Publicado 29/07/2025 09:39
Olá, meninas!
PublicidadeSura Berditchevsky é daquelas mulheres que vivem e respiram arte! Ela é atriz, diretora, autora, produtora e ainda arranja tempo pra ensinar teatro — sim, uma verdadeira multiartista.
Formada em Artes Cênicas e com pós em História do Teatro pela CAL, no Rio, Sura também estudou Comunicação Social na UFF, lá nos anos 70. E foi nessa época que ela teve a sorte (e o talento!) de estudar com a lendária Maria Clara Machado. A conexão foi tão forte que, logo depois, ela já estava dando aulas no Teatro Tablado — a convite da própria Maria Clara, tá?
E olha... o Tablado virou quase uma segunda casa pra Sura! Ela brilhou em várias montagens infantis super marcantes da Maria Clara, como O Cavalinho Azul, O Embarque de Noé, O Patinho Feio, Tribobó City e muitas outras. E, claro, também marcou presença nas peças adultas do repertório.
Formada em Artes Cênicas e com pós em História do Teatro pela CAL, no Rio, Sura também estudou Comunicação Social na UFF, lá nos anos 70. E foi nessa época que ela teve a sorte (e o talento!) de estudar com a lendária Maria Clara Machado. A conexão foi tão forte que, logo depois, ela já estava dando aulas no Teatro Tablado — a convite da própria Maria Clara, tá?
E olha... o Tablado virou quase uma segunda casa pra Sura! Ela brilhou em várias montagens infantis super marcantes da Maria Clara, como O Cavalinho Azul, O Embarque de Noé, O Patinho Feio, Tribobó City e muitas outras. E, claro, também marcou presença nas peças adultas do repertório.

No cinema, Sura tem um currículo de respeito! Já participou de dezenas de filmes, como Ajuricaba (de Oswaldo Caldeira), Coronel Delmiro Gouveia (Geraldo Sarno), Noites do Sertão (Carlos Alberto Prates), O Vestido (Paulo Thiago), Os Sete Gatinhos (Neville de Almeida) e Mãe (Adriana Vasconcelos).
Na TV, ela estreou em 1976 com o pé direito! Foi chamada pelos mestres Zbigniew Ziembinski e Sergio Britto pra atuar na Globo — e de lá pra cá foram novelas icônicas como Dancin’ Days (dirigida por Daniel Filho), Marron Glacê, Plumas e Paetês, Selva de Pedra, Barriga de Aluguel, Era Uma Vez… além de participar de séries, casos especiais e outros programas da emissora. E não parou por aí! Ela também assinou como diretora assistente, preparadora de elenco e diretora. Fora isso, passou pela TV Manchete, Educativa, Cultura e Record — atuando, dirigindo e apresentando.
No teatro, ela mergulhou fundo em autores clássicos como Máximo Gorki, Ibsen, Tchekhov, Pirandello, Tennessee Williams e Nelson Rodrigues. E olha que especial: estreou como diretora com o monólogo Valsa nº 6, estrelado pela saudosa Claudia Jimenez. Sura também brilhou em Dorotéia, Os Sete Gatinhos, Anjo Negro e A Serpente — que foi, aliás, a primeira montagem da última peça escrita por Nelson, com ele acompanhando tudo de pertinho, até seu falecimento naquele mesmo ano, 1980.
Mas ela não parou por aí! Expandiu suas criações pra literatura infantil, escrevendo livros lindos como Amor de Cão, Um Peixe Fora D’Água e Os Olhos da Cara — todos premiados e indicados em programas de leitura do MEC. E é claro que ela não resistiu: voltou pra dramaturgia infantil como autora mesmo. No Teatro Villa-Lobos, onde abriu sua própria escola de interpretação e ficou por 12 anos, dirigiu grandes montagens musicais como Um Peixe Fora D’Água (com trilha de Ubirajara Cabral), Peter Pan (com músicas de Edu Lobo e Paulo César Pinheiro) e Diário de Um Adolescente Hipocondríaco (ao som de Titãs e Arnaldo Antunes!).
