Publicado 02/07/2025 09:38 | Atualizado 02/07/2025 13:59
A produção industrial caiu 0,5% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal, divulgou nesta quarta-feira, 2, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é igual a mediana das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, com intervalo entre uma queda de 3,5% a uma alta de 0,4%.
Em relação a maio de 2024, a produção teve alta de 3,3%. Nessa comparação, sem ajuste, as estimativas variavam desde uma queda de 0,6% a um avanço de 4,9%, com mediana positiva de 3,6%.
No acumulado do ano, que tem como base de comparação o mesmo período do ano anterior, a indústria teve uma alta de 1,8%. No acumulado em 12 meses, a produção subiu 2,8%.
PublicidadeEm relação a maio de 2024, a produção teve alta de 3,3%. Nessa comparação, sem ajuste, as estimativas variavam desde uma queda de 0,6% a um avanço de 4,9%, com mediana positiva de 3,6%.
No acumulado do ano, que tem como base de comparação o mesmo período do ano anterior, a indústria teve uma alta de 1,8%. No acumulado em 12 meses, a produção subiu 2,8%.
Patamar pré-pandemia
A indústria brasileira chegou a maio operando 2,1% acima do patamar de fevereiro de 2020: 13 das 25 atividades investigadas estão operando em nível superior ao pré-crise sanitária, segundo o IBGE.
Em maio, os níveis mais elevados em relação ao patamar de fevereiro de 2020 foram os registrados pelas atividades de outros equipamentos de transporte (26,3%), produtos do fumo (22,3%), máquinas e equipamentos (14,7%) e extrativas (13,5%). No extremo oposto, os segmentos mais distantes do patamar pré-pandemia são vestuário e acessórios (-21,9%), móveis (-20,7%), produtos diversos (-20,4%) e farmacêuticos (-10,7%).
Entre as categorias de uso, a produção de bens de capital está 11,0% acima do nível de fevereiro de 2020. A fabricação de bens intermediários está 5,9% acima do pré-covid. Os bens duráveis estão 10,3% abaixo do pré-pandemia, e os bens semiduráveis e não duráveis estão 5,9% aquém do patamar de fevereiro de 2020.
Em maio, os níveis mais elevados em relação ao patamar de fevereiro de 2020 foram os registrados pelas atividades de outros equipamentos de transporte (26,3%), produtos do fumo (22,3%), máquinas e equipamentos (14,7%) e extrativas (13,5%). No extremo oposto, os segmentos mais distantes do patamar pré-pandemia são vestuário e acessórios (-21,9%), móveis (-20,7%), produtos diversos (-20,4%) e farmacêuticos (-10,7%).
Entre as categorias de uso, a produção de bens de capital está 11,0% acima do nível de fevereiro de 2020. A fabricação de bens intermediários está 5,9% acima do pré-covid. Os bens duráveis estão 10,3% abaixo do pré-pandemia, e os bens semiduráveis e não duráveis estão 5,9% aquém do patamar de fevereiro de 2020.
Perda
A pesquisa mostrou ainda que indústria brasileira recuou em maio pelo segundo mês consecutivo. O resultado negativo de 0,5% na produção industrial em maio ante abril sucedeu uma queda de 0,2% vista no mês anterior.
"O resultado negativo intensifica a perda que já tinha sido verificada no mês anterior. Então é o segundo mês seguido de perda na produção, e, mais do que isso, intensificando a intensidade", frisou André Macedo, gerente da pesquisa do IBGE.
A produção industrial acumulou assim uma perda de 0,7% em dois meses de quedas, eliminando parte do avanço de 1,5% registrado nos três primeiros meses deste ano.
"Há uma devolução daquele avanço mais intenso mais presente no mês de março (1,2%)", disse Macedo.
Em maio, o parque fabril nacional segue operando 0,7% acima do patamar de produção de dezembro de 2024.
"O resultado negativo intensifica a perda que já tinha sido verificada no mês anterior. Então é o segundo mês seguido de perda na produção, e, mais do que isso, intensificando a intensidade", frisou André Macedo, gerente da pesquisa do IBGE.
A produção industrial acumulou assim uma perda de 0,7% em dois meses de quedas, eliminando parte do avanço de 1,5% registrado nos três primeiros meses deste ano.
"Há uma devolução daquele avanço mais intenso mais presente no mês de março (1,2%)", disse Macedo.
Em maio, o parque fabril nacional segue operando 0,7% acima do patamar de produção de dezembro de 2024.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.