Publicado 30/04/2025 09:31 | Atualizado 30/04/2025 13:59
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 7% no trimestre encerrado em março, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quarta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado veio em linha com as expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que estimavam uma taxa de desemprego entre 6,8% e 7,2%, com mediana de 7,0%.
Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 7,9%. No trimestre encerrado em fevereiro, a taxa de desocupação estava em 6,8%.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.410 no trimestre encerrado em março. O resultado representa alta de 4,0% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 345,048 bilhões no trimestre até março, alta de 6,6% ante igual período do ano anterior.
PublicidadeO resultado veio em linha com as expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que estimavam uma taxa de desemprego entre 6,8% e 7,2%, com mediana de 7,0%.
Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 7,9%. No trimestre encerrado em fevereiro, a taxa de desocupação estava em 6,8%.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.410 no trimestre encerrado em março. O resultado representa alta de 4,0% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 345,048 bilhões no trimestre até março, alta de 6,6% ante igual período do ano anterior.
Desempregados
O país totalizou 102,483 milhões de trabalhadores ocupados no trimestre terminado em março. Houve um fechamento de 1,335 milhão de vagas no mercado de trabalho em apenas um trimestre. Em um ano, o contingente de ocupados aumentou em 2,280 milhões de pessoas.
Já a população desocupada expandiu em 891 mil pessoas em um trimestre, totalizando 7,714 milhões de desempregados no trimestre até março. Em um ano, 909 mil pessoas deixaram o desemprego no País.
A população inativa somou 66,975 milhões de pessoas no trimestre encerrado em março, 805 mil inativos a mais que no trimestre anterior. Em um ano, houve elevação de 82 mil pessoas na inatividade.
O nível da ocupação - percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar - passou de 58,7% no trimestre encerrado em dezembro para 57,8% no trimestre até março. No trimestre terminado em março de 2024, o nível da ocupação era de 57,0%.
População subutilizada
No trimestre terminado em março, faltou trabalho para 18,463 milhões de pessoas no País, segundo o IBGE. A taxa composta de subutilização da força de trabalho subiu de 15,2% no trimestre até dezembro para 15,9% no trimestre até março. No trimestre até março de 2024, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 17,9%.
O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar.
A população subutilizada subiu 4,0% ante o trimestre até dezembro, 706 mil pessoas a mais. Em relação ao trimestre até março de 2024, houve um recuo de 10,8%, menos 2,243 milhões de pessoas.
Subocupados por insuficiência de horas trabalhadas
De acordo com o IBGE, a taxa de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas ficou em 4,4% no trimestre até março, ante um patamar de 4,8% no trimestre até dezembro.
Em todo o Brasil, há 4,552 milhões de trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas. O indicador inclui as pessoas ocupadas com uma jornada inferior a 40 horas semanais que gostariam de trabalhar por um período maior.
Na passagem do trimestre até dezembro para o trimestre até março, houve um recuo de 394 mil pessoas na população nessa condição. O País tem 603 mil pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas a menos em um ano.
Já a população desocupada expandiu em 891 mil pessoas em um trimestre, totalizando 7,714 milhões de desempregados no trimestre até março. Em um ano, 909 mil pessoas deixaram o desemprego no País.
A população inativa somou 66,975 milhões de pessoas no trimestre encerrado em março, 805 mil inativos a mais que no trimestre anterior. Em um ano, houve elevação de 82 mil pessoas na inatividade.
O nível da ocupação - percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar - passou de 58,7% no trimestre encerrado em dezembro para 57,8% no trimestre até março. No trimestre terminado em março de 2024, o nível da ocupação era de 57,0%.
População subutilizada
No trimestre terminado em março, faltou trabalho para 18,463 milhões de pessoas no País, segundo o IBGE. A taxa composta de subutilização da força de trabalho subiu de 15,2% no trimestre até dezembro para 15,9% no trimestre até março. No trimestre até março de 2024, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 17,9%.
O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar.
A população subutilizada subiu 4,0% ante o trimestre até dezembro, 706 mil pessoas a mais. Em relação ao trimestre até março de 2024, houve um recuo de 10,8%, menos 2,243 milhões de pessoas.
Subocupados por insuficiência de horas trabalhadas
De acordo com o IBGE, a taxa de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas ficou em 4,4% no trimestre até março, ante um patamar de 4,8% no trimestre até dezembro.
Em todo o Brasil, há 4,552 milhões de trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas. O indicador inclui as pessoas ocupadas com uma jornada inferior a 40 horas semanais que gostariam de trabalhar por um período maior.
