Publicado 06/07/2026 07:50 | Atualizado 06/07/2026 07:52
Rio - Luís Roberto abriu o coração ao falar sobre o tratamento contra um câncer na região cervical. O narrador esportivo, de 65 anos, participou do "Domingão com Huck" deste domingo (5), e relembrou o impacto do diagnóstico, descoberto em um exame de rotina.
Afastado das transmissões da Copa do Mundo por causa da doença, o jornalista contou que precisou mudar os planos profissionais para priorizar a saúde. Ele revelou que passou por 33 sessões de radioterapia e sete de quimioterapia nos últimos dois meses.
"Cada um de nós pode passar por um desafio desse, de, de repente, em um exame de rotina, descobrir que tem um câncer e ter que correr. É um tratamento pesado: foram 33 sessões de radioterapia e sete de quimioterapia nesses últimos dois meses", contou.
Luís Roberto explicou que estava escalado para a cobertura da Copa do Mundo de 2026, projeto no qual trabalhou nos últimos anos, mas entendeu que não poderia seguir com a rotina prevista. "A dois meses da Copa do Mundo, em um projeto que desenvolvemos juntos ao longo dos últimos três anos e meio, eu tive que entender que não dava. Era preciso priorizar a saúde e continuar vivo", afirmou.
Durante a conversa, o narrador se emocionou ao falar sobre a rede de apoio que recebeu no período. Ele citou a Globo, emissora onde trabalha há quatro décadas, e agradeceu pelo suporte durante o tratamento. "Gratidão é uma palavra que a gente banaliza. Mas, nesse momento da minha vida, eu preciso dizer que a gratidão me move", disse. "Primeiro, eu agradeço à Globo, que não soltou da minha mão em nenhum momento. São 40 anos nessa casa, 40 anos de aprendizado, de parceria e de reinvenção", completou.
O jornalista também destacou o papel da esposa, dos familiares, dos amigos e do público, que enviou mensagens de carinho desde que o afastamento foi anunciado. Segundo ele, esse apoio ajudou a fortalecer a parte emocional durante o tratamento.
"Foi uma avalanche de carinho. Minha mulher esteve ao meu lado o tempo todo, minha família, meus amigos e milhares de pessoas. Foi um movimento incrível de solidariedade que dá força mental. Para encarar um desafio desse, é importante estar forte, porque a saúde mental conta", concluiu.
PublicidadeAfastado das transmissões da Copa do Mundo por causa da doença, o jornalista contou que precisou mudar os planos profissionais para priorizar a saúde. Ele revelou que passou por 33 sessões de radioterapia e sete de quimioterapia nos últimos dois meses.
"Cada um de nós pode passar por um desafio desse, de, de repente, em um exame de rotina, descobrir que tem um câncer e ter que correr. É um tratamento pesado: foram 33 sessões de radioterapia e sete de quimioterapia nesses últimos dois meses", contou.
Luís Roberto explicou que estava escalado para a cobertura da Copa do Mundo de 2026, projeto no qual trabalhou nos últimos anos, mas entendeu que não poderia seguir com a rotina prevista. "A dois meses da Copa do Mundo, em um projeto que desenvolvemos juntos ao longo dos últimos três anos e meio, eu tive que entender que não dava. Era preciso priorizar a saúde e continuar vivo", afirmou.
Durante a conversa, o narrador se emocionou ao falar sobre a rede de apoio que recebeu no período. Ele citou a Globo, emissora onde trabalha há quatro décadas, e agradeceu pelo suporte durante o tratamento. "Gratidão é uma palavra que a gente banaliza. Mas, nesse momento da minha vida, eu preciso dizer que a gratidão me move", disse. "Primeiro, eu agradeço à Globo, que não soltou da minha mão em nenhum momento. São 40 anos nessa casa, 40 anos de aprendizado, de parceria e de reinvenção", completou.
O jornalista também destacou o papel da esposa, dos familiares, dos amigos e do público, que enviou mensagens de carinho desde que o afastamento foi anunciado. Segundo ele, esse apoio ajudou a fortalecer a parte emocional durante o tratamento.
"Foi uma avalanche de carinho. Minha mulher esteve ao meu lado o tempo todo, minha família, meus amigos e milhares de pessoas. Foi um movimento incrível de solidariedade que dá força mental. Para encarar um desafio desse, é importante estar forte, porque a saúde mental conta", concluiu.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.