Publicado 26/11/2025 09:53 | Atualizado 26/11/2025 11:17
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) subiu 0,20% em novembro, após ter avançado 0,18% em outubro, informou nesta quarta-feira, 26, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A maior variação e o maior impacto positivo vieram do grupo Despesas Pessoais, com alta de 0,85% e impacto de 0,09 ponto percentual.
Com o resultado, o IPCA-15 registrou um aumento de 4,15% no acumulado do ano. Em 12 meses, a alta foi de 4,50%, ante taxa de 4,94% até outubro. O índice ficou acima da mediana das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, de alta de 0,18%, com intervalo entre avanços de 0,10% e 0,23%.
Os preços de Alimentação e bebidas aumentaram 0,09% em novembro, após queda de 0,02% em outubro. O grupo deu uma contribuição positiva de 0,02 ponto percentual para o IPCA-15. Entre os componentes do grupo, a alimentação no domicílio teve queda de 0,15% em novembro, após ter recuado 0,10% no mês anterior. A alimentação fora do domicílio subiu 0,68%, ante alta de 0,19% em outubro.
O Estadão/Broadcast calcula o impacto de cada grupo no IPCA-15 com base na variação mensal e no peso mensal disponíveis no Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra). O resultado pode ter divergências pontuais com o impacto divulgado pelo IBGE, que considera mais casas decimais do que as disponibilizadas publicamente na taxa de cada item.
Os preços de Transportes subiram 0,22% em novembro, após alta de 0,41% em outubro. O grupo deu uma contribuição positiva de 0,04 ponto porcentual. Os preços de combustíveis tiveram queda de 0,46% em novembro, após avanço de 1,16% no mês anterior. A gasolina caiu 0,48%, após ter registrado alta de 0,99% em outubro, enquanto o etanol recuou 0,54% nesta leitura, após alta de 3,09% na última.
PublicidadeCom o resultado, o IPCA-15 registrou um aumento de 4,15% no acumulado do ano. Em 12 meses, a alta foi de 4,50%, ante taxa de 4,94% até outubro. O índice ficou acima da mediana das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, de alta de 0,18%, com intervalo entre avanços de 0,10% e 0,23%.
Os preços de Alimentação e bebidas aumentaram 0,09% em novembro, após queda de 0,02% em outubro. O grupo deu uma contribuição positiva de 0,02 ponto percentual para o IPCA-15. Entre os componentes do grupo, a alimentação no domicílio teve queda de 0,15% em novembro, após ter recuado 0,10% no mês anterior. A alimentação fora do domicílio subiu 0,68%, ante alta de 0,19% em outubro.
O Estadão/Broadcast calcula o impacto de cada grupo no IPCA-15 com base na variação mensal e no peso mensal disponíveis no Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra). O resultado pode ter divergências pontuais com o impacto divulgado pelo IBGE, que considera mais casas decimais do que as disponibilizadas publicamente na taxa de cada item.
Os preços de Transportes subiram 0,22% em novembro, após alta de 0,41% em outubro. O grupo deu uma contribuição positiva de 0,04 ponto porcentual. Os preços de combustíveis tiveram queda de 0,46% em novembro, após avanço de 1,16% no mês anterior. A gasolina caiu 0,48%, após ter registrado alta de 0,99% em outubro, enquanto o etanol recuou 0,54% nesta leitura, após alta de 3,09% na última.
Os gastos das famílias brasileiras com Habitação passaram de uma elevação de 0,16% em outubro para um aumento de 0,09% em novembro, uma contribuição de 0,01 ponto percentual para o índice.
A energia elétrica residencial passou de uma queda de 1,09% em outubro para um recuo de 0,38% em novembro, resultando num alívio de -0,02 ponto porcentual no IPCA-15 deste mês.
"Ressalta-se que, em novembro, está em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar 1, adicionando R$ 4,46 na conta de luz a cada 100 Kwh consumidos", lembrou o IBGE.
Houve ainda reajustes tarifários de 19,56% em Goiânia a partir de 22 de outubro; de 16,05% em uma das concessionárias de São Paulo vigente desde 23 de outubro; e de 11,21% em Brasília a partir de 22 de outubro.
A taxa de água e esgoto subiu 0,13%, com destaque para o reajuste tarifário de 9,75% em Fortaleza a partir de 5 de novembro. O gás encanado caiu 0,01%, com redução de 0,04% nas tarifas no Rio de Janeiro a partir de 1º de novembro. Foram registrados ainda aumentos nos subitens condomínio (0,38%) e aluguel residencial (0,37%).
A energia elétrica residencial passou de uma queda de 1,09% em outubro para um recuo de 0,38% em novembro, resultando num alívio de -0,02 ponto porcentual no IPCA-15 deste mês.
"Ressalta-se que, em novembro, está em vigor a bandeira tarifária vermelha patamar 1, adicionando R$ 4,46 na conta de luz a cada 100 Kwh consumidos", lembrou o IBGE.
Houve ainda reajustes tarifários de 19,56% em Goiânia a partir de 22 de outubro; de 16,05% em uma das concessionárias de São Paulo vigente desde 23 de outubro; e de 11,21% em Brasília a partir de 22 de outubro.
A taxa de água e esgoto subiu 0,13%, com destaque para o reajuste tarifário de 9,75% em Fortaleza a partir de 5 de novembro. O gás encanado caiu 0,01%, com redução de 0,04% nas tarifas no Rio de Janeiro a partir de 1º de novembro. Foram registrados ainda aumentos nos subitens condomínio (0,38%) e aluguel residencial (0,37%).
IPCA-15 de novembro é o mais baixo para o mês desde 2019
A alta de 0,20% registrada em novembro pelo IPCA-15 foi a taxa mais branda para o mês desde 2019, quando subiu 0,14%. O resultado fez a taxa acumulada em 12 meses arrefecer pelo segundo mês consecutivo, de acordo com os dados divulgados pelo IBGE.
Em novembro de 2024, o IPCA-15 tinha registrado alta de 0,62%. A taxa do IPCA-15 acumulada em 12 meses passou de 4,94% em outubro de 2025 para 4,50% em novembro de 2025, a mais baixa desde janeiro deste ano, quando estava em 4,50%.
Em novembro de 2024, o IPCA-15 tinha registrado alta de 0,62%. A taxa do IPCA-15 acumulada em 12 meses passou de 4,94% em outubro de 2025 para 4,50% em novembro de 2025, a mais baixa desde janeiro deste ano, quando estava em 4,50%.
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