Publicado 05/08/2026 07:00
Rio - O elenco do Botafogo vem passando por uma verdadeira revolução nesta metade de temporada, com a saída de jogadores que não estavam rendendo com a camisa alvinegra e a chegada de reforços que possam dar uma nova cara à equipe. Quem também tem tido dificuldades em encontrar o seu espaço é o jovem Jordan Barrera, que ainda não entrou em campo desde o fim da Copa do Mundo. Além do processo natural de desenvolvimento, o estilo de jogo adotado por Franclim Carvalho pode ser um dos motivos da baixa minutagem.
Desde que assumiu o comando do Fogão, o treinador português tem optado por esquemas de jogo que privilegiam pontas que consigam aliar velocidade e força física. O Botafogo de Franclim costuma apostar na intensidade durante os 90 minutos, sufocando os adversários desde a saída de bola.
Apesar de muito jovem, Barrera tem demonstrado dificuldades em manter o ritmo intenso exigido por Franclim Carvalho ao longo das partidas. Não à toa, nas vezes em que foi titular nesta temporada, o ponta de 20 anos só não foi substituído em duas oportunidades, nas derrotas para Fluminense (1 a 0) e Flamengo (2 a 1), ainda pelo Cariocão.
Por conta desse conflito de características de jogo, jogadores como Matheus Martins, Lucas Villalba e até mesmo Álvaro Montoro — que não é ponta de origem — têm ganhado mais oportunidades no time titular. Entre outros fatores — como o próprio processo de maturação e adaptação naturais de um jovem atleta —, esse desajuste tem colocado Barrera no fim da fila de opções para o setor.
Sem atuar após a pausa para a Copa do Mundo, o jogador entrou em campo pela última vez na vitória do Glorioso por 3 a 1 sobre o Caracas (VEN), na Sul-Americana, em 27 de maio. Seu melhor momento com a camisa do Fogão neste ano foi pouco antes do Mundial, quando marcou dois gols importantes no 3 a 0 contra Independiente Petrolero (BOL), pela Sul-Americana, e no 1 a 1 com o São Paulo, pelo Brasileirão. Esse último no apagar das luzes, quando o Alvinegro perdia por 1 a 0.
O bom desempenho nesses dois jogos aumentou as expectativas da torcida por uma continuidade entre os titulares. Porém, até o momento, isso ainda não aconteceu.
PublicidadeDesde que assumiu o comando do Fogão, o treinador português tem optado por esquemas de jogo que privilegiam pontas que consigam aliar velocidade e força física. O Botafogo de Franclim costuma apostar na intensidade durante os 90 minutos, sufocando os adversários desde a saída de bola.
Apesar de muito jovem, Barrera tem demonstrado dificuldades em manter o ritmo intenso exigido por Franclim Carvalho ao longo das partidas. Não à toa, nas vezes em que foi titular nesta temporada, o ponta de 20 anos só não foi substituído em duas oportunidades, nas derrotas para Fluminense (1 a 0) e Flamengo (2 a 1), ainda pelo Cariocão.
Por conta desse conflito de características de jogo, jogadores como Matheus Martins, Lucas Villalba e até mesmo Álvaro Montoro — que não é ponta de origem — têm ganhado mais oportunidades no time titular. Entre outros fatores — como o próprio processo de maturação e adaptação naturais de um jovem atleta —, esse desajuste tem colocado Barrera no fim da fila de opções para o setor.
Sem atuar após a pausa para a Copa do Mundo, o jogador entrou em campo pela última vez na vitória do Glorioso por 3 a 1 sobre o Caracas (VEN), na Sul-Americana, em 27 de maio. Seu melhor momento com a camisa do Fogão neste ano foi pouco antes do Mundial, quando marcou dois gols importantes no 3 a 0 contra Independiente Petrolero (BOL), pela Sul-Americana, e no 1 a 1 com o São Paulo, pelo Brasileirão. Esse último no apagar das luzes, quando o Alvinegro perdia por 1 a 0.
O bom desempenho nesses dois jogos aumentou as expectativas da torcida por uma continuidade entre os titulares. Porém, até o momento, isso ainda não aconteceu.
Jordan Barrera foi contratado em julho de 2025, vindo do Junior Barranquilla (COL) por US$ 4 milhões (R$ 22,2 milhões na cotação da época). Ele chegou com o status de talento a ser lapidado para o futuro do clube.
Reportagem produzida pelo estagiário Gustavo Fernandes, sob supervisão de Danillo Pedrosa
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