Publicado 27/05/2025 09:23 | Atualizado 27/05/2025 10:44
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou alta de 0,36% em maio, após ter subido 0,43% em abril, informou nesta terça-feira, 27, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado ficou abaixo da mediana das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que apontava avanço de 0,44%. O intervalo das estimativas ia de alta de 0,35% a 0,53%.
Com o resultado anunciado nesta terça-feira, o IPCA-15 acumulou um aumento de 2,80% no ano. A taxa em 12 meses ficou em 5,40%. As projeções iam de avanço de 5,39% a 5,58%, com mediana de 5,49%.
PublicidadeO resultado ficou abaixo da mediana das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que apontava avanço de 0,44%. O intervalo das estimativas ia de alta de 0,35% a 0,53%.
Com o resultado anunciado nesta terça-feira, o IPCA-15 acumulou um aumento de 2,80% no ano. A taxa em 12 meses ficou em 5,40%. As projeções iam de avanço de 5,39% a 5,58%, com mediana de 5,49%.
Saúde
Os gastos das famílias brasileiras com Saúde e cuidados pessoais passaram de uma elevação de 0,96% em abril para um aumento de 0,91% em maio, uma contribuição de 0,12 ponto percentual para o IPCA-15 deste mês.
Houve pressão dos aumentos nos produtos farmacêuticos, avanço de 1,93%, em decorrência da autorização do reajuste de até 5,09% nos preços dos medicamentos, a partir de 31 de março.
A alta no grupo foi influenciada também pelo aumento de 0,57% no plano de saúde. O subitem foi responsável pela quarta maior contribuição individual para a inflação do mês, 0,02 ponto porcentual, atrás apenas das pressões da energia elétrica, batata-inglesa e café moído.
Houve pressão dos aumentos nos produtos farmacêuticos, avanço de 1,93%, em decorrência da autorização do reajuste de até 5,09% nos preços dos medicamentos, a partir de 31 de março.
A alta no grupo foi influenciada também pelo aumento de 0,57% no plano de saúde. O subitem foi responsável pela quarta maior contribuição individual para a inflação do mês, 0,02 ponto porcentual, atrás apenas das pressões da energia elétrica, batata-inglesa e café moído.
Habitação
Os gastos das famílias brasileiras com Habitação passaram de uma elevação de 0,09% em abril para um aumento de 0,67% em maio, uma contribuição de 0,10 ponto percentual.
A energia elétrica residencial subiu 1,68% em maio, item de maior impacto individual sobre o IPCA-15 do mês, uma contribuição de 0,06 ponto porcentual. O resultado é consequência da entrada em vigor da bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$1,885 a cada 100 quilowatts-hora consumidos.
A energia elétrica residencial subiu 1,68% em maio, item de maior impacto individual sobre o IPCA-15 do mês, uma contribuição de 0,06 ponto porcentual. O resultado é consequência da entrada em vigor da bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$1,885 a cada 100 quilowatts-hora consumidos.
O IBGE acrescenta que também foram apropriados reajustes tarifários de 2,07% em Salvador a partir de 22 de abril, de 3,33% no Recife a partir de 29 de abril, e redução de 1,68% na tarifa em Fortaleza a partir de 22 de abril.
A taxa de água e esgoto subiu 0,51% em maio, devido a reajustes de 9,98% em Recife a partir de 26 de abril, de 4,17% em Goiânia desde 1º de abril, e de 6,58% em Porto Alegre a partir de 4 de maio.
O gás encanado aumentou 0,12%, devido ao reajuste médio de 0,77% no Rio de Janeiro desde 1º de maio.
A taxa de água e esgoto subiu 0,51% em maio, devido a reajustes de 9,98% em Recife a partir de 26 de abril, de 4,17% em Goiânia desde 1º de abril, e de 6,58% em Porto Alegre a partir de 4 de maio.
O gás encanado aumentou 0,12%, devido ao reajuste médio de 0,77% no Rio de Janeiro desde 1º de maio.
Transportes
O recuo de 11,18% no custo das passagens aéreas em maio deu a principal contribuição para deter a prévia da inflação do País no mês. O subitem impactou em -0,07 ponto percentual na taxa de 0,36% registrada pelo IPCA-15 de maio.
Os gastos das famílias com Transportes passaram de uma queda de 0,44% em abril para um recuo de 0,29% em maio, uma contribuição de -0,06 ponto porcentual para a taxa de inflação neste mês.
Em maio, os combustíveis subiram 0,11%. Houve altas nos preços do etanol (0,54%) e da gasolina (0,14%), mas quedas no óleo diesel (-1,53%) e gás veicular (-0,96%).
O ônibus urbano recuou 1,24%, em decorrência da tarifa zero aos domingos e feriados em Brasília e em Belém (que teve ainda a apropriação do reajuste de 15,00% nas tarifas com início em 14 de abril), redução de tarifa aos domingos e feriados em Curitiba e reajuste de 4,17% nas tarifas a partir de 31 de março em Porto Alegre.
O metrô aumentou 0,51%, devido a reajuste de 5,33% nas tarifas no Rio de Janeiro em 12 de abril e gratuidade aos domingos e feriados em Brasília. O táxi avançou 0,49%, com reajuste médio de 10,91% nas tarifas em Porto Alegre desde 31 de março.
Os gastos das famílias com Transportes passaram de uma queda de 0,44% em abril para um recuo de 0,29% em maio, uma contribuição de -0,06 ponto porcentual para a taxa de inflação neste mês.
Em maio, os combustíveis subiram 0,11%. Houve altas nos preços do etanol (0,54%) e da gasolina (0,14%), mas quedas no óleo diesel (-1,53%) e gás veicular (-0,96%).
O ônibus urbano recuou 1,24%, em decorrência da tarifa zero aos domingos e feriados em Brasília e em Belém (que teve ainda a apropriação do reajuste de 15,00% nas tarifas com início em 14 de abril), redução de tarifa aos domingos e feriados em Curitiba e reajuste de 4,17% nas tarifas a partir de 31 de março em Porto Alegre.
O metrô aumentou 0,51%, devido a reajuste de 5,33% nas tarifas no Rio de Janeiro em 12 de abril e gratuidade aos domingos e feriados em Brasília. O táxi avançou 0,49%, com reajuste médio de 10,91% nas tarifas em Porto Alegre desde 31 de março.
Alimentação
O gasto das famílias brasileiras com alimentação e bebidas subiu em maio pelo nono mês consecutivo, mas as quedas nos preços de itens importantes na cesta de consumo, como o tomate (-7,28%), arroz (-4,31%) e frutas (-1,64%), ajudaram a deter a inflação no mês.
O grupo Alimentação e Bebidas saiu de uma elevação de 1,14% em abril para uma alta de 0,39% em maio, resultando numa contribuição de 0,09 ponto porcentual para a taxa de 0,36% registrada pelo índice.
A alimentação no domicílio avançou 0,30% em maio. Apesar dos recuos no tomate, arroz e frutas, houve aumentos na batata-inglesa (21,75%), cebola (6,14%) e café moído (4,82%).
A alimentação fora do domicílio aumentou 0,63%. A refeição fora de casa subiu 0,49%, e o lanche avançou 0,84%.
O grupo Alimentação e Bebidas saiu de uma elevação de 1,14% em abril para uma alta de 0,39% em maio, resultando numa contribuição de 0,09 ponto porcentual para a taxa de 0,36% registrada pelo índice.
A alimentação no domicílio avançou 0,30% em maio. Apesar dos recuos no tomate, arroz e frutas, houve aumentos na batata-inglesa (21,75%), cebola (6,14%) e café moído (4,82%).
A alimentação fora do domicílio aumentou 0,63%. A refeição fora de casa subiu 0,49%, e o lanche avançou 0,84%.
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