Sura também retomou a parceria com o tcheco Zdeneck Hampl, com quem começou fazendo teatro de rua e palhaçaria lá atrás, nos anos 70.
Ah, e ela também tem um papel super importante nos bastidores: participou como jurada de prêmios como Coca-Cola de Teatro Infantil, Mambembe, Ecologia, CCBB... e há seis anos integra a banca do Prêmio Prio do Humor, que celebra os melhores talentos da comédia. Além disso, faz parte da seleção de A Seleção, que premia três textos de humor com direito a montagem!
Atualmente, Sura segue firme e forte atuando em teatro, cinema, TV e até em produções de streaming — como Disney+, Globoplay e Porta dos Fundos. E desde 2012, está rodando o Brasil (e até Portugal!) com o emocionante solo Cartas de Maria Julieta e Carlos Drummond de Andrade, baseado na correspondência real entre o poeta e sua filha.
Ao longo da carreira, Sura já levou inúmeros prêmios por sua carreira e contribuição pela arte. Atualmente com 72 anos, ela esteve em cartaz na peça 'Da Pá Virada', dirigida por Bel Kutner e que ficou em cartaz desde o último domingo, no Teatro Fashion Mall.
No teatro, ela mergulhou fundo em autores clássicos como Máximo Gorki, Ibsen, Tchekhov, Pirandello, Tennessee Williams e Nelson Rodrigues. E olha que especial: estreou como diretora com o monólogo Valsa nº 6, estrelado pela saudosa Claudia Jimenez. Sura também brilhou em Dorotéia, Os Sete Gatinhos, Anjo Negro e A Serpente — que foi, aliás, a primeira montagem da última peça escrita por Nelson, com ele acompanhando tudo de pertinho, até seu falecimento naquele mesmo ano, 1980.
Mas ela não parou por aí! Expandiu suas criações pra literatura infantil, escrevendo livros lindos como Amor de Cão, Um Peixe Fora D’Água e Os Olhos da Cara — todos premiados e indicados em programas de leitura do MEC. E é claro que ela não resistiu: voltou pra dramaturgia infantil como autora mesmo. No Teatro Villa-Lobos, onde abriu sua própria escola de interpretação e ficou por 12 anos, dirigiu grandes montagens musicais como Um Peixe Fora D’Água (com trilha de Ubirajara Cabral), Peter Pan (com músicas de Edu Lobo e Paulo César Pinheiro) e Diário de Um Adolescente Hipocondríaco (ao som de Titãs e Arnaldo Antunes!).
Sura também retomou a parceria com o tcheco Zdeneck Hampl, com quem começou fazendo teatro de rua e palhaçaria lá atrás, nos anos 70.
Ah, e ela também tem um papel super importante nos bastidores: participou como jurada de prêmios como Coca-Cola de Teatro Infantil, Mambembe, Ecologia, CCBB... e há seis anos integra a banca do Prêmio Prio do Humor, que celebra os melhores talentos da comédia. Além disso, faz parte da seleção de A Seleção, que premia três textos de humor com direito a montagem!
Atualmente, Sura segue firme e forte atuando em teatro, cinema, TV e até em produções de streaming — como Disney+, Globoplay e Porta dos Fundos. E desde 2012, está rodando o Brasil (e até Portugal!) com o emocionante solo Cartas de Maria Julieta e Carlos Drummond de Andrade, baseado na correspondência real entre o poeta e sua filha.
Ao longo da carreira, Sura já levou inúmeros prêmios por sua carreira e contribuição pela arte. Atualmente com 72 anos, ela esteve em cartaz na peça 'Da Pá Virada', dirigida por Bel Kutner e que ficou em cartaz desde o último domingo, no Teatro Fashion Mall.
