Publicado 23/02/2026 09:51
Olá, meninas!
PublicidadeGente, vamos combinar uma coisa? O tal do ômega 3 é super famoso, mas também é cheio de mito por aí. Muita gente ainda acha que ele é coisa só pra terceira idade ou que serve só pra cuidar do coração. Só que a real é bem mais ampla que isso, viu?
O ômega 3 já existe naturalmente em vários alimentos tipo peixes, sementes e oleaginosas. Ele é formado pelos ácidos graxos EPA e DHA, que ajudam em várias funções do corpo. E como a gente não produz isso em quantidade suficiente, às vezes precisa vir da alimentação ou da suplementação mesmo.
A nutricionista Sandra Regina Garcia, explica assim: “O ômega 3 em forma de suplemento pode contribuir para o controle de processos inflamatórios, para a saúde cerebral, função muscular e equilíbrio metabólico. Por isso, seu uso não se restringe a uma faixa etária específica e pode ser um grande aliado na rotina de jovens e adultos que praticam atividades físicas regularmente”.
E com cada vez mais gente buscando uma rotina mais saudável, faz todo sentido entender direitinho o que cada nutriente entrega antes de sair comprando. Pensando nisso, ela trouxe alguns pontos que muita gente ainda não sabe sobre o ômega 3.
Primeiro: não, ele não é só pra terceira idade. Mesmo sendo uma ideia super comum, jovens e adultos ativos também podem se beneficiar, desde que com orientação profissional, claro.
“No público mais jovem, o ômega 3 atua auxiliando no desempenho mental, contribui na saúde metabólica e na performance física, aspectos essenciais para quem mantém uma rotina ativa de treinos. Dessa forma, seu uso vai além da prevenção e funciona como um suporte diário para o organismo”, explica.
Outra coisa importante: ele vai muito além do coração. Sim, ele ajuda na saúde cardiovascular, mas também atua no equilíbrio dos triglicerídeos, pode ajudar na circulação e na elasticidade dos vasos, o que impacta metabolismo e inflamações do corpo.
E tem mais: “O que muitas pessoas não imaginam também é que o ômega 3 exerce um papel importante no funcionamento do cérebro e do sistema nervoso. Existem muitos estudos que associam seu consumo à melhora da memória, da concentração e do humor, além da sua contribuição para a qualidade do sono e o controle do estresse”, destaca a nutricionista.
Pra quem treina, ele também pode virar um super aliado. “Para quem possui uma rotina ativa de treinos, o ômega 3 pode auxiliar na recuperação muscular. Sua ação anti-inflamatória auxilia na redução de micro inflamações causadas pelo exercício, o que pode refletir em menos dores musculares no pós-treino e em um retorno mais rápido aos estímulos físicos”, aconselha Sandra Garcia.
Além disso, o consumo regular também costuma estar ligado à melhora da função muscular, resistência e manutenção da massa magra. Ou seja, ajuda tanto atleta quanto quem só mantém uma rotina de treinos normal, sempre junto com alimentação equilibrada e hábitos saudáveis.
E ó, um detalhe que muita gente ignora: nem todo ômega 3 é igual. A quantidade e qualidade podem variar muito. Por isso, vale olhar concentração de EPA e DHA, além dos selos de pureza e origem da matéria-prima.
“O EPA e o DHA são os principais ácidos graxos do ômega 3 responsáveis pelos seus efeitos no organismo. Por isso, ao escolher um suplemento, é essencial observar a quantidade desses ativos no rótulo e a qualidade da matéria-prima. Enquanto o EPA está mais relacionado à ação anti-inflamatória e à saúde cardiovascular, o DHA tem papel fundamental na estrutura do cérebro, da visão e do sistema nervoso”, reforça a profissional.
No fim, é aquilo: não é sobre idade, é sobre necessidade do corpo e rotina. E quando bem escolhido e orientado, pode ser aquele empurrãozinho extra pra saúde e pro desempenho do dia a dia.
O ômega 3 já existe naturalmente em vários alimentos tipo peixes, sementes e oleaginosas. Ele é formado pelos ácidos graxos EPA e DHA, que ajudam em várias funções do corpo. E como a gente não produz isso em quantidade suficiente, às vezes precisa vir da alimentação ou da suplementação mesmo.
A nutricionista Sandra Regina Garcia, explica assim: “O ômega 3 em forma de suplemento pode contribuir para o controle de processos inflamatórios, para a saúde cerebral, função muscular e equilíbrio metabólico. Por isso, seu uso não se restringe a uma faixa etária específica e pode ser um grande aliado na rotina de jovens e adultos que praticam atividades físicas regularmente”.
E com cada vez mais gente buscando uma rotina mais saudável, faz todo sentido entender direitinho o que cada nutriente entrega antes de sair comprando. Pensando nisso, ela trouxe alguns pontos que muita gente ainda não sabe sobre o ômega 3.
Primeiro: não, ele não é só pra terceira idade. Mesmo sendo uma ideia super comum, jovens e adultos ativos também podem se beneficiar, desde que com orientação profissional, claro.
“No público mais jovem, o ômega 3 atua auxiliando no desempenho mental, contribui na saúde metabólica e na performance física, aspectos essenciais para quem mantém uma rotina ativa de treinos. Dessa forma, seu uso vai além da prevenção e funciona como um suporte diário para o organismo”, explica.
Outra coisa importante: ele vai muito além do coração. Sim, ele ajuda na saúde cardiovascular, mas também atua no equilíbrio dos triglicerídeos, pode ajudar na circulação e na elasticidade dos vasos, o que impacta metabolismo e inflamações do corpo.
E tem mais: “O que muitas pessoas não imaginam também é que o ômega 3 exerce um papel importante no funcionamento do cérebro e do sistema nervoso. Existem muitos estudos que associam seu consumo à melhora da memória, da concentração e do humor, além da sua contribuição para a qualidade do sono e o controle do estresse”, destaca a nutricionista.
Pra quem treina, ele também pode virar um super aliado. “Para quem possui uma rotina ativa de treinos, o ômega 3 pode auxiliar na recuperação muscular. Sua ação anti-inflamatória auxilia na redução de micro inflamações causadas pelo exercício, o que pode refletir em menos dores musculares no pós-treino e em um retorno mais rápido aos estímulos físicos”, aconselha Sandra Garcia.
Além disso, o consumo regular também costuma estar ligado à melhora da função muscular, resistência e manutenção da massa magra. Ou seja, ajuda tanto atleta quanto quem só mantém uma rotina de treinos normal, sempre junto com alimentação equilibrada e hábitos saudáveis.
E ó, um detalhe que muita gente ignora: nem todo ômega 3 é igual. A quantidade e qualidade podem variar muito. Por isso, vale olhar concentração de EPA e DHA, além dos selos de pureza e origem da matéria-prima.
“O EPA e o DHA são os principais ácidos graxos do ômega 3 responsáveis pelos seus efeitos no organismo. Por isso, ao escolher um suplemento, é essencial observar a quantidade desses ativos no rótulo e a qualidade da matéria-prima. Enquanto o EPA está mais relacionado à ação anti-inflamatória e à saúde cardiovascular, o DHA tem papel fundamental na estrutura do cérebro, da visão e do sistema nervoso”, reforça a profissional.
No fim, é aquilo: não é sobre idade, é sobre necessidade do corpo e rotina. E quando bem escolhido e orientado, pode ser aquele empurrãozinho extra pra saúde e pro desempenho do dia a dia.
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