Na passagem do trimestre até dezembro para o trimestre até março, houve um recuo de 394 mil pessoas na população nessa condição. O País tem 603 mil pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas a menos em um ano.
Atividades econômicas
Nove das dez atividades econômicas registraram demissões no trimestre encerrado em março. Na passagem do trimestre terminado em dezembro para o trimestre encerrado em março, houve redução na ocupação na agricultura (-136 mil trabalhadores), administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (-297 mil), outros serviços (-43 mil), indústria (-43 mil), construção (-397 mil), alojamento e alimentação (-190 mil), serviços domésticos (-241 mil), transporte (-46 mil) e comércio (-91 mil).
Houve geração de postos de trabalho apenas em informação, comunicação e atividades financeiras, profissionais e administrativas (153 mil).
Em relação ao patamar de um ano antes, houve contratações no comércio (592 mil), indústria (431 mil), administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (713 mil trabalhadores a mais), construção (90 mil pessoas), outros serviços (167 mil), informação, comunicação e atividades financeiras (518 mil), transporte (253 mil) e alojamento e alimentação (69 mil). A agricultura dispensou 334 mil pessoas e serviços domésticos, 208 mil.
Houve geração de postos de trabalho apenas em informação, comunicação e atividades financeiras, profissionais e administrativas (153 mil).
Em relação ao patamar de um ano antes, houve contratações no comércio (592 mil), indústria (431 mil), administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (713 mil trabalhadores a mais), construção (90 mil pessoas), outros serviços (167 mil), informação, comunicação e atividades financeiras (518 mil), transporte (253 mil) e alojamento e alimentação (69 mil). A agricultura dispensou 334 mil pessoas e serviços domésticos, 208 mil.
Setor privado
O País registrou mais 210 mil trabalhadores ocupados com carteira assinada no setor privado no trimestre terminado em março. Na comparação com o mesmo trimestre de 2024, 1,463 milhão de vagas com carteira foram criadas no setor privado.
O total de pessoas com carteira assinada no setor privado foi de 39,447 milhões de trabalhadores no trimestre até março. Já o contingente de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado ficou em 13,458 milhões de pessoas. O resultado significa 751 mil de vagas a menos nessa condição do que no trimestre anterior. Em relação ao trimestre até março de 2024, foram criadas 70 mil vagas sem carteira no setor privado.
O trabalho por conta própria encolheu em 124 mil pessoas em um trimestre, para um total de 25,902 milhões de trabalhadores. O resultado representa 496 mil pessoas a mais trabalhando nesta condição na comparação com o mesmo período do ano anterior.
O número de empregadores recuou em 59 mil em um trimestre, para 4,287 milhões de pessoas. Em relação a um ano antes, o total de empregadores teve um aumento de 157 mil pessoas.
O País teve uma queda de 238 mil pessoas no trabalho doméstico em um trimestre, para um total de 5,693 milhões de pessoas. O resultado representa recuo de 202 mil trabalhadores ante o mesmo trimestre do ano anterior.
O setor público teve 289 mil pessoas a menos no trimestre terminado em março ante o trimestre encerrado em dezembro, para um total de 12,462 milhões de ocupados. Na comparação com o trimestre até março de 2024, foram abertas 444 mil vagas no setor público.
O total de pessoas com carteira assinada no setor privado foi de 39,447 milhões de trabalhadores no trimestre até março. Já o contingente de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado ficou em 13,458 milhões de pessoas. O resultado significa 751 mil de vagas a menos nessa condição do que no trimestre anterior. Em relação ao trimestre até março de 2024, foram criadas 70 mil vagas sem carteira no setor privado.
O trabalho por conta própria encolheu em 124 mil pessoas em um trimestre, para um total de 25,902 milhões de trabalhadores. O resultado representa 496 mil pessoas a mais trabalhando nesta condição na comparação com o mesmo período do ano anterior.
O número de empregadores recuou em 59 mil em um trimestre, para 4,287 milhões de pessoas. Em relação a um ano antes, o total de empregadores teve um aumento de 157 mil pessoas.
O País teve uma queda de 238 mil pessoas no trabalho doméstico em um trimestre, para um total de 5,693 milhões de pessoas. O resultado representa recuo de 202 mil trabalhadores ante o mesmo trimestre do ano anterior.
O setor público teve 289 mil pessoas a menos no trimestre terminado em março ante o trimestre encerrado em dezembro, para um total de 12,462 milhões de ocupados. Na comparação com o trimestre até março de 2024, foram abertas 444 mil vagas no setor público.
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