Publicado 21/05/2026 21:57
Duque de Caxias - O Ilê À Obalúwáiyé Jagun, tradicional casa de axé em Duque de Caxias, completou 48 anos de fundação, marcando quase cinco décadas de história dedicadas à fé, à ancestralidade, à preservação das tradições afro-brasileiras e ao acolhimento espiritual de milhares de pessoas.
Fundado em 1978, o Ilê construiu ao longo dos anos uma caminhada sólida, respeitada e repleta de significado dentro da religião de matriz africana. Sob a liderança do Bàbálórìà Célio D’Omolu, conhecido carinhosamente como Pai Celinho, a casa se tornou referência não apenas em Duque de Caxias, mas também para filhos de santo, amigos e admiradores de diferentes regiões do estado do Rio de Janeiro.
Mais do que um terreiro, o Ilê À Obalúwáiyé Jagun representa um espaço de resistência cultural, fortalecimento espiritual e preservação dos fundamentos deixados pelos ancestrais. Em tempos onde a intolerância religiosa ainda existe, manter viva uma casa de axé por quase meio século é também um ato de coragem, luta e compromisso com a tradição.
PublicidadeFundado em 1978, o Ilê construiu ao longo dos anos uma caminhada sólida, respeitada e repleta de significado dentro da religião de matriz africana. Sob a liderança do Bàbálórìà Célio D’Omolu, conhecido carinhosamente como Pai Celinho, a casa se tornou referência não apenas em Duque de Caxias, mas também para filhos de santo, amigos e admiradores de diferentes regiões do estado do Rio de Janeiro.
Mais do que um terreiro, o Ilê À Obalúwáiyé Jagun representa um espaço de resistência cultural, fortalecimento espiritual e preservação dos fundamentos deixados pelos ancestrais. Em tempos onde a intolerância religiosa ainda existe, manter viva uma casa de axé por quase meio século é também um ato de coragem, luta e compromisso com a tradição.

Ao longo desses 48 anos, inúmeras vidas foram transformadas dentro da casa através da fé, dos ensinamentos e da espiritualidade conduzida com seriedade, responsabilidade e dedicação. O Ilê acompanhou gerações, acolheu famílias, formou filhos de santo e se consolidou como um verdadeiro símbolo de união e respeito às raízes africanas.
A trajetória do Pai Celinho também faz parte dessa história. Reconhecido pelo seu compromisso com os fundamentos da religião e pela forma acolhedora com que conduz sua missão espiritual, o sacerdote construiu ao lado de sua comunidade uma caminhada marcada pelo amor ao orixá, pelo respeito aos ensinamentos ancestrais e pela valorização da cultura afro-brasileira.
Durante quase cinco décadas, o Ilê realizou obrigações, festas tradicionais, celebrações religiosas e momentos que marcaram profundamente a vida de muitos filhos e frequentadores. Cada toque, cada canto, cada reza e cada ritual carregam uma história construída com fé e muito axé.
"A comemoração dos 48 anos do Ilê À Obalúwáiyé Jagun simboliza não apenas a permanência de uma casa religiosa, mas também a continuidade de uma herança espiritual que atravessa gerações e segue fortalecendo a identidade, a cultura e a ancestralidade do povo de axé. Neste dia especial, filhos de santo, amigos, admiradores e toda a comunidade celebram essa trajetória com orgulho, respeito e gratidão por tudo que foi construído ao longo desses anos. Que Obalúwáiyé continue derramando saúde, proteção, sabedoria e prosperidade sobre o Ilê À Obalúwáiyé Jagun e sobre todos aqueles que fazem parte dessa grande família de axé", afirmou.
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