Publicado 11/05/2026 09:55
As vendas do comércio brasileiro registraram queda de 0,2% em abril, de acordo com o Índice do Varejo Stone (IVS). Na comparação anual, as vendas cresceram 5,4%. O estudo, que acompanha mensalmente a movimentação do varejo no país, é uma iniciativa da Stone, principal parceira do empreendedor brasileiro.
Segundo Guilherme Freitas, economista e pesquisador da Stone, o desempenho do varejo em abril reforça um cenário de resiliência, ainda que com sinais claros de limitação no ritmo de crescimento.
PublicidadeSegundo Guilherme Freitas, economista e pesquisador da Stone, o desempenho do varejo em abril reforça um cenário de resiliência, ainda que com sinais claros de limitação no ritmo de crescimento.
“O resultado de abril mostra uma acomodação após a recuperação observada no mês anterior, mas o consumo segue sustentado. Esse desempenho, no entanto, é desigual entre os segmentos: aqueles mais ligados à renda das famílias continuam avançando, refletindo um mercado de trabalho ainda aquecido, enquanto os mais dependentes de crédito enfrentam maior dificuldade, diante de condições financeiras mais restritivas”, afirma.
Indicadores como massa de renda em patamar elevado e mercado de trabalho resiliente seguem dando suporte ao consumo. “Mesmo com a renda sustentada, o alto nível de endividamento das famílias e o custo do crédito ainda limitam uma recuperação mais consistente. Com isso, o varejo mantém um quadro de crescimento, porém com resultados mistos e sem mudanças relevantes no cenário macroeconômico mais amplo”, completa.
Indicadores como massa de renda em patamar elevado e mercado de trabalho resiliente seguem dando suporte ao consumo. “Mesmo com a renda sustentada, o alto nível de endividamento das famílias e o custo do crédito ainda limitam uma recuperação mais consistente. Com isso, o varejo mantém um quadro de crescimento, porém com resultados mistos e sem mudanças relevantes no cenário macroeconômico mais amplo”, completa.
No recorte mensal, dois dos oito segmentos analisados apresentaram crescimento em abril. A maior alta foi registrada, pelo segundo mês consecutivo, em Combustíveis e Lubrificantes (2,2%), seguida por Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (1,9%). Entre os setores que registraram queda, estão Móveis e Eletrodomésticos (1,8%), Tecidos, Vestuário e Calçados (0,8%), Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (0,7%), Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (0,5%), Artigos Farmacêuticos (0,2%) e Material de Construção (0,1%).
No comparativo anual, seis dos oito segmentos analisados apresentaram crescimento. A maior alta foi observada, também pelo segundo mês consecutivo, em Combustíveis e Lubrificantes (14,4%), seguida por Material de Construção (7,4%), Artigos Farmacêuticos (6,4%), Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (6,1%), Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (4,3%) e Tecidos, Vestuário e Calçados (1,3%). As quedas foram registradas em Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (5,4%) e Móveis e Eletrodomésticos (0,1%).
Na análise por regiões, 25 estados apresentaram crescimento em abril, em relação ao ano passado. O maior avanço foi registrado no Acre (11,5%), seguido por Rio de Janeiro (9,6%), Roraima (8,2%), Amazonas (7,5%), Tocantins (7,3%), Sergipe (7,0%), Amapá (6,7%), São Paulo (6,0%), Pernambuco (5,6%), Espírito Santo (5,5%), Pará e Minas Gerais (5,2%), Mato Grosso (4,8%), Rondônia (4,5%), Mato Grosso do Sul (3,8%), Santa Catarina (3,7%), Rio Grande do Norte (3,4%), Piauí e Paraíba (3,3%), Maranhão (2,4%), Bahia (2,0%), Paraná (1,8%), Goiás (1,6%), Distrito Federal (0,8%) e Ceará (0,6%). As quedas foram registradas em Alagoas (3,7%) e no Rio Grande do Sul (0,1%).
“Os dados regionais de abril mostram que o crescimento do varejo também se distribui de forma desigual entre os estados. O desempenho é mais forte em regiões como Norte e Sudeste, enquanto outras apresentam avanços mais moderados e, em alguns casos, retração. Essas diferenças refletem dinâmicas locais de renda, mercado de trabalho e acesso ao crédito. De forma geral, o varejo segue em expansão, mas ainda sem uma aceleração suficiente para caracterizar uma recuperação mais consistente e homogênea no país”, avalia Guilherme Freitas.
No comparativo anual, seis dos oito segmentos analisados apresentaram crescimento. A maior alta foi observada, também pelo segundo mês consecutivo, em Combustíveis e Lubrificantes (14,4%), seguida por Material de Construção (7,4%), Artigos Farmacêuticos (6,4%), Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (6,1%), Outros Artigos de Uso Pessoal e Doméstico (4,3%) e Tecidos, Vestuário e Calçados (1,3%). As quedas foram registradas em Livros, Jornais, Revistas e Papelaria (5,4%) e Móveis e Eletrodomésticos (0,1%).
Na análise por regiões, 25 estados apresentaram crescimento em abril, em relação ao ano passado. O maior avanço foi registrado no Acre (11,5%), seguido por Rio de Janeiro (9,6%), Roraima (8,2%), Amazonas (7,5%), Tocantins (7,3%), Sergipe (7,0%), Amapá (6,7%), São Paulo (6,0%), Pernambuco (5,6%), Espírito Santo (5,5%), Pará e Minas Gerais (5,2%), Mato Grosso (4,8%), Rondônia (4,5%), Mato Grosso do Sul (3,8%), Santa Catarina (3,7%), Rio Grande do Norte (3,4%), Piauí e Paraíba (3,3%), Maranhão (2,4%), Bahia (2,0%), Paraná (1,8%), Goiás (1,6%), Distrito Federal (0,8%) e Ceará (0,6%). As quedas foram registradas em Alagoas (3,7%) e no Rio Grande do Sul (0,1%).
“Os dados regionais de abril mostram que o crescimento do varejo também se distribui de forma desigual entre os estados. O desempenho é mais forte em regiões como Norte e Sudeste, enquanto outras apresentam avanços mais moderados e, em alguns casos, retração. Essas diferenças refletem dinâmicas locais de renda, mercado de trabalho e acesso ao crédito. De forma geral, o varejo segue em expansão, mas ainda sem uma aceleração suficiente para caracterizar uma recuperação mais consistente e homogênea no país”, avalia Guilherme Freitas.
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