Publicado 26/03/2026 09:39 | Atualizado 26/03/2026 10:16
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) subiu 0,44% em março. Os dados do IPCA-15 foram divulgados na manhã desta quinta-feira, 26, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
PublicidadeO resultado acima da mediana das estimativas colhidas pelo Projeções Broadcast, de alta de 0,29%, e próximo ao teto, de avanço de 0,48%. O piso era de aumento de 0,24%.
Em 12 meses até março, a alta do índice foi de 3,90%, número também acima da mediana das projeções, de 3,74% e mais perto do teto de 3,94%. O piso das estimativas nesse caso era de avanço de 3,65%.
Em 12 meses até março, a alta do índice foi de 3,90%, número também acima da mediana das projeções, de 3,74% e mais perto do teto de 3,94%. O piso das estimativas nesse caso era de avanço de 3,65%.
IPCA-15 de março é o menor para o mês desde 2024
A alta de 0,44% registrada em março pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi a taxa mais elevada para o mês desde 2024, quando esteve em 0,36%. Em março de 2025, o IPCA-15 tinha subido 0,64%.
O resultado fez a taxa acumulada em 12 meses voltar a arrefecer pelo segundo mês seguido. A taxa do IPCA-15 acumulada em 12 meses passou de 4,10% em fevereiro de 2026 para 3,90% em março de 2026, resultado mais baixo desde maio de 2024, quando estava em 3,70%.
O resultado fez a taxa acumulada em 12 meses voltar a arrefecer pelo segundo mês seguido. A taxa do IPCA-15 acumulada em 12 meses passou de 4,10% em fevereiro de 2026 para 3,90% em março de 2026, resultado mais baixo desde maio de 2024, quando estava em 3,70%.
Grupos de preços
Os gastos das famílias brasileiras com Saúde e cuidados pessoais passaram de uma elevação de 0,67% em fevereiro para uma alta de 0,36% em março, com contribuição de 0,05 ponto porcentual para o IPCA-15 deste mês.
As maiores pressões partiram do plano de saúde, com alta de 0,49%, e artigos de higiene pessoal, que subiram 0,38%.
Os gastos das famílias brasileiras com Despesas Pessoais passaram de uma elevação de 0,20% em fevereiro para uma alta de 0,82% em março, com contribuição de 0,09 ponto porcentual para o IPCA-15.
As maiores pressões partiram dos subitens serviço bancário, com aumento de 2,12%, e empregado doméstico, com alta de 0,59%.
Os gastos das famílias com Habitação passaram de uma elevação de 0,06% em fevereiro para uma alta 0,24% em março, uma contribuição de 0,04 ponto porcentual para o IPCA-15 deste mês.
A energia elétrica residencial subiu 0,29% em março, sob pressão de reajustes médios de 15,10% e 14,66% nas concessionárias do Rio de Janeiro, ambos com vigência a partir de 15 de março.
"No mês, manteve-se a bandeira tarifária verde, sem custo adicional para os consumidores", lembrou o IBGE.
Houve pressão ainda da taxa de água e esgoto, que subiu 0,44%, devido a reajustes em Belo Horizonte e Porto Alegre.
O gás encanado recuou 0,99%.
As maiores pressões partiram do plano de saúde, com alta de 0,49%, e artigos de higiene pessoal, que subiram 0,38%.
Os gastos das famílias brasileiras com Despesas Pessoais passaram de uma elevação de 0,20% em fevereiro para uma alta de 0,82% em março, com contribuição de 0,09 ponto porcentual para o IPCA-15.
As maiores pressões partiram dos subitens serviço bancário, com aumento de 2,12%, e empregado doméstico, com alta de 0,59%.
Os gastos das famílias com Habitação passaram de uma elevação de 0,06% em fevereiro para uma alta 0,24% em março, uma contribuição de 0,04 ponto porcentual para o IPCA-15 deste mês.
A energia elétrica residencial subiu 0,29% em março, sob pressão de reajustes médios de 15,10% e 14,66% nas concessionárias do Rio de Janeiro, ambos com vigência a partir de 15 de março.
"No mês, manteve-se a bandeira tarifária verde, sem custo adicional para os consumidores", lembrou o IBGE.
Houve pressão ainda da taxa de água e esgoto, que subiu 0,44%, devido a reajustes em Belo Horizonte e Porto Alegre.
O gás encanado recuou 0,99%.
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