Publicado 21/06/2026 05:00
Rio - Depois de conquistar o público como Consuelo em "Vale Tudo", Belize Pombal retorna ao horário nobre em um papel completamente diferente. Em "Quem Ama Cuida", a atriz interpreta Silvana, uma professora universitária respeitada, inteligente e ambiciosa, que se tornou uma das figuras centrais da disputa pela herança de Arthur Brandão (Antonio Fagundes).
PublicidadeA personagem despertou o interesse da atriz desde os primeiros contatos com a trama. "Está sendo um processo muito enriquecedor e interessante. Na verdade, comecei a olhar para essa personagem e buscar caminhos para investigá-la antes mesmo de assinar o contrato", conta.
No folhetim de Walcyr Carrasco e Amora Mautner, Silvana é viúva de Belmiro, mãe de Tiago (Gui Ferraz) e cunhada de Arthur e Pilar (Isabel Teixeira). Reconhecida no meio acadêmico, ela ganha mais relevância depois da morte do empresário e passa a ocupar uma posição estratégica na disputa pelo patrimônio da família Brandão.
Nos capítulos atuais, Silvana trava uma verdadeira guerra contra Pilar. Sua principal preocupação é garantir os direitos de Tiago diante das tentativas da cunhada de afastá-lo da herança deixada por Arthur. A rivalidade cresce ainda mais quando a vilã passa a questionar a paternidade do rapaz e decide se mudar para a casa que pertencia ao irmão.
Fora das telas, Belize comemora a oportunidade de dividir cenas com Isabel, reconhecida por papéis marcantes na televisão como Maria Bruaca no remake de Pantanal (2022) e Violeta Castilho na novela "Volta Por Cima" (2024-2025). "A Isabel é um deslumbre. Estar em cena com ela já é um deleite, porque você fica assistindo aquela rainha atuar. É um grande presente da vida. Um ser humano inteiro, verdadeiro e disponível. Tenho muita admiração por ela."
Apesar de integrar um núcleo marcado por interesses financeiros, segredos familiares e disputas de poder, Belize acredita que Silvana não pode ser definida apenas como uma vilã. "Ela tem traços de vilania, mas a grande vilã da novela é a Pilar, sem dúvida. A Silvana tem falhas de caráter. Não é uma pessoa que toma atitudes admiráveis na maior parte do tempo, mas não sei se eu a classificaria exatamente como vilã."
Para dar vida à professora universitária, a atriz investiu em uma preparação corporal específica. O objetivo era transmitir a postura segura de uma mulher acostumada a ocupar espaços de prestígio e influência. "Desde o ano passado comecei a trabalhar uma questão corporal ligada à abertura do peito. Fiz exercícios para posicionar melhor as escápulas e sustentar essa postura."
A transformação física percebida por parte do público, segundo Belize, foi consequência desse processo e não uma exigência da produção. "Ninguém me pediu para emagrecer, e eu também não estava buscando isso. O objetivo era construir o corpo dessa personagem", esclarece.
Fora das telas, Belize comemora a oportunidade de dividir cenas com Isabel, reconhecida por papéis marcantes na televisão como Maria Bruaca no remake de Pantanal (2022) e Violeta Castilho na novela "Volta Por Cima" (2024-2025). "A Isabel é um deslumbre. Estar em cena com ela já é um deleite, porque você fica assistindo aquela rainha atuar. É um grande presente da vida. Um ser humano inteiro, verdadeiro e disponível. Tenho muita admiração por ela."
Apesar de integrar um núcleo marcado por interesses financeiros, segredos familiares e disputas de poder, Belize acredita que Silvana não pode ser definida apenas como uma vilã. "Ela tem traços de vilania, mas a grande vilã da novela é a Pilar, sem dúvida. A Silvana tem falhas de caráter. Não é uma pessoa que toma atitudes admiráveis na maior parte do tempo, mas não sei se eu a classificaria exatamente como vilã."
Para dar vida à professora universitária, a atriz investiu em uma preparação corporal específica. O objetivo era transmitir a postura segura de uma mulher acostumada a ocupar espaços de prestígio e influência. "Desde o ano passado comecei a trabalhar uma questão corporal ligada à abertura do peito. Fiz exercícios para posicionar melhor as escápulas e sustentar essa postura."
A transformação física percebida por parte do público, segundo Belize, foi consequência desse processo e não uma exigência da produção. "Ninguém me pediu para emagrecer, e eu também não estava buscando isso. O objetivo era construir o corpo dessa personagem", esclarece.
Com a novela entrando em uma nova fase após a saída de Adriana (Leticia Colin) da prisão, Silvana deve ganhar ainda mais espaço na disputa pelo patrimônio de Arthur. Sobre os próximos acontecimentos, porém, Belize evita adiantar detalhes. "Eu não sei (risos). Vamos descobrir juntos."
Nem mesmo a intérprete de Silvana arrisca uma resposta definitiva para um dos maiores enigmas da trama: quem matou Arthur Brandão?. "Acho que vamos ficar nessa dúvida até o final, né? Já pensei na Pilar, Diná (Rosi Campos), depois na Adriana. Olha que loucura. Também já pensei no Pedro (Chay Suede). Não tenho uma resposta fechada. Na Silvana? Também. É mais uma possibilidade. Seu Otoniel (Tony Ramos)... e por aí vai", lista.
Nem mesmo a intérprete de Silvana arrisca uma resposta definitiva para um dos maiores enigmas da trama: quem matou Arthur Brandão?. "Acho que vamos ficar nessa dúvida até o final, né? Já pensei na Pilar, Diná (Rosi Campos), depois na Adriana. Olha que loucura. Também já pensei no Pedro (Chay Suede). Não tenho uma resposta fechada. Na Silvana? Também. É mais uma possibilidade. Seu Otoniel (Tony Ramos)... e por aí vai", lista.
Dinheiro, poder e as diferenças
Embora a herança seja um dos principais motores da narrativa, Belize afirma que sua relação com dinheiro é bem diferente da vivida por sua personagem. "Não tenho uma visão nem romantizada nem demonizada do dinheiro. Também não faço parte da turma que diz que dinheiro não importa. Importa, sim. Mas também não acredito que seja a coisa mais importante do mundo. Vejo o dinheiro como uma ferramenta para vivermos da melhor forma possível."
Quando o assunto é luxo, ela diz que prefere investir em "suplementação, saúde, beleza e bem-estar". "Mas tudo de forma muito conectada às minhas necessidades do momento. Não tenho um creme da moda específico que preciso ter", comenta.
Embora a herança seja um dos principais motores da narrativa, Belize afirma que sua relação com dinheiro é bem diferente da vivida por sua personagem. "Não tenho uma visão nem romantizada nem demonizada do dinheiro. Também não faço parte da turma que diz que dinheiro não importa. Importa, sim. Mas também não acredito que seja a coisa mais importante do mundo. Vejo o dinheiro como uma ferramenta para vivermos da melhor forma possível."
Quando o assunto é luxo, ela diz que prefere investir em "suplementação, saúde, beleza e bem-estar". "Mas tudo de forma muito conectada às minhas necessidades do momento. Não tenho um creme da moda específico que preciso ter", comenta.
Ela acredita que a distância entre ela e Silvana é justamente um dos fatores que tornam o papel tão estimulante. "Encontrei nuances dessa personalidade em algumas mulheres e homens que conheci, mas exatamente como ela, não. Nós duas somos bastante diferentes, e justamente por isso ela me desafia mais. Eu gosto desse desafio."
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