Donald Trump esteve em reunião com o presidente da Fifa, Gianni InfantinoJim Watson / AFP
Publicado 05/06/2025 15:25
Estados Unidos - O Mundial de Clubes está perto de começar e uma decisão do governo dos Estados Unidos pode impactar a competição. Em mais um decreto assinado nesta quinta-feira, o presidente Donald Trump ampliou restrições para a entrada de estrangeiros em território americano. Com a justificativa de segurança nacional, saúde pública ou política externa, sete nações tiveram regras endurecidas e outras doze receberam o "Travel Ban", ou seja, pessoas que nasceram nestes países não poderão entrar nos Estados Unidos.
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A partir da segunda-feira (9), cidadãos de Afeganistão, Mianmar, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen terão a entrada proibida. Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela terão o ingresso dificultado.
Segundo a Associated Press, há uma exceção para atletas e membros de comissão técnica para grandes eventos esportivos. Nenhum clube desses países citados estará no torneio. Residentes no EUA, que estão com a situação legal, não serão afetados.
Kodjo Laba, jogador do Al-Ain nascido em Togo, os venezuelanos David Martínez (Los Angeles FC), Salomón Rondón (Pachuca) e Telasco Segovia (Inter Miami) poderiam ter dificuldade em entrar em território dos Estados Unidos.
Com dupla nacionalidade, o campeão da Liga dos Campeões pelo PSG, Bradley Barcola (França e Togo), o zagueiro do Real Madrid, Rüdiger (Alemanha e Serra Leoa) e o atacante do Botafogo, Jefferson Savarino (Venezuela e Itália) também poderiam enfrentar dificuldades para entrar no país
O país norte americano durante o governo Trump, além do Mundial de Clubes, sediará mais dois eventos mundiais: a Copa do Mundo em 2026 e as Olímpiadas de Los Angeles 2028.
 
 
 
 
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