Haas tirou as cores da Rússia e o patrocinador do país, e passou a usar pintura brancaDivulgação/Haas
Publicado 25/02/2022 11:22
Um dia depois da invasão à Ucrânia e do tetracampeão Sebastian Vettel dizer que não iria correr na pista russa, a Fórmula 1 anunciou o cancelamento do GP da Rússia, que estava marcado para 25 de setembro. Ainda não há um substituto, mas a Turquia passa a ser a principal favorita para entrar no calendário.
"O Campeonato Mundial da Fórmula 1 visita países ao redor de todo o mundo com uma visão positiva de unir pessoas e unificar nações. Estamos observando os acontecimentos na Ucrânia com tristeza e choque, e esperamos por uma resolução sadia e pacífica para a situação atual. A FIA e as equipes discutiram a posição do nosso esporte e a conclusão foi que, incluindo a visão de todas as partes interessadas, será impossível realizar o GP da Rússia nas atuais circunstâncias", informa o comunicado sobre a etapa que estava no calendário desde 2014, no circuito de Sochi.
Essa não foi a única movimentação contra a Rússia na categoria. A equipe americana Haas retirou a pintura nas cores da bandeira russa e a patrocinadora do país Uralkali. No último dia de teste de pré-temporada em Barcelona, nesta sexta, um carro todo branco foi à pista.
Atual campeão da categoria, Max Verstappen, da Red Bull, chegou a dizer que era errado promover uma corrida em um país em guerra. Já Nikita Mazepin, único russo no grid e que pilota pela Haas, tentou ficar neutro em um pronunciamento nas redes sociais.
"Aos meus fãs e seguidores: é um momento difícil e não tenho controle sobre muito do que está sendo dito e feito. Estou escolhendo focar no que POSSO controlar trabalhando duro e fazendo o meu melhor para a minha Haas. Meus mais profundos agradecimentos por sua compreensão e apoio", escreveu.
 
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