Publicado 18/09/2025 09:33 | Atualizado 18/09/2025 09:33
Olá, meninas!
PublicidadeVocê sabia que o câncer de tireoide é o 5º mais comum entre nós, brasileiras? Só em 2025, o INCA estima 16.660 novos casos — sendo a maioria em mulheres.
Segundo o Dr. Luciano José Biasi, cirurgião oncológico do Instituto de Oncologia do Paraná, “quando descoberto cedo, as chances de cura chegam a 95%”. Incrível, né?
Por que nós, mulheres, somos mais afetadas?
A doença é até três vezes mais frequente no público feminino, principalmente nos anos reprodutivos, já que os hormônios podem influenciar bastante.
Por que nós, mulheres, somos mais afetadas?
A doença é até três vezes mais frequente no público feminino, principalmente nos anos reprodutivos, já que os hormônios podem influenciar bastante.
Entre 2000 e 2012, foram quase 7 mil mortes no Brasil, sendo 68% em mulheres. Mas calma: diferente de outros tipos de câncer, a mortalidade é considerada baixa.
Fique de olho nos sinais
O sintoma mais comum é aquele carocinho no pescoço, que a gente chama de nódulo. Mas atenção: nem todo nódulo é câncer! Só de 5% a 10% são malignos.
Fique de olho nos sinais
O sintoma mais comum é aquele carocinho no pescoço, que a gente chama de nódulo. Mas atenção: nem todo nódulo é câncer! Só de 5% a 10% são malignos.
Outros sinais que merecem atenção, de acordo com o Dr. Luciano:
Rouquidão que não passa;
Dificuldade para engolir ou respirar;
Tosse sem motivo aparente;
Dor no pescoço que irradia até os ouvidos;
Principais fatores de risco
Ter sido exposta à radiação (principalmente na infância);
Histórico familiar — o carcinoma medular, por exemplo, tem até 25% de origem genética;
Dieta com pouco iodo (no Brasil, isso é raro por causa do sal iodado).
Como é feito o diagnóstico?
O ultrassom de pescoço é o exame inicial mais indicado. Se houver suspeita, o próximo passo é a punção por agulha fina, que tem mais de 95% de precisão.
E o tratamento?
Na maioria dos casos, o tratamento envolve cirurgia, que pode ser parcial ou total. Dependendo do caso, também é indicada a iodoterapia. O tipo mais comum, chamado carcinoma papilífero, representa 80% dos diagnósticos, tem evolução lenta e um prognóstico superpositivo. Depois da cirurgia, é comum fazer reposição hormonal e seguir com o acompanhamento médico.
Conscientização salva vidas
Não existe uma forma específica de prevenir, mas descobrir cedo faz toda a diferença. É por isso que a campanha Setembro Azul e Rosa chama a atenção para os sinais e incentiva a procura por avaliação médica. Ah, e o SUS oferece ultrassom e acompanhamento gratuitos.
Rouquidão que não passa;
Dificuldade para engolir ou respirar;
Tosse sem motivo aparente;
Dor no pescoço que irradia até os ouvidos;
Principais fatores de risco
Ter sido exposta à radiação (principalmente na infância);
Histórico familiar — o carcinoma medular, por exemplo, tem até 25% de origem genética;
Dieta com pouco iodo (no Brasil, isso é raro por causa do sal iodado).
Como é feito o diagnóstico?
O ultrassom de pescoço é o exame inicial mais indicado. Se houver suspeita, o próximo passo é a punção por agulha fina, que tem mais de 95% de precisão.
E o tratamento?
Na maioria dos casos, o tratamento envolve cirurgia, que pode ser parcial ou total. Dependendo do caso, também é indicada a iodoterapia. O tipo mais comum, chamado carcinoma papilífero, representa 80% dos diagnósticos, tem evolução lenta e um prognóstico superpositivo. Depois da cirurgia, é comum fazer reposição hormonal e seguir com o acompanhamento médico.
Conscientização salva vidas
Não existe uma forma específica de prevenir, mas descobrir cedo faz toda a diferença. É por isso que a campanha Setembro Azul e Rosa chama a atenção para os sinais e incentiva a procura por avaliação médica. Ah, e o SUS oferece ultrassom e acompanhamento gratuitos.
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