Publicado 20/04/2026 18:42
Duque de Caxias - Com mais de 3,8 milhões de habitantes, o equivalente a 22,5% da população do estado, a Baixada Fluminense reúne ativos estratégicos que a colocam como um dos principais vetores de desenvolvimento do Rio de Janeiro. A combinação entre localização privilegiada, base industrial relevante e forte mercado consumidor posiciona a região como um eixo central para o crescimento econômico fluminense. Esse cenário é apontado pelo estudo “Rio de futuro: vocações e potencialidades econômicas do Rio de Janeiro”, que vem sendo apresentado nas regionais da Firjan após consolidar, em dezembro de 2025, um panorama geral do estado.
Na última semana, o levantamento foi debatido pela Firjan com empresários da Baixada Fluminense, em Duque de Caxias e Nova Iguaçu, dando sequência a uma série de encontros que têm como objetivo aprofundar o diagnóstico por território, validar propostas e reunir contribuições do setor produtivo para ajudar a direcionar políticas públicas.
“A região tem ativos estratégicos importantes e pode avançar ainda mais ao transformar suas vocações em crescimento econômico consistente”, destacou o presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano.
Somadas, as regiões de Duque de Caxias e Nova Iguaçu concentram 576,7 mil empregos formais e 37,4 mil estabelecimentos, com participação industrial superior à média estadual tanto em empregos quanto em número de empresas. A indústria geral responde por 14,4% (83 mil) dos postos de trabalho e 13% (4,9 mil) dos estabelecimentos da Baixada Fluminense.
A base industrial da Baixada é diversificada e tem como principais segmentos a Construção Civil, que responde por 32,5% (187,4 mil) dos empregos industriais, seguida por Alimentos, Bebidas e Panificação, com 19,4% (111,9 mil), e Metalmecânica, com 17,2% (99,2 mil). Também se destacam os setores Químico e Farmacêutico, Infraestrutura e atividades ligadas à cadeia de Petróleo, Gás e Naval.
Na região de Duque de Caxias, que engloba municípios como Belford Roxo, Guapimirim, Magé e São João de Meriti, a vocação logística se sobressai pela presença de importantes eixos rodoviários, como o Arco Metropolitano, a BR-040 e a BR-116, além da integração com modais portuário e aeroportuário.
Para o presidente da Firjan Caxias e Região, Roberto Leverone, o estudo reforça o potencial de crescimento a partir de soluções estruturantes.
PublicidadeNa última semana, o levantamento foi debatido pela Firjan com empresários da Baixada Fluminense, em Duque de Caxias e Nova Iguaçu, dando sequência a uma série de encontros que têm como objetivo aprofundar o diagnóstico por território, validar propostas e reunir contribuições do setor produtivo para ajudar a direcionar políticas públicas.
“A região tem ativos estratégicos importantes e pode avançar ainda mais ao transformar suas vocações em crescimento econômico consistente”, destacou o presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano.
Somadas, as regiões de Duque de Caxias e Nova Iguaçu concentram 576,7 mil empregos formais e 37,4 mil estabelecimentos, com participação industrial superior à média estadual tanto em empregos quanto em número de empresas. A indústria geral responde por 14,4% (83 mil) dos postos de trabalho e 13% (4,9 mil) dos estabelecimentos da Baixada Fluminense.
A base industrial da Baixada é diversificada e tem como principais segmentos a Construção Civil, que responde por 32,5% (187,4 mil) dos empregos industriais, seguida por Alimentos, Bebidas e Panificação, com 19,4% (111,9 mil), e Metalmecânica, com 17,2% (99,2 mil). Também se destacam os setores Químico e Farmacêutico, Infraestrutura e atividades ligadas à cadeia de Petróleo, Gás e Naval.
Na região de Duque de Caxias, que engloba municípios como Belford Roxo, Guapimirim, Magé e São João de Meriti, a vocação logística se sobressai pela presença de importantes eixos rodoviários, como o Arco Metropolitano, a BR-040 e a BR-116, além da integração com modais portuário e aeroportuário.
Para o presidente da Firjan Caxias e Região, Roberto Leverone, o estudo reforça o potencial de crescimento a partir de soluções estruturantes.
“Com investimentos em infraestrutura logística, a região pode ser beneficiada com a redução de custos, tempo e riscos no transporte de cargas. Esse estudo nos mostra a gama de potencialidades que podem ser aproveitadas para o desenvolvimento da região e do estado”, comentou.
Apesar das vantagens, o estudo também evidencia desafios importantes. Questões como mobilidade urbana, segurança pública, qualidade do fornecimento de energia e indicadores sociais impactam diretamente o ambiente de negócios e a qualidade de vida da população, exigindo atuação coordenada entre setor produtivo e poder público.
Entre as soluções propostas estão a requalificação dos corredores logísticos, a consolidação de plataformas retroportuárias, o fortalecimento de cadeias produtivas como a química, a metalmecânica e a agroindústria, além do avanço da economia circular e da inovação tecnológica. A melhoria da infraestrutura energética e o combate ao roubo de cargas também aparecem como medidas prioritárias para aumentar a competitividade regional.
“Estamos construindo uma agenda positiva, com propostas concretas para superar gargalos e aproveitar as oportunidades. Esse trabalho é resultado de um diagnóstico técnico aliado à percepção dos empresários, que vivenciam os desafios no dia a dia”, ressaltou Jonathas Goulart, gerente de Estudos Econômicos da Firjan.
Ao promover o diálogo com empresários das diferentes regionais, a Firjan busca consolidar uma agenda integrada de desenvolvimento para a Baixada Fluminense, que será levada aos gestores públicos. A proposta é transformar as vocações econômicas da região em crescimento sustentável, geração de empregos e melhoria das condições de vida da população.
Apesar das vantagens, o estudo também evidencia desafios importantes. Questões como mobilidade urbana, segurança pública, qualidade do fornecimento de energia e indicadores sociais impactam diretamente o ambiente de negócios e a qualidade de vida da população, exigindo atuação coordenada entre setor produtivo e poder público.
Entre as soluções propostas estão a requalificação dos corredores logísticos, a consolidação de plataformas retroportuárias, o fortalecimento de cadeias produtivas como a química, a metalmecânica e a agroindústria, além do avanço da economia circular e da inovação tecnológica. A melhoria da infraestrutura energética e o combate ao roubo de cargas também aparecem como medidas prioritárias para aumentar a competitividade regional.
“Estamos construindo uma agenda positiva, com propostas concretas para superar gargalos e aproveitar as oportunidades. Esse trabalho é resultado de um diagnóstico técnico aliado à percepção dos empresários, que vivenciam os desafios no dia a dia”, ressaltou Jonathas Goulart, gerente de Estudos Econômicos da Firjan.
Ao promover o diálogo com empresários das diferentes regionais, a Firjan busca consolidar uma agenda integrada de desenvolvimento para a Baixada Fluminense, que será levada aos gestores públicos. A proposta é transformar as vocações econômicas da região em crescimento sustentável, geração de empregos e melhoria das condições de vida da população.
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