Publicado 16/09/2025 09:27
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,6% no trimestre encerrado em julho, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados na manhã desta terça-feira, 16, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado foi equivalente ao piso das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast. O intervalo das previsões ia de 5,6% a 6,0%, com mediana em 5,7%.
Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 6,8%. No trimestre encerrado em junho, a taxa de desocupação estava em 5,8%.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.484 no trimestre encerrado em julho. O resultado representa alta de 3,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 352,3 bilhões no trimestre até julho, de acordo com o IBGE, alta de 6,4% ante igual período do ano anterior.
PublicidadeO resultado foi equivalente ao piso das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast. O intervalo das previsões ia de 5,6% a 6,0%, com mediana em 5,7%.
Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 6,8%. No trimestre encerrado em junho, a taxa de desocupação estava em 5,8%.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.484 no trimestre encerrado em julho. O resultado representa alta de 3,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 352,3 bilhões no trimestre até julho, de acordo com o IBGE, alta de 6,4% ante igual período do ano anterior.
Carteira assinada
O País registrou novo recorde no número de trabalhadores atuando tanto no setor privado quanto no setor público no trimestre terminado em julho, segundo os dados da Pnad Contínua.
O número de empregados no setor privado subiu a um ápice de 52,583 milhões de pessoas. O total de pessoas com carteira assinada no setor privado avançou a um recorde de 39,113 milhões de trabalhadores. O número de empregados sem carteira assinada no setor privado totalizou 13,470 milhões.
O número de trabalhadores por conta própria subiu a um recorde de 25,938 milhões.
O montante trabalhando no setor público cresceu a um ápice de 12,884 milhões de pessoas.
O número de empregados no setor privado subiu a um ápice de 52,583 milhões de pessoas. O total de pessoas com carteira assinada no setor privado avançou a um recorde de 39,113 milhões de trabalhadores. O número de empregados sem carteira assinada no setor privado totalizou 13,470 milhões.
O número de trabalhadores por conta própria subiu a um recorde de 25,938 milhões.
O montante trabalhando no setor público cresceu a um ápice de 12,884 milhões de pessoas.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.