Publicado 27/06/2025 09:28 | Atualizado 27/06/2025 13:59
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 6,2% no trimestre encerrado em maio, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta sexta-feira, 27, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado atingiu o piso das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que estimavam uma taxa de desemprego entre 6,2% e 6,6%, com mediana de 6,3%.
Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 7,1%. No trimestre encerrado em abril, a taxa de desocupação estava em 6,6%.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.457 no trimestre encerrado em maio. O resultado representa uma estabilidade em relação ao mesmo período do ano anterior.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 354,6 bilhões no trimestre até maio, alta de 1,8% ante igual período do ano anterior e novo recorde.
PublicidadeO resultado atingiu o piso das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que estimavam uma taxa de desemprego entre 6,2% e 6,6%, com mediana de 6,3%.
Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 7,1%. No trimestre encerrado em abril, a taxa de desocupação estava em 6,6%.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.457 no trimestre encerrado em maio. O resultado representa uma estabilidade em relação ao mesmo período do ano anterior.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 354,6 bilhões no trimestre até maio, alta de 1,8% ante igual período do ano anterior e novo recorde.
Previdência
O Brasil alcançou um recorde de 68,297 milhões de trabalhadores ocupados contribuindo para instituto de previdência no trimestre encerrado em maio, segundo os dados da pesquisa.
A proporção de contribuintes entre os ocupados foi de 65,8% no trimestre até maio, ante 65,9% no trimestre até fevereiro.
A proporção de contribuintes entre os ocupados foi de 65,8% no trimestre até maio, ante 65,9% no trimestre até fevereiro.
Carteira assinada
O País registrou novo recorde no número de trabalhadores atuando com carteira assinada no setor privado no trimestre terminado em maio. Foram 39,762 milhões de pessoas trabalhando com esse tipo de vínculo, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado representa 202 mil vagas a mais com carteira em apenas um trimestre, aumento de 0,5% nesse contingente de trabalhadores. Em um ano, o setor privado absorveu mais 1,436 milhão de trabalhadores com carteira, alta de 3,7%.
O número de empregados sem carteira assinada no setor privado totalizou 13,700 milhões, alta de 1,2% em relação ao trimestre terminado em fevereiro, 157 mil pessoas a mais. Em um ano, esse tipo de ocupação aumentou 0,2%, 26 mil trabalhadores a mais atuando nessas condições.
O número de trabalhadores por conta própria subiu a um recorde de 26,196 milhões, alta de 1,3% no trimestre, mais 329 mil pessoas. Em um ano, houve aumento de 2,8%, mais 724 mil trabalhadores.
Nesse grupo, o total de trabalhadores por conta própria com CNPJ avançou a um ápice histórico de 7,044 milhões no trimestre até maio, 249 mil a mais que no trimestre encerrado em fevereiro. Em um ano, houve aumento de 544 mil pessoas atuando nessas condições.
Informalidade é a menor desde 2020
De acordo com o IBGE, o País registrou uma taxa de informalidade de 37,8% no mercado de trabalho no trimestre até maio, a menor desde o trimestre móvel encerrado em agosto de 2020, quando estava em 37,6%.
"É a terceira menor taxa de informalidade em toda a série histórica", observou William Kratochwill, analista da pesquisa do IBGE.
No trimestre encerrado em maio, havia 39,270 milhões de trabalhadores atuando na informalidade. Em um trimestre, 191 mil pessoas passaram a atuar como trabalhadores informais. O total de vagas no mercado de trabalho como um todo no período cresceu em 1,207 milhão de postos de trabalho. Ou seja, o emprego avançou majoritariamente via formalidade.
Em um trimestre, na informalidade, houve aumento de 157 mil empregos sem carteira assinada no setor privado, de 78 mil trabalhadores domésticos sem carteira assinada, de 18 mil empregadores sem CNPJ e de 80 mil trabalhadores por conta própria sem CNPJ. Por outro lado, menos 143 mil pessoas atuaram no trabalho familiar auxiliar.
A população ocupada atuando na informalidade subiu 0,5% em um trimestre. Em relação a um ano antes, o contingente de trabalhadores informais aumentou em 137 mil pessoas, alta de 0,4%.
O resultado representa 202 mil vagas a mais com carteira em apenas um trimestre, aumento de 0,5% nesse contingente de trabalhadores. Em um ano, o setor privado absorveu mais 1,436 milhão de trabalhadores com carteira, alta de 3,7%.
O número de empregados sem carteira assinada no setor privado totalizou 13,700 milhões, alta de 1,2% em relação ao trimestre terminado em fevereiro, 157 mil pessoas a mais. Em um ano, esse tipo de ocupação aumentou 0,2%, 26 mil trabalhadores a mais atuando nessas condições.
O número de trabalhadores por conta própria subiu a um recorde de 26,196 milhões, alta de 1,3% no trimestre, mais 329 mil pessoas. Em um ano, houve aumento de 2,8%, mais 724 mil trabalhadores.
Nesse grupo, o total de trabalhadores por conta própria com CNPJ avançou a um ápice histórico de 7,044 milhões no trimestre até maio, 249 mil a mais que no trimestre encerrado em fevereiro. Em um ano, houve aumento de 544 mil pessoas atuando nessas condições.
Informalidade é a menor desde 2020
De acordo com o IBGE, o País registrou uma taxa de informalidade de 37,8% no mercado de trabalho no trimestre até maio, a menor desde o trimestre móvel encerrado em agosto de 2020, quando estava em 37,6%.
"É a terceira menor taxa de informalidade em toda a série histórica", observou William Kratochwill, analista da pesquisa do IBGE.
No trimestre encerrado em maio, havia 39,270 milhões de trabalhadores atuando na informalidade. Em um trimestre, 191 mil pessoas passaram a atuar como trabalhadores informais. O total de vagas no mercado de trabalho como um todo no período cresceu em 1,207 milhão de postos de trabalho. Ou seja, o emprego avançou majoritariamente via formalidade.
Em um trimestre, na informalidade, houve aumento de 157 mil empregos sem carteira assinada no setor privado, de 78 mil trabalhadores domésticos sem carteira assinada, de 18 mil empregadores sem CNPJ e de 80 mil trabalhadores por conta própria sem CNPJ. Por outro lado, menos 143 mil pessoas atuaram no trabalho familiar auxiliar.
A população ocupada atuando na informalidade subiu 0,5% em um trimestre. Em relação a um ano antes, o contingente de trabalhadores informais aumentou em 137 mil pessoas, alta de 0,4%.
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