Publicado 17/06/2025 09:28
Completando 30 anos de carreira, Taís Araújo celebrou esse marco com uma grande festa no Hotel Fairmont, em Copacabana, cercada por amigos e familiares — um momento emocionante, que ela mesma descreveu com lágrimas e gratidão, refletindo sobre a necessidade de aprender a se valorizar no trabalho.
Quando estreou em 1995 em Tocaia Grande, como Bernarda, não podia imaginar que apenas meses depois incorporaria um papel que mudaria sua trajetória: protagonizar Xica da Silva (1996) na extinta Manchete, tornando-se a terceira atriz negra a liderar uma novela brasileira — e a primeira a conquistar esse feito em uma produção de época.
PublicidadeQuando estreou em 1995 em Tocaia Grande, como Bernarda, não podia imaginar que apenas meses depois incorporaria um papel que mudaria sua trajetória: protagonizar Xica da Silva (1996) na extinta Manchete, tornando-se a terceira atriz negra a liderar uma novela brasileira — e a primeira a conquistar esse feito em uma produção de época.
Já com apenas 17 anos, esse papel a lançou à visibilidade nacional e internacional, tanto que foi eleita um dos 50 rostos mais bonitos do mundo pela revista People em espanhol.
Em 1997, ingressou na Globo com Anjo Mau, e nos anos seguintes somou personagens marcantes em novelas como Meu Bem Querer (1998), Porto dos Milagres (2001) e Da Cor do Pecado (2004) — esta última emblemática, pois a consagrou como a primeira protagonista negra em uma novela urbana da emissora.
Em 1997, ingressou na Globo com Anjo Mau, e nos anos seguintes somou personagens marcantes em novelas como Meu Bem Querer (1998), Porto dos Milagres (2001) e Da Cor do Pecado (2004) — esta última emblemática, pois a consagrou como a primeira protagonista negra em uma novela urbana da emissora.
Continuou brilhando em papéis como a vilã em Cobras & Lagartos (2006), a icônica Helena em Viver a Vida (2009) — sua primeira Helena negra na novela das nove, além de personagens memoráveis em Cheias de Charme (2012), Geração Brasil (2014) e Mister Brau (2015–2016), série em que contracena com o marido, Lázaro Ramos.
A trajetória de Taís também inclui cinema e teatro: interpretou Elza Soares no filme Garrincha – Estrela Solitária (2003) e protagonizou O Maior Amor do Mundo (2006); em 2015, atuou na peça O Topo da Montanha, ao lado de Lázaro Ramos, performance que rendeu indicação ao Prêmio Shell; mais recentemente, destacou-se em Medida Provisória (2022), longa dirigido por seu marido.
Hoje, aos 46 anos, ela celebra uma carreira sólida e influente, consolidada com sua personagem Raquel Acioly no remake de Vale Tudo (2025) — um projeto que a fez revisitar temas de ética, ambição e maternidade com profundidade. Além disso, assumiu funções de apresentadora em programas como Superbonita, Saia Justa, Popstar e como jurada do The Masked Singer Brasil.
Essa trajetória não é apenas longa, é representativa, corajosa e cheia de significados. Com 30 anos de ofício, Taís Araújo pavimenta caminhos para outras mulheres e pessoas negras na arte. Parabéns para este mulherão que inspira tanta luz e força por cada papel que interpreta!
Hoje, aos 46 anos, ela celebra uma carreira sólida e influente, consolidada com sua personagem Raquel Acioly no remake de Vale Tudo (2025) — um projeto que a fez revisitar temas de ética, ambição e maternidade com profundidade. Além disso, assumiu funções de apresentadora em programas como Superbonita, Saia Justa, Popstar e como jurada do The Masked Singer Brasil.
Essa trajetória não é apenas longa, é representativa, corajosa e cheia de significados. Com 30 anos de ofício, Taís Araújo pavimenta caminhos para outras mulheres e pessoas negras na arte. Parabéns para este mulherão que inspira tanta luz e força por cada papel que interpreta!
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