Publicado 29/05/2026 20:37
Rio - O estudo inédito “Mapeamento da Indústria Criativa do Rio de Janeiro”, produzido pela Prefeitura em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), identificou que as empresas criativas da capital fluminense movimentaram cerca de R$ 41 bilhões, em 2025. O valor representou 8% do PIB carioca. Os dados foram divulgados no Rio2C, evento de criatividade e inovação da América Latina, que acontece até domingo, 31, na Cidade das Artes.
A pesquisa aponta que a cidade ocupa o segundo lugar entre as capitais brasileiras em número de empresas criativas — atrás apenas de São Paulo. O levantamento mostra que, em 2023, o Rio de Janeiro contava com 5.245 empresas criativas responsáveis por gerar quase 100 mil empregos diretos. A massa salarial dos trabalhadores da economia criativa na cidade chegou a cerca de R$ 1,3 bilhão, equivalente a 10,7% de toda a massa salarial formal do município.
PublicidadeA pesquisa aponta que a cidade ocupa o segundo lugar entre as capitais brasileiras em número de empresas criativas — atrás apenas de São Paulo. O levantamento mostra que, em 2023, o Rio de Janeiro contava com 5.245 empresas criativas responsáveis por gerar quase 100 mil empregos diretos. A massa salarial dos trabalhadores da economia criativa na cidade chegou a cerca de R$ 1,3 bilhão, equivalente a 10,7% de toda a massa salarial formal do município.
No período, o número de empresas criativas na capital carioca correspondia a 62,5% do total do Estado e a 5% do País. Já a quantidade de empregos do segmento na cidade representava 7,9% da registrada nacionalmente e 74,8% no Estado.
“A criatividade é parte da identidade do carioca e também um diferencial competitivo da cidade. O Rio de Janeiro consolidou a economia criativa como um dos principais motores do desenvolvimento do município, responsável por movimentar R$ 41 bilhões por ano e gerar quase R$ 1 bilhão em arrecadação de ISS. Esse é um setor estratégico, que combina inovação, cultura, tecnologia e empreendedorismo, fortalecendo a nossa capacidade de atrair investimentos, turismo, talentos e grandes eventos”, ressalta o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere.
“Essa discussão e este estudo sobre a Indústria e a Economia Criativa têm total importância para o Rio de Janeiro. Nossa cidade ocupa lugar central na formação da imagem do Brasil. Projetamos para o país e para o mundo um soft power único, fruto da nossa capacidade criativa, cultural e patrimonial, além do nosso estilo de vida”, complementa o presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano.
“A criatividade é parte da identidade do carioca e também um diferencial competitivo da cidade. O Rio de Janeiro consolidou a economia criativa como um dos principais motores do desenvolvimento do município, responsável por movimentar R$ 41 bilhões por ano e gerar quase R$ 1 bilhão em arrecadação de ISS. Esse é um setor estratégico, que combina inovação, cultura, tecnologia e empreendedorismo, fortalecendo a nossa capacidade de atrair investimentos, turismo, talentos e grandes eventos”, ressalta o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere.
“Essa discussão e este estudo sobre a Indústria e a Economia Criativa têm total importância para o Rio de Janeiro. Nossa cidade ocupa lugar central na formação da imagem do Brasil. Projetamos para o país e para o mundo um soft power único, fruto da nossa capacidade criativa, cultural e patrimonial, além do nosso estilo de vida”, complementa o presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano.
Entre as Regiões Administrativas, Centro, Barra da Tijuca, Zona Portuária, Botafogo e Jacarepaguá concentram o maior número de trabalhadores em empresas criativas. Já as regiões mais especializadas no setor são: Zona Portuária, Ilha do Governador, Lagoa, Ramos e Barra da Tijuca.
Entre 2022 e 2023, o segmento de Cultura liderou o crescimento do setor criativo na cidade, com alta de 11,4%, seguido pelo de Tecnologia, que cresceu 7,5%. O levantamento também aponta que o Rio possui 97.996 microempreendedores individuais (MEIs)criativos, o equivalente a 5,7% do total do país e 52,7% do estado.
Entre 2022 e 2023, o segmento de Cultura liderou o crescimento do setor criativo na cidade, com alta de 11,4%, seguido pelo de Tecnologia, que cresceu 7,5%. O levantamento também aponta que o Rio possui 97.996 microempreendedores individuais (MEIs)criativos, o equivalente a 5,7% do total do país e 52,7% do estado.
Já entre 2020 e 2025, a arrecadação real do Imposto Sobre Serviços (ISS) das atividades criativas aumentou 74,3% na cidade, saltando de cerca de R$ 572 milhões para quase R$ 1 bilhão.
“As discussões de economia criativa também se aproximam do planejamento urbano, no que se refere às estratégias de revitalização e à formação de polos e distritos criativos. Essa interrelação entre criatividade, desenvolvimento urbano e crescimento econômico ganha contornos concretos no município. A cidade reúne densidade produtiva criativa, diversidade cultural, visibilidade internacional e um conjunto de projetos estruturantes capazes de reorganizar fluxos, atrair investimentos e criar centralidades econômicas. O exemplo mais evidente é a região do Porto Maravilha", afirma Julia Zardo, consultora em Ambientes de Inovação da Casa Firjan e uma das responsáveis pelo Mapeamento.
“As discussões de economia criativa também se aproximam do planejamento urbano, no que se refere às estratégias de revitalização e à formação de polos e distritos criativos. Essa interrelação entre criatividade, desenvolvimento urbano e crescimento econômico ganha contornos concretos no município. A cidade reúne densidade produtiva criativa, diversidade cultural, visibilidade internacional e um conjunto de projetos estruturantes capazes de reorganizar fluxos, atrair investimentos e criar centralidades econômicas. O exemplo mais evidente é a região do Porto Maravilha", afirma Julia Zardo, consultora em Ambientes de Inovação da Casa Firjan e uma das responsáveis pelo Mapeamento.
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