao longo do relato, Cissa destacou a importância dos outros filhos, João Velho e Tomás Velho, dos netos, amigos e do trabalho como motivação para seguir em frente. "Não só porque eu tenho os meus outros, eu tenho o Tomás, o João, o José, a Aurora, a Filipa, a Andrea. Como eu tenho os meus amigos, o meu trabalho, os meus fãs e eu preciso disso para viver. Eu acho que, em nome do Rafa, para dar dignidade à vida que foi amputada tão cedo dele, eu preciso ser essa mulher em busca da minha felicidade", expressou.
A atriz concluiu o desabafo dizendo que valoriza o tempo que passou ao lado do caçula. "Eu não perdi nada, gente. Eu só ganhei. Eu ganhei 18 anos, do maior amor do mundo, que é o amor de um filho", finalizou.
Rafael era filho de Cissa com o saxofonista Raul Mascarenhas. A apresentadora também é mãe de João e Tomás, frutos do relacionamento com o ator Paulo César Pereio, com quem esteve casada durante 15 anos.
Publicidade"É a pior dor do mundo, é a coisa mais difícil do mundo. Tem dias que estou um pano de chão velho. Não é uma coisa que 'aprendi, tá tudo feito'. Não, eu não superei nada. Aliás, essa palavra, superação, me dá um pouquinho de irritação. Eu não superei, não vou superar, não pretendo, não tenho veleidade de superar a amputação que foi a passagem do meu filho", declarou.
Ela ainda afirmou que lida diariamente com a ausência de Rafael e se descreveu como uma mulher "aleijada". "Eu sou uma mulher aleijada. E tenho a certeza também de que eu nunca mais vou ser 100% feliz. Mas eu acho que posso ser 70%. E eu vou correr atrás dos 70%. Porque essa é a minha missão aqui também", afirmou, arrancando lágrimas dos atores Bárbara Paz e Ernesto Piccolo, que participaram do programa como entrevistadores, ao lado de André Marques, ex-colega de Cissa no "Vídeo show", da TV Globo.
Ao longo do relato, Cissa destacou a importância dos outros filhos, João Velho e Tomás Velho, dos netos, amigos e do trabalho como motivação para seguir em frente. "Não só porque eu tenho os meus outros, eu tenho o Tomás, o João, o José, a Aurora, a Filipa, a Andrea. Como eu tenho os meus amigos, o meu trabalho, os meus fãs e eu preciso disso para viver. Eu acho que, em nome do Rafa, para dar dignidade à vida que foi amputada tão cedo dele, eu preciso ser essa mulher em busca da minha felicidade", expressou.
A atriz concluiu o desabafo dizendo que valoriza o tempo que passou ao lado do caçula. "Eu não perdi nada, gente. Eu só ganhei. Eu ganhei 18 anos, do maior amor do mundo, que é o amor de um filho", finalizou.
Rafael era filho de Cissa com o saxofonista Raul Mascarenhas. A apresentadora também é mãe de João e Tomás, frutos do relacionamento com o ator Paulo César Pereio, com quem esteve casada durante 15 anos.
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