Publicado 14/07/2025 09:34
Olá, meninas!
PublicidadeOlha, se tem uma fase que mexe com tudo na vida da mulher é a menopausa, e Adriane Galisteu foi super sincera ao falar sobre esse momento delicado que está vivendo. Recentemente, ela contou que, quando os sintomas começaram a aparecer, se sentiu completamente perdida. “Entrei em desespero. Não me reconhecia mais”, desabafou. E quem é mulher sabe... não é exagero, não. É o corpo e a mente gritando mudanças.
Galisteu revelou que só começou a se sentir melhor cerca de três semanas depois de iniciar a reposição hormonal. “Precisa de paciência. Não é da noite pro dia que tudo melhora”, explicou. Ela escolheu usar um gel de estrogênio, que aplica no corpo como se fosse um hidratante, duas vezes ao dia — de manhã e à noite, logo depois do banho. E o melhor: sentiu que, aos poucos, as coisas foram entrando nos eixos e ela voltou a ter mais qualidade de vida.
Mas Adriane também deixou claro que tudo isso só funciona com acompanhamento médico sério. Ela faz exames a cada quatro meses pra garantir que está tudo bem e que as doses estão corretas. E além dos hormônios, ela reforçou a importância de cuidar da alimentação, do sono, do equilíbrio emocional... porque menopausa não se trata só com remédio — se trata com carinho, atenção e cuidado com a própria saúde.
O que mais tocou foi a forma como ela falou com empatia e verdade. Sabe quando a gente escuta e pensa: “Nossa, tô passando por isso também”? Pois é. Galisteu deu voz a tantas mulheres que vivem essa transição caladas, achando que estão ficando “doidas”. E não, amiga, você não está sozinha. Menopausa é natural, mas isso não significa que a gente precise sofrer calada.
A fala dela foi um baita respiro e um lembrete importante: informação, autocuidado e apoio fazem toda a diferença.
Galisteu revelou que só começou a se sentir melhor cerca de três semanas depois de iniciar a reposição hormonal. “Precisa de paciência. Não é da noite pro dia que tudo melhora”, explicou. Ela escolheu usar um gel de estrogênio, que aplica no corpo como se fosse um hidratante, duas vezes ao dia — de manhã e à noite, logo depois do banho. E o melhor: sentiu que, aos poucos, as coisas foram entrando nos eixos e ela voltou a ter mais qualidade de vida.
Mas Adriane também deixou claro que tudo isso só funciona com acompanhamento médico sério. Ela faz exames a cada quatro meses pra garantir que está tudo bem e que as doses estão corretas. E além dos hormônios, ela reforçou a importância de cuidar da alimentação, do sono, do equilíbrio emocional... porque menopausa não se trata só com remédio — se trata com carinho, atenção e cuidado com a própria saúde.
O que mais tocou foi a forma como ela falou com empatia e verdade. Sabe quando a gente escuta e pensa: “Nossa, tô passando por isso também”? Pois é. Galisteu deu voz a tantas mulheres que vivem essa transição caladas, achando que estão ficando “doidas”. E não, amiga, você não está sozinha. Menopausa é natural, mas isso não significa que a gente precise sofrer calada.
A fala dela foi um baita respiro e um lembrete importante: informação, autocuidado e apoio fazem toda a diferença.
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