Publicado 09/10/2025 11:29 | Atualizado 09/10/2025 13:46
São Paulo - A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou setembro com alta de 0,48%, porcentual que ficou abaixo da mediana das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, de 0,52%, com intervalo entre 0,46% e 0,58%.
A , de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado acumulado em 12 meses ficou em 5,17%, resultado também inferior à mediana, de 5,21% e próximo do piso, de 5,15%, com teto de 5,30%.
Os resultados do IPCA foram divulgados pelo IBGE na manhã desta quinta-feira, dia 9.
PublicidadeA , de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado acumulado em 12 meses ficou em 5,17%, resultado também inferior à mediana, de 5,21% e próximo do piso, de 5,15%, com teto de 5,30%.
Os resultados do IPCA foram divulgados pelo IBGE na manhã desta quinta-feira, dia 9.
O índice de difusão do IPCA, que mostra o porcentual de itens com aumentos de preços, passou de 57% em agosto para 52% em setembro.
Transportes
Os recuos nos preços da passagem aérea (-2,83%) e do seguro de veículos (-5,98%) mais do que compensaram a pressão do aumento na gasolina em setembro. As despesas das famílias com Transportes passaram de uma queda de 0,27% em agosto para uma alta de 0,01% em setembro, sem contribuição (0,00 ponto porcentual) para a taxa de 0,48% registrada pelo IPCA.
A passagem aérea contribuiu sozinha com -0,02 ponto porcentual para o IPCA de agosto. O seguro voluntário de veículos foi responsável pelo maior alívio na inflação do mês, -0,05 ponto porcentual.
Houve recuos ainda no metrô (-0,64%) e no ônibus urbano (-0,52%), mas aumento no táxi (1,73%).
Os combustíveis ficaram 0,87% mais caros em setembro. O gás veicular recuou 1,24%, mas os demais combustíveis subiram: etanol (2,25%), gasolina (0,75%, impacto de 0,04 ponto porcentual) e óleo diesel (0,38%).
A difusão de itens alimentícios saiu de 47% em agosto para 48% em setembro. Já a de itens não alimentícios sai de 65% em agosto para 56% em setembro.
A passagem aérea contribuiu sozinha com -0,02 ponto porcentual para o IPCA de agosto. O seguro voluntário de veículos foi responsável pelo maior alívio na inflação do mês, -0,05 ponto porcentual.
Houve recuos ainda no metrô (-0,64%) e no ônibus urbano (-0,52%), mas aumento no táxi (1,73%).
Os combustíveis ficaram 0,87% mais caros em setembro. O gás veicular recuou 1,24%, mas os demais combustíveis subiram: etanol (2,25%), gasolina (0,75%, impacto de 0,04 ponto porcentual) e óleo diesel (0,38%).
A difusão de itens alimentícios saiu de 47% em agosto para 48% em setembro. Já a de itens não alimentícios sai de 65% em agosto para 56% em setembro.
Habitação
Os gastos das famílias brasileiras com Habitação passaram de um recuo de 0,90% em agosto para uma elevação de 2,97% em setembro, maior resultado para o mês desde 1995, quando aumentou 4,51%. O resultado levou a uma contribuição de 0,45 ponto porcentual para a taxa de 0,48% registrada pelo IPCA.
A energia elétrica residencial aumentou 10,31% em setembro, subitem de maior pressão individual no IPCA do mês, uma contribuição de 0,41 ponto porcentual. A elevação foi decorrente do fim do desconto do Bônus de Itaipu, que tinha sido creditado nas faturas emitidas no mês de agosto. O IBGE lembra que em setembro esteve em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar 2, que adiciona R$ 7,87 à conta e luz a cada 100 KWh consumidos
Houve ainda reajustes nas tarifas nas seguintes regiões: 18,62% em São Luís a partir de 28 de agosto; 15,32% em Vitória em 7 de agosto; e 4,25% em Belém em 7 de agosto.
No ano, a energia elétrica residencial acumula uma alta de 16,42%, maior impacto individual no IPCA do período, uma contribuição de 0,63 ponto porcentual para a taxa de 3,64% de inflação. No acumulado em 12 meses, a energia elétrica subiu 10,64%, um impacto de 0,44 ponto porcentual no IPCA de 5,17% acumulado no período.
Ainda em Habitação, a taxa de água e esgoto subiu 0,07%, devido a reajustes de 7,84% em Aracaju em 1º de setembro e de 4,81% em Vitória desde 1º de agosto.
O gás encanado aumentou 0,01%, em decorrência do aumento de 6,41% nas faturas em Curitiba em 1º de agosto, mas redução média de 1,22% nas tarifas do Rio de Janeiro também a partir de 1º de agosto.
A energia elétrica residencial aumentou 10,31% em setembro, subitem de maior pressão individual no IPCA do mês, uma contribuição de 0,41 ponto porcentual. A elevação foi decorrente do fim do desconto do Bônus de Itaipu, que tinha sido creditado nas faturas emitidas no mês de agosto. O IBGE lembra que em setembro esteve em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar 2, que adiciona R$ 7,87 à conta e luz a cada 100 KWh consumidos
Houve ainda reajustes nas tarifas nas seguintes regiões: 18,62% em São Luís a partir de 28 de agosto; 15,32% em Vitória em 7 de agosto; e 4,25% em Belém em 7 de agosto.
No ano, a energia elétrica residencial acumula uma alta de 16,42%, maior impacto individual no IPCA do período, uma contribuição de 0,63 ponto porcentual para a taxa de 3,64% de inflação. No acumulado em 12 meses, a energia elétrica subiu 10,64%, um impacto de 0,44 ponto porcentual no IPCA de 5,17% acumulado no período.
Ainda em Habitação, a taxa de água e esgoto subiu 0,07%, devido a reajustes de 7,84% em Aracaju em 1º de setembro e de 4,81% em Vitória desde 1º de agosto.
O gás encanado aumentou 0,01%, em decorrência do aumento de 6,41% nas faturas em Curitiba em 1º de agosto, mas redução média de 1,22% nas tarifas do Rio de Janeiro também a partir de 1º de agosto.
Saúde
O grupo Saúde e Cuidados Pessoais saiu de um avanço de 0,54% em agosto para uma alta de 0,17% em setembro, dentro do IPCA. O grupo contribuiu com 0,02 ponto porcentual para a taxa de 0,48% do IPCA do último mês.
O resultado foi sustentado pelo aumento de 0,50% no plano de saúde, terceira maior pressão individual sobre a inflação de setembro, impacto de 0,02 ponto porcentual, atrás apenas das contribuições de energia elétrica e gasolina.
O resultado foi sustentado pelo aumento de 0,50% no plano de saúde, terceira maior pressão individual sobre a inflação de setembro, impacto de 0,02 ponto porcentual, atrás apenas das contribuições de energia elétrica e gasolina.
Despesas pessoas
O grupo Despesas Pessoais saiu de uma alta de 0,40% em agosto para um aumento de 0,51%. O grupo contribuiu com 0,05 ponto porcentual para a taxa de 0,48% do IPCA do último mês.
As principais pressões partiram do aumento de 2,87% no pacote turístico e de 2,75% no subitem cinema, teatro e concerto — que vinha de uma queda de 4,02% em agosto em razão da promoção pela semana do cinema.
As principais pressões partiram do aumento de 2,87% no pacote turístico e de 2,75% no subitem cinema, teatro e concerto — que vinha de uma queda de 4,02% em agosto em razão da promoção pela semana do cinema.
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