Publicado 03/07/2023 16:38
Lionel Messi é jogador do Inter Miami, da MLS, e fará sua estreia pela equipe estadunidense no fim deste mês. Contudo, seu nome ainda é motivo de "reboliço" dentro do Barcelona, clube que defendeu ao longo de 17 anos. Em entrevista ao jornal catalão "La Vanguardia", o presidente blaugrana, Joan Laporta, revelou que o time culé ainda deve dinheiro ao astro argentino.
Isto se deve graças ao último contrato firmado entre o jogador e o clube, que se encerrou em 2021, quando Messi deixou o Barcelona para se juntar ao Paris Saint-Germain. Devido aos problemas e restrições financeiras que o Barça vem sofrendo nos últimos anos, Laporta disse que existe uma dívida com Messi, que deve ser quitada apenas em 2025, mas que "paga religiosamente".
Isto se deve graças ao último contrato firmado entre o jogador e o clube, que se encerrou em 2021, quando Messi deixou o Barcelona para se juntar ao Paris Saint-Germain. Devido aos problemas e restrições financeiras que o Barça vem sofrendo nos últimos anos, Laporta disse que existe uma dívida com Messi, que deve ser quitada apenas em 2025, mas que "paga religiosamente".
"Tínhamos um acordo com a LaLiga de que dedicaríamos parte dos recursos que temos ao Messi. Dentro do plano de viabilidade foi contemplado [...] O que lhe é devido é o diferimento da massa salarial que foi acordada com a direção anterior e que produz pagamentos pendentes que terminam em 2025. Ele é pago religiosamente", declarou Laporta.
Em relação à tentativa de recontratar Messi, Laporta comentou que a decisão do argentino foi pela "menor pressão". Pelo Barcelona, o argentino de 36 anos conquistou quatro títulos de Uefa Champions League e 10 edições de LaLiga, além de 672 gols marcados em 778 jogos disputados pelo clube da Catalunha, entre 2004 e 2021.
"Tínhamos um acordo com a LaLiga de que dedicaríamos parte dos recursos que temos ao Messi. Dentro do plano de viabilidade foi contemplado. Nós o comunicamos a Jorge Messi. Ele me disse que Leo teve um ano muito difícil em Paris e que queria menos pressão. Com a nossa opção, ele teria continuado a ser pressionado e eu entendi a sua decisão", disse o mandatário.
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