A peça conta a história da amizade entre um trio improvável formado por duas mulheres 70+ e um jovem de 22 anos, três solitários vizinhos do mesmo prédio, que se redescobrem através das suas diferenças. Com os relatos sobre o passado - e o presente - das duas, o jovem aprende o significado da antiga expressão “da pá virada”.
Meninas, diante de um mulherão desse que tanto marcou (e ainda marca) a nossa cultura brasileira, conversei com a Sura sobre sua vasta carreira e de seu amor pelo teatro. Confira abaixo minha entrevista com ela:
Sura, sua carreira é marcada por um envolvimento profundo com as artes — da atuação à direção, da literatura ao ensino. O que te move artisticamente até hoje?
Fui muito privilegiada com a formação que eu tive com a Maria Clara Machado e também pelo meu temperamento, de ser muito curiosa em várias áreas. Eu acho que o que me move mesmo é esse contato estreito que o teatro possibilita com outro, com as pessoas.
Então isso vai dar forma a se concretizar mais profundamente no meu trabalho como professora de teatro, como diretora depois... também no meu trabalho na direção.
Eu era muito jovem, tinha entre 18 a 19 anos quando eu comecei a lecionar teatro no tablado em várias escolas do Rio de Janeiro. Tenho também essa curiosidade de transitar entre a literatura e a dramaturgia. Mas eu acho que o que me move mesmo é o interesse pelo ser humano, de acreditar na minha crença, ainda, no ser humano e na possibilidade da gente transformar e sensibilizar as outras pessoas para coisas boas, para um mundo melhor.
Você iniciou sua formação com Maria Clara Machado e fez parte do primeiro corpo de professores do Teatro Tablado. O que essa vivência com uma mestra tão icônica te ensinou como artista e como mulher?
Eu iniciei no tablado em 1970, e entre 1971 e 1972 eu já estava lecionando teatro em algumas escolas, no Rio de Janeiro, no Franco Brasileiro, onde eu havia estudado, e no Pueri Domus, que hoje é o Colégio CEAT, Centro Educacional Niso Teixeira.
E foi um convite através da diretora, que era a mãe da Bia Lessa. Pensa numa mulher incrível, muito visionária, e que já tinha na época um trabalho de inclusão muito grande? Tanto a Maria Clara Machado como a Terezinha faziam esse trabalho de inclusão. A Clara dentro da escola, do teatro, e a Terezinha através da educação no ensino. Então eu tive também esse aprendizado muito bacana.
Nós fomos escolhidos. Éramos os alunos da Clara (na época só ela lecionava com duas turmas), uma turma mais adiantada, e depois essa turma mais jovem, que tinham várias, Bernardo Jablonsky, Eduardo Tornaghi, Carlos Wilson, Milton Dobin, enfim, era uma turma de mais ou menos uns 20 alunos.
A Maria Clara foi escolhendo a dedo esses professores, abrindo esse corpo docente ali. E nós ficamos durante muitos anos. Então, como alunos e como atores, fazíamos as peças dela, as peças infantis, as mais maravilhosas, e também o repertório adulto, já que uma vez por ano nós montávamos textos adultos, textos clássicos.
Esse exercício de lecionar foi uma proximidade muito grande com a Clara e com a filosofia do tablado. Posso dizer que o meu legado maior ali dentro, durante toda a convivência, além, obviamente, do que eu aprendi como atriz, está relacionado a essências, comportamento, atitude e ética profissional que eu carrego para a vida. E foi isso que levei durante esses anos todos e levo para os meus alunos.
Diante de tudo isso, fui crescendo e amadurecendo. Era uma adolescente e me tornei uma mulher.
Entre tantas montagens, personagens e projetos... existe um papel ou momento no teatro que te transformou por dentro?
Vários personagens em vários estilos. Eu fiz peças icônicas, importantíssimas, da Maria Clara Machado, personagens, por exemplo, como Vicente, do 'Cavalinho Azul', que é um clássico da dramaturgia infantil, traduzido em tantos países, além do filme também.
Mas eu tive um momento, além de toda a minha formação no tablado, um momento precioso com Nelson Rodrigues, porque eu encenei a última peça que ele escreveu quando ele estava vivo ainda, acompanhando a montagem da 'Serpente'. Então, foi importantíssimo isso na minha vida.
Ele ficava na coxia, do meu lado, acompanhou todos os ensaios desde o início, desde as leituras. E eu tinha já feito um filme, 'Os Sete Gatinhos', em que ele também participava das filmagens, e logo em seguida veio o convite para fazer a peça da Serpente.
Depois fiz mais três montagens do Nelson Rodrigues. A minha primeira direção foi A Falso Número 6, com a Cláudia Gimenez fazendo a personagem, e depois eu fiz 'Doroteia', fazendo o papel da Doroteia, e 'Anjo Negro' durante a pandemia, numa montagem híbrida.
O Nelson Rodrigues foi muito, muito importante na minha trajetória. Ter encenado esse dramaturgo tão importante da nossa história foi algo único.
Também participei de peças que foram censuradas durante a Ditadura, como a 'Dependências de Empregada'. Em relação às novelas, 'Dancin Days' foi a primeira que fiz, interpretando a personagem Inês; 'Marrom Glacê', que protagonizei com a Louise Cardoso e interpretei a Vanessa.
Enfim, uma série de personagens muito gostosos e diferentes de se interpretar.
Você também se dedica à literatura infantil. Na sua opinião, qual o poder da arte e da imaginação na infância?
Foi através da literatura que eu voltei à dramaturgia infantil, já como autora. E o primeiro livro que eu adaptei em peça, que era um musical todo, passado no fundo do mar, com uma produção muito grande, foi um livro chamado 'Um Peixe Fora d'Água'. Nós tínhamos todo um movimento de trazer as escolas para o teatro. Então, esse trabalho, para mim, está muito ligado à cultura e educação. Eles têm que andar juntos.
E qual é o poder da arte na imaginação? Tudo! É ali, nesse lugar, nos primeiros anos de vida, que a criança tem essa possibilidade de abrir os horizontes, de se enriquecer, de desenvolver a percepção, a sensibilidade, de se fortalecer como um indivíduo, de se relacionar com o mundo e com as pessoas.
Então, a arte é fundamental desde muito pequenininho. E a escola pode proporcionar isso, deve proporcionar isso, porque às vezes, como a gente vê, nem sempre a família tem condições e tem essa visão, mas a escola é essa porta aberta para que isso aconteça. E também para ser a ponte para estimular o teatro.
Eu falo teatro, mas eu falo um teatro de qualidade, que não seja de mero consumo ou importado, desses sucessos tão rápidos e de consumo, nesses segmentos todos. Eu falo um trabalho com profundidade, com substância, com consistência, isso marca a vida inteira de uma pessoa, marca nossa infância e a gente carrega isso para o resto da vida.
Muitas mulheres, depois dos filhos, redescobrem o universo infantil de outra forma. A maternidade teve algum impacto na sua escrita para crianças?
Na verdade, a maternidade me impulsionou a ter coragem e editar os meus livros, porque eu já estava nesse movimento um pouquinho antes, desde os anos 80. A Natasha, minha filha, nasceu em 1984, então foi a partir dessa vivência de ser mãe e estar convivendo nesse universo e ver o crescimento da minha filha que me impulsionou muito para esse lado e eu senti a importância disso.
Foi transformador me tornar mãe, eu adoro ser mãe e agora eu adoro ser avó. Aprendi muito d continuo aprendendo nessa convivência da maternidade e agora. Agora, sendo avó, eu acho lindo, adoro, eu não saberia viver sem esse lado, de poder ver um outro ser crescer e você contribuir e fazer parte desse crescimento. E eu tenho isso também no meu trabalho. Esse prazer, esse desejo, que é tão importante para mim, se estende para o meu trabalho como professora.
Eu tenho isso na relação com os meus alunos, sejam eles crianças ou adolescentes, ou mesmo adultos. Eu exerço também, tem um lado meu da maternidade que eu exercito ali, então eu acho que com certeza me fez uma mulher melhor, mais fortalecida.
O que mais mudou na relação das novas gerações com a arte e o palco?
Olha, eu acho que nós sofremos uma mudança tão rápida, principalmente com a tecnologia no período pós-pandemia. Tem coisas maravilhosas acontecendo.
Grupos periféricos incríveis, grupos coletivos sensacionais. Eu sinto que tem um engajamento social muito forte acontecendo nesses grupos, nessa nova dramaturgia que está surgindo. Tem tendências, assim, interessantíssimas. Isso de um lado, né?
Eu estou falando isso porque eu fiz parte do Prêmio do Humor como jurada desde o início, do Fábio Porchat. Eu vi muitas peças. Pude ver muito o crescimento desses grupos e de artistas que fogem da zona sul do Rio de Janeiro, que tem muito mais acesso, ou mesmo de São Paulo. Então, eu pude acompanhar esse movimento de crescimento desses novos artistas e jovens. Esse é o lado positivo, mas tem, também, o lado esquisitíssimo, que na verdade sempre teve, mas hoje é muito pulsante, que é jovem querer um sucesso rápido, de confundir muito o artístico com a celebridade, com o popular, com se dar bem, com ganhar dinheiro fácil.
Isso a gente vê desde a faculdade. Um jovem estudante que procura artes cênicas, por exemplo, para cursar e que vem com essa desinformação e entra e se insere no mercado de trabalho com uma desinformação. Eu diria até uma deformação profissional. Então a gente vê isso que é muito triste, uma falta de engajamento, de responsabilidade, de estar num trabalho com outras pessoas em grupo, nas mínimas coisas e as mais importantes, como, por exemplo, horário, uma disciplina de rotina. E eu acho que sem isso não há possibilidade de fazer arte. De fazer teatro bem feito, bacana.
Então, eu sinto que tem essa falta de informação, de engajamento nessa parte mais profunda do entendimento do que é o teatro e como fazer.
Sura, para você o que é ser um mulherão?
As minhas referências foram mulheres muito fortes, sabe? Mulheres guerreiras que tiveram que desbravar e quebrar muitos tabus. Estou falando da geração Leila Diniz, Dina Sfat, tantas artistas, tantas mulheres incríveis, e que tiveram que ser muito fortes para desbravar.
Eu ainda peguei isso também, quando eu falei sobre a censura naquele momento de fechamento e você ter que escolher uma profissão como a profissão de atriz, naquele momento eu acho que eu já estava muito corajosa pra fazer disso uma opção de vida, e eu fiz.
Então, em vários outros momentos tive coragem: quando eu resolvi que eu queria ser diretora, quando ainda não tinha esse lado múltiplo do artista. Ao contrário, você tinha que ser uma coisa só, ou é atriz, ou é diretora, ou é produtora, ou é professora. Foi difícil também de me impor profissionalmente nesse desejo, nesse exercício múltiplo das artes.
Como mãe também, de poder juntar e de proporcionar uma educação que eu sempre quis e priorizei para minha filha, junto com essa atividade tão vulnerável e tão instável. Então, em vários momentos da minha vida e até hoje, eu me sinto muito corajosa. Tem momentos que acho que essa coragem vai se diluindo, que eu me sinto enfraquecida, cansada de ter que lutar tanto.
Vejo um mulherão nesse sentido de uma coragem de você se impor, de você se respeitar e se fazer respeitada, de defender com dignidade a sua profissão, principalmente uma profissão em que a gente está muito exposta o tempo inteiro. Então, acho que foi difícil de manter coerência, por exemplo, dos meus valores, do que eu acredito, de seguir com retidão e com respeito a profissão que eu escolhi.
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