Publicado 11/02/2026 10:44
Olá, meninas!
PublicidadeA história da Amanda Amado é daquelas que crescem no ritmo do samba e no calor das pessoas. Ela começou a cantar ainda criança, cercada por música, família e muita inspiração, e foi ali que tudo fez sentido. Com raízes fortes no quintal da Tia Gessy, Amanda aprendeu cedo que o palco é lugar de troca, emoção e verdade.
De lá pra cá, levou sua voz para vários cantos do Brasil, conquistou respeito no meio do samba e do pagode e segue escrevendo sua trajetória com autenticidade, carinho e um amor enorme pela música.
Conversei com esse mulherão sobre sua história e carreira. Confira abaixo nosso bate-papo maravilhoso:
Você começou a cantar muito nova e cresceu praticamente dentro do samba. Teve um momento em que você pensou: “é isso, é música que eu quero pra minha vida”?
Sim! Com 14 anos de idade eu viajei pra Suécia com a minha banda da época e vivi as experiências mais incríveis que uma adolescente poderia viver e eu estava lá a trabalho, então eu entendi que era aquilo que eu queria fazer pro resto da vida!
Ser neta da Tia Gessy vem com muita história e emoção envolvidas. O que desse legado você faz questão de carregar com você até hoje?
Ser neta da Tia Gessy vem com muita história e emoção envolvidas. O que desse legado você faz questão de carregar com você até hoje?

Minha avó é a pessoa mais corajosa, guerreira e honesta que já conheci e tive o privilégio de nascer neta. Todos os passos que ela deu profissionalmente até hoje, são exemplo pra eu trilhar o meu caminho e assim tenho feito e seguirei fazendo pra ter o êxito e respeito que minha avó tem.
Você já cantou e dividiu projetos com gente gigante do samba e do pagode. O que mais te marcou nessas trocas com artistas como o Xande de Pilares e o Jorge Aragão?
Ser reconhecida pelos meus ídolos, parece um sonho. A Amanda que começou cantando em barzinho numa cidade pequena, jamais imaginaria que viveríamos experiências como essa, de estar ao lado de grandes nomes da música compartilhando o palco. Me sinto realizada e confiante pra seguir acreditando nos meus sonhos.
Lançar seu primeiro audiovisual solo ao vivo, ainda mais em Macaé, teve um gosto diferente? O que esse projeto representa pra você?
Foi muito emocionante poder viver essa experiência no lugar que eu nasci e que foi o primeiro lugar a me reconhecer como cantora. Macaé é o lugar que me sinto mais conectada com as minhas raízes, minha família e amigos de longa data. Não poderia ter lugar melhor pra viver este dia tão importante na minha carreira.
A “Amanda Em Casa” virou um sucesso rapidinho e sempre lota. Qual é o clima que você quer que as pessoas sintam quando vão pra uma edição do projeto?
A “Amanda Em Casa” virou um sucesso rapidinho e sempre lota. Qual é o clima que você quer que as pessoas sintam quando vão pra uma edição do projeto?
Pensando em como eu gosto de curtir um evento, a gente idealizou o “Amanda em Casa” sendo um projeto que se aproxima das pessoas, que interage com o público, fazendo dele parte fundamental do evento. O formato de “roda de samba”, com os músicos sentados em volta de uma mesa, resgata as minhas raízes, como aprendi a fazer samba nos anos 90, no quintal do pagode da minha avó “Tia Gessy”.
Então eu quis deixar a parte musical bem à vontade, sem aquele formato de show, justamente pra estar mais conectada com as pessoas que estão ali pra cantarem e curtirem pertinho da nossa roda. Acontecia a cada 15 dias, agora em 2026, faremos 1 vez ao mês e teremos muitas novidades pra este ano!
Amanda, para você é o que ser um mulherão?
Amanda, para você é o que ser um mulherão?
Ser um mulherão não tem a ver com aparência ou perfeição. É sobre postura e coragem pra ser quem é. Ser forte mas entendendo as próprias vulnerabilidades, e mesmo cuidando do outro, não deixar de cuidar de si mesma; da mente, do corpo e da alma. Mulherões se reconhecem e se amam!
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