Publicado 26/02/2025 17:56 | Atualizado 26/02/2025 18:01
O site do jornal argentino 'Olé' publicou um longo texto para criticar a falta de segurança do Rio e orientar os torcedores do Racing, que enfrentam o Botafogo na quinta-feira (27), pela Recopa. Ao ouvir dirigentes do Peñarol, que teve torcedores presos após uma grande batalha campal na orla da Barra da Tijuca, em 2024, a publicação deixa no ar o questionamento sobre o peso da acusação de racismo no Brasil, ataca a violência da PM carioca e pede cuidado aos argentinos.
Na primeira parte, o texto relembra problemas enfrentados pelos próprios torcedores do Racing em outros jogos no Brasil. Cita os jogos contra o Flamengo, em 2023, e contra o Corinthians, em 2024.
Depois, dedica muitas linhas para o que aconteceu em Botafogo x Peñarol, na semifinal da Libertadores. Dirigentes do Peñarol defenderam os torcedores que estão presos e os outros que usam tornozeleiras eletrônicas e afirmam que houve emboscada contra eles, além de criticarem a truculência da PM.
O ex-presidedente do clube uruguaio, Jorge Barrera, advogado criminalista, criticou o peso dado ao crime de racismo. "A legislacao, vigente ha poucos meses, tem uma determinação das penas desproporcional. Na legislação brasileira, um ato racista é mais grave que um soco".
Na primeira parte, o texto relembra problemas enfrentados pelos próprios torcedores do Racing em outros jogos no Brasil. Cita os jogos contra o Flamengo, em 2023, e contra o Corinthians, em 2024.
Depois, dedica muitas linhas para o que aconteceu em Botafogo x Peñarol, na semifinal da Libertadores. Dirigentes do Peñarol defenderam os torcedores que estão presos e os outros que usam tornozeleiras eletrônicas e afirmam que houve emboscada contra eles, além de criticarem a truculência da PM.
O ex-presidedente do clube uruguaio, Jorge Barrera, advogado criminalista, criticou o peso dado ao crime de racismo. "A legislacao, vigente ha poucos meses, tem uma determinação das penas desproporcional. Na legislação brasileira, um ato racista é mais grave que um soco".
'O que fazer se os torcedores brasileiros e a polícia provocarem'
PublicidadeJá o delegado e conselheiro do Peñarol, Gonzalo Moratorio, deu uma série de dicas aos torcedores do Racing. Entre elas, "falar o mínimo possível para que não notem que fala espanhol', se for ao estádio com carro de aplicativo, pagar um extra ao motorista para esperar e levar de volta ao hotel, e "não confiar nos (policiais) militares".
Segundo a reportagem, o Racing fez um esquema especial para seus torcedores, com contratação de seguranças particulares para a escolta de 80 ônibus disponíveis aos torcedores. O ponto de encontro será o estacionamento do Maracanã e, após o jogo, o destino final será a Barra da Tijuca.
Segundo a reportagem, o Racing fez um esquema especial para seus torcedores, com contratação de seguranças particulares para a escolta de 80 ônibus disponíveis aos torcedores. O ponto de encontro será o estacionamento do Maracanã e, após o jogo, o destino final será a Barra da Tijuca.
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