Publicado 10/08/2026 09:44
Olá, meninas!
PublicidadeSabe quando a gente sente que está carregando o mundo nas costas? A rotina corre, o trabalho aperta, são mil preocupações ao mesmo tempo e, quando percebemos, o corpo começa a reclamar. O pescoço dói, os ombros ficam duros, a mandíbula parece travada e aquela dor de cabeça aparece com uma frequência que já nem sabemos mais explicar.
Pois é! Nem sempre esses incômodos são apenas consequência da correria. Em muitos casos, eles podem estar relacionados ao estresse e à ansiedade. O nosso corpo, afinal, também encontra maneiras de dizer que precisa de atenção.
Com a rotina cada vez mais acelerada e o excesso de cobranças fazendo parte do dia a dia de tanta gente, é comum que o desgaste emocional também apareça fisicamente. Dores na região cervical, tensão nos ombros, desconforto na lombar e até dores de cabeça recorrentes podem ser alguns desses sinais.
De acordo com o massoterapeuta cubano Reynier Rodriguez, o corpo pode funcionar como um verdadeiro termômetro das nossas emoções. Ele conta que é comum receber pessoas que procuram ajuda por causa de dores musculares e, durante a conversa, perceber que elas estão passando por momentos de ansiedade, excesso de trabalho ou preocupações constantes.
"O corpo registra esse acúmulo de tensão antes mesmo de a pessoa perceber o quanto está sobrecarregada emocionalmente", explica Reynier.
E sabe aquela sensação de estar sempre em alerta? Segundo o especialista, quando o estresse permanece por muito tempo, a musculatura pode ficar contraída continuamente, dificultando o relaxamento completo dos músculos. Com isso, dores e desconfortos acabam se tornando parte da rotina.
O problema é que muitas vezes a gente se acostuma com a dor e começa a achar que é normal. "Muitas pessoas acreditam que sentir dor no pescoço, nos ombros ou na lombar é algo normal por causa da rotina. Não é. A dor é uma forma de comunicação do organismo e merece atenção. Quanto antes ela é investigada, maiores são as chances de evitar que o problema se torne crônico", alerta o massoterapeuta.
Por isso, vale prestar mais atenção aos sinais que o nosso corpo dá. É claro que o acompanhamento médico e psicológico deve ser buscado sempre que necessário, mas alguns cuidados também podem ajudar a promover mais relaxamento e bem-estar.
A massoterapia, por exemplo, não trata a ansiedade, mas pode contribuir para aliviar tensões musculares relacionadas ao estresse, favorecer o relaxamento e melhorar a percepção que temos do nosso próprio corpo. Para Reynier, ela pode ser uma aliada complementar dentro de uma rotina de cuidados mais ampla.
No fim das contas, fica aquele lembrete importante para todas nós: saúde emocional e saúde física caminham lado a lado. Quando a mente está cansada demais, o corpo pode acabar sentindo também. Então, que tal começar a ouvir um pouquinho mais os sinais que ele está tentando dar?
Cuidar da gente também é perceber quando é hora de desacelerar, respirar fundo e pedir ajuda. Porque não precisamos esperar o corpo gritar para entender que está na hora de olhar para nós mesmas com mais carinho.
Pois é! Nem sempre esses incômodos são apenas consequência da correria. Em muitos casos, eles podem estar relacionados ao estresse e à ansiedade. O nosso corpo, afinal, também encontra maneiras de dizer que precisa de atenção.
Com a rotina cada vez mais acelerada e o excesso de cobranças fazendo parte do dia a dia de tanta gente, é comum que o desgaste emocional também apareça fisicamente. Dores na região cervical, tensão nos ombros, desconforto na lombar e até dores de cabeça recorrentes podem ser alguns desses sinais.
De acordo com o massoterapeuta cubano Reynier Rodriguez, o corpo pode funcionar como um verdadeiro termômetro das nossas emoções. Ele conta que é comum receber pessoas que procuram ajuda por causa de dores musculares e, durante a conversa, perceber que elas estão passando por momentos de ansiedade, excesso de trabalho ou preocupações constantes.
"O corpo registra esse acúmulo de tensão antes mesmo de a pessoa perceber o quanto está sobrecarregada emocionalmente", explica Reynier.
E sabe aquela sensação de estar sempre em alerta? Segundo o especialista, quando o estresse permanece por muito tempo, a musculatura pode ficar contraída continuamente, dificultando o relaxamento completo dos músculos. Com isso, dores e desconfortos acabam se tornando parte da rotina.
O problema é que muitas vezes a gente se acostuma com a dor e começa a achar que é normal. "Muitas pessoas acreditam que sentir dor no pescoço, nos ombros ou na lombar é algo normal por causa da rotina. Não é. A dor é uma forma de comunicação do organismo e merece atenção. Quanto antes ela é investigada, maiores são as chances de evitar que o problema se torne crônico", alerta o massoterapeuta.
Por isso, vale prestar mais atenção aos sinais que o nosso corpo dá. É claro que o acompanhamento médico e psicológico deve ser buscado sempre que necessário, mas alguns cuidados também podem ajudar a promover mais relaxamento e bem-estar.
A massoterapia, por exemplo, não trata a ansiedade, mas pode contribuir para aliviar tensões musculares relacionadas ao estresse, favorecer o relaxamento e melhorar a percepção que temos do nosso próprio corpo. Para Reynier, ela pode ser uma aliada complementar dentro de uma rotina de cuidados mais ampla.
No fim das contas, fica aquele lembrete importante para todas nós: saúde emocional e saúde física caminham lado a lado. Quando a mente está cansada demais, o corpo pode acabar sentindo também. Então, que tal começar a ouvir um pouquinho mais os sinais que ele está tentando dar?
Cuidar da gente também é perceber quando é hora de desacelerar, respirar fundo e pedir ajuda. Porque não precisamos esperar o corpo gritar para entender que está na hora de olhar para nós mesmas com mais carinho